“A manhã que queremos para o Brasil, de uma prosperidade que não se faça contra a natureza, mas com ela, será tecida por muitas mãos: pesquisadores, gestores públicos, comunidades tradicionais, juventudes. Neste 5 de junho, a comunidade científica brasileira reafirma o seu lugar nesse tecido. Não como obstáculo ao desenvolvimento, mas como sua condição”, escreve Francilene Garcia, presidente da SBPC