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	<title>Jornal da Ciência &#187; Água</title>
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		<title>Pantanal é tema do podcast “O Som da Ciência”</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Oct 2024 17:36:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quinto episódio da sétima temporada aborda o bioma que vem sendo duramente castigado com o fogo e outras ameaças na visão de pesquisadores e de quem vive no território]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Quinto episódio da sétima temporada aborda o bioma que vem sendo duramente castigado com o fogo e outras ameaças na visão de pesquisadores e de quem vive no território</em></p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/04/WhatsApp-Image-2024-04-12-at-09.46.09.jpeg"><img class="alignright wp-image-23555 size-medium img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/04/WhatsApp-Image-2024-04-12-at-09.46.09-300x300.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-04-12 at 09.46.09" width="300" height="300" /></a>Em sua proposta de abordar o tema com profundidade, ouvindo a ciência e quem vive no território, o podcast “O Som da Ciência” traz no quinto episódio da sétima temporada a visão dos pesquisadores explicando o que é, como foi formado e o papel da água e do fogo na formação do Pantanal.</p>
<p>Um dos mais afetados pelos incêndios provocados pela combinação de ações antrópicas com secas extremas causadas pelas mudanças climáticas, o Pantanal corre o risco de desaparecer em algumas décadas, apontam os pesquisadores.</p>
<p>Os entrevistados do episódio são Walfrido Tomás, pesquisador da Embrapa Pantanal; Yzel Suarez, ecólogo e professor do departamento de Ecologia da Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul; Alcides Faria, biólogo e diretor da organização não-governamental Ecoa e Leônida Aires de Souza, presidente da Associação de Mulheres Pantaneiras Renascer, na comunidade Barra de São Lourenço (MS).</p>
<p>“O Som da Ciência” é um podcast que trata de Ciência, Tecnologia, Inovação, Educação e assuntos relacionados.  É produzido pela equipe de Comunicação da SBPC, que também assina o roteiro, design de som e edição. Os episódios estão todos disponíveis nas plataformas agregadoras– <a href="https://anchor.fm/sbpc/" target="_blank">Anchor</a>, <a href="https://open.spotify.com/show/0ZCmekp4RS79bY3Ivtw7of" target="_blank">Spotify</a>, <a href="https://radiopublic.com/o-som-da-cincia-We1RVV" target="_blank">Radio Public</a>, <a href="https://www.stitcher.com/show/o-som-da-ciencia" target="_blank">Stitcher</a>, <a href="https://tunein.com/podcasts/Science-Podcasts/O-Som-da-Ciencia-p1702417/" target="_blank">TuneIn</a>, <a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/842e6b9e-625e-41c0-aada-425a88173b6c/o-som-da-ci%C3%AAncia" target="_blank">Amazon Music</a> e <a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/o-som-da-ci%C3%AAncia/id1640734753" target="_blank">Apple</a>.</p>
<p>Ouça, compartilhe e assine o feed para receber todos os novos episódios.</p>
<p><em>Janes Rocha – Jornal da Ciência</em></p>
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		<title>Mais quente, mais desigual</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 15:30:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Impactos econômicos das mudanças climáticas geram perdas na renda e aprofundam desigualdades. Confira em reportagem da nova edição da Ciência &#038; Cultura]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Impactos econômicos das mudanças climáticas geram perdas na renda e aprofundam desigualdades. Confira em reportagem da nova edição da Ciência &amp; Cultura</em></p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/09/cec2609.png"><img class="aligncenter wp-image-25273 size-post img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/09/cec2609-653x350.png" alt="cec2609" width="653" height="350" /></a>Os impactos das mudanças climáticas não são apenas uma preocupação ambiental, mas também uma realidade econômica palpável. Um estudo do Instituto Potsdam sobre o Impacto Climático, publicado na revista <em>Nature</em> em abril deste ano, revela que as perdas econômicas globais já somam cerca de R$ 300 milhões. Com as emissões de gases de efeito estufa já causando mudanças significativas no clima, o Produto Interno Bruto (PIB) mundial poderá sofrer uma queda de 19% até 2049, mesmo que as emissões sejam interrompidas. Isso é o que discute reportagem da nova edição da <a href="https://revistacienciaecultura.org.br/" target="_blank"><strong>Ciência &amp; Cultura</strong></a>, que tem como tema “Mudanças climáticas e a transversalidade do conhecimento”.</p>
<p>Regiões mais vulneráveis, como o Sul da Ásia, a África e o Brasil, enfrentarão perdas ainda mais severas. Segundo o matemático e economista Sergio Margulis, professor da PUC-RJ, “o aquecimento global é profundamente injusto. Os países que mais contribuíram para o problema estão mais bem preparados para seus efeitos.” No Brasil, o Nordeste, com sua população mais pobre, é a área mais afetada, onde o aumento da temperatura e a prolongação de períodos secos podem causar sérios problemas, incluindo migrações forçadas.</p>
<p>Um relatório de 2023 do Centro de Ciência e Política de Mudança Climática nos Estados Unidos já previa perdas econômicas globais de US$ 1,5 trilhão, com os países de baixa renda, dependentes da agricultura, sendo os mais impactados. Além disso, eventos climáticos extremos têm sido cada vez mais frequentes, exigindo uma adaptação urgente na produção agrícola. O Zoneamento Agrícola de Riscos Climáticos (Zarc), ferramenta desenvolvida com a participação da Embrapa e da Unicamp, tem se mostrado essencial para minimizar esses riscos.</p>
<p>Durante a COP28, o governo brasileiro apresentou o Plano de Transformação Ecológica (PTE), que visa alinhar desenvolvimento econômico e sustentabilidade. O plano prevê investimentos de US$ 130 a 160 milhões por ano em áreas como urbanização e transição energética, incluindo a obrigatoriedade do uso de biodiesel. Segundo Ademar Romeiro, professor da Unicamp, o PTE é uma proposta de macroeconomia ecológica que precisa de ações decisivas para substituir combustíveis fósseis por alternativas renováveis.</p>
<p>Atualmente, como presidente do G20, o Brasil lidera uma Força-tarefa para Mobilização Global contra a Mudança do Clima, buscando alinhar esforços internacionais para combater a crise climática. Luiz Marques, historiador e professor aposentado da Unicamp, alerta que a única saída viável para a economia é optar por um decrescimento planejado e socialmente justo, em vez de esperar que as mudanças climáticas forcem essa transição de maneira catastrófica. “As únicas alternativas reais são: decrescer catastroficamente por imposição do clima, da aniquilação da biodiversidade e da intoxicação químico-industrial dos organismos, ou decrescer a partir de um modo pacífico e com justiça social. A escolha ainda é nossa”, alerta.</p>
<p><strong>Leia a reportagem completa:</strong></p>
<p><a href="https://revistacienciaecultura.org.br/?p=7090" target="_blank">https://revistacienciaecultura.org.br/?p=7090</a></p>
<p><em>Ciência &amp; Cultura</em></p>
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		<title>EDITORIAL: O Brasil está sendo queimado</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Sep 2024 17:31:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[“O planeta está caminhando para um “ponto de não retorno” climático, e um programa de Estado brasileiro de longo prazo é necessário para nos adaptarmos ao clima que já mudou e que vai mudar ainda mais nos próximos anos e décadas”, escrevem o presidente e o vice-presidente da SBPC, Renato Janine Ribeiro e Paulo Artaxo]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>“O planeta está caminhando para um “ponto de não retorno” climático, e um programa de Estado brasileiro de longo prazo é necessário para nos adaptarmos ao clima que já mudou e que vai mudar ainda mais nos próximos anos e décadas”, escrevem o presidente e o vice-presidente da SBPC, Renato Janine Ribeiro e Paulo Artaxo</em></p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-13-at-14.34.12.jpeg"><img class="alignright wp-image-25189 size-medium img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-13-at-14.34.12-300x300.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-09-13 at 14.34.12" width="300" height="300" /></a>O Brasil está pegando fogo. Amazônia, Pantanal, Cerrado e estado de São Paulo queimando, e com 60% da área do Brasil embaixo de densa fumaça. Situação de calamidade e de emergência. Temos 2.848 cidades brasileiras em alerta para baixa umidade do ar, e milhares de cidades com péssima qualidade do ar, muito acima dos padrões recomendados pela legislação brasileira. Em 2024, já temos 205.815 focos de incêndios destruindo nossos ecossistemas, uma alta de 144% em relação a 2023, que já foi um ano de seca forte. Queimadas sempre ocorreram no País ao longo de pelo menos os últimos 30 anos, e elas eram fruto do desmatamento para abertura de novas áreas agrícolas e para pecuária no Cerrado e na Amazônia. Mas 2024 será lembrado como o ano em que esta questão superou os limites. A situação pode ser caracterizada como uma “pandemia” de incêndios florestais.</p>
<p>Estamos enfrentando a maior seca da história no Brasil e aumento drástico da temperatura. Importante salientar que não há registros de raios na região neste agosto e setembro, portanto estes incêndios são todos provocados pelo homem, sem autorização legal, já que o governo suspendeu todos os incêndios pré autorizados. Ou seja, são incêndios criminosos. É fundamental a proibição completa do uso do fogo na agricultura brasileira.</p>
<p>São Paulo esteve esta semana no mapa da grande cidade mais poluída do mundo, por causa da fumaça dos incêndios sendo transportada a longa distância. Ao longo do caminho da Amazônia ao Sul do Brasil, há milhares de cidades, com seus milhões de habitantes expostos a níveis perigosos de poluição do ar.</p>
<p>É fundamental que o governo dê uma resposta sólida à sociedade, de ações concretas para que eventos como este não se repitam. Isso envolve uma série de ações que deveriam ter sido tomadas tempos atrás, pois a prevenção é a melhor estratégia em eventos como estes.</p>
<p>O presidente Lula anunciou nesta semana a criação do <strong>Comitê Nacional de Manejo Integrado do Fogo</strong>, que terá 11 ministérios, além da participação de estados, municípios, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A sociedade brasileira espera que não seja somente mais um comitê multiministerial sem ações concretas para acabar com queimadas em nosso país. Precisamos reforçar em muito o sistema PREVFOGO do Ibama, e a articulação com estados e municípios, que estão mais próximos do problema. O combate ao fogo exige ações estruturais que envolvem os 3 poderes, estados e municípios.</p>
<p>Para enfrentar o crime organizado, que está na origem de muitos destes incêndios, é necessária uma ação concentrada do Ministério da Justiça. Isso envolve a criação de mutirões de agentes policiais federais e estaduais, atuando no combate ao crime organizado. O arcabouço legislativo precisa ser melhorado, pois as autorizações para queimadas são dadas pelos governos estaduais, muitos deles em mãos de governos que incentivam desmatamentos e queimadas. No próprio congresso nacional, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) trabalha pelo afrouxamento das regras do Código Florestal. Trabalha também contra a proteção dos mananciais, que são críticos na regulação do sistema hidrológico.</p>
<p>Lula também anunciou recentemente a criação do Estatuto Jurídico da Autoridade Climática, e um comitê técnico científico para guiar as medidas de combate à Mudança do Clima. Com isso, Lula pretende implementar estratégias baseadas em Ciência, e não em interesses políticos de governadores ou prefeitos da região.</p>
<p>Estamos observando uma forte aceleração das mudanças climáticas tanto no Brasil como em todo o planeta. Vimos que 2023 foi o ano mais quente dos últimos 125.000 anos. A seca na Amazônia em 2023 foi a mais forte em mais de cem anos, e a seca de 2024 promete ser tão forte quanto a de 2023. Estamos observando chuvas anormalmente intensas de modo muito mais frequentes. Estes eventos climáticos extremos trazem prejuízos enormes à população, principalmente a de baixa renda, e aos ecossistemas. Não por acaso, danos ambientais – como qualquer sorte de dano – prejudicam sempre os mais pobres.</p>
<p>Em julho de 2024, tivemos recordes seguidos de dias mais quentes da história. Com a atual exploração de combustíveis fósseis, estamos indo para uma trajetória de aquecimento global de 3 graus Celsius. Isso vai fazer que possamos ter saudades de 2024, já no futuro próximo. É fundamental o Brasil ter coerência no planejamento de seu futuro. Nosso País é um dos maiores produtores de petróleo do planeta, e planeja explorar petróleo até na foz do Amazonas. O governo anunciou que pretende asfaltar a rodovia BR319 (Manaus-Porto Velho), que vai rasgar uma parte da Amazônia pelo meio. São ações que vão na contramão das ações necessárias para mitigar emissões de gases de efeito estufa e proteger o ecossistema amazônico.</p>
<p>O planeta está caminhando para um “ponto de não retorno” climático, e um programa de Estado brasileiro de longo prazo é necessário para nos adaptarmos ao clima que já mudou e que vai mudar ainda mais nos próximos anos e décadas. E temos que atuar internacionalmente para acabar com a exploração de combustíveis fósseis, que é a raiz do problema.</p>
<p><em>Renato Janine Ribeiro, presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC</em></p>
<p><em>Paulo Artaxo, vice-presidente da SBPC</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Veja as notas do Especial da Semana – Queimadas impactam qualidade do ar</strong></p>
<p>Agência Brasil &#8211; <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-09/brasil-concentra-76-dos-incendios-na-america-do-sul" target="_blank">Brasil concentra 76% dos incêndios na América do Sul</a></p>
<p>Valor, 13/09/2024 &#8211; <a href="https://valor.globo.com/brasil/noticia/2024/09/12/queimadas-mais-que-dobram-em-um-ano-e-atingem-565-milhes-de-hectares-diz-mapbiomas.ghtml" target="_blank">Queimadas mais que dobram em um ano e atingem 5,65 milhões de hectares, diz MapBiomas</a></p>
<p>Valor, 05/09/2024 &#8211; <a href="https://valor.globo.com/brasil/noticia/2024/09/05/incndios-florestais-esto-ultrapassando-fronteiras-e-se-tornando-ameaa-global-diz-rgo-da-onu.ghtml" target="_blank">Incêndios florestais estão ultrapassando fronteiras e se tornando ameaça global, diz órgão da ONU</a></p>
<p>MCTI &#8211; <a href="https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/noticias/2024/09/queimadas-aumentam-em-ate-80-vezes-a-concentracao-de-poluentes-na-atmosfera-da-amazonia" target="_blank">Queimadas aumentam em até 80 vezes a concentração de poluentes na atmosfera da Amazônia</a></p>
<p>Folha de S. Paulo &#8211; <a href="https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2024/09/am-ms-e-mt-batem-recorde-de-emissoes-de-carbono-por-queimadas.shtml" target="_blank">AM, MS e MT batem recorde de emissões de carbono por queimadas</a></p>
<p>O Globo, 12/09/2024 &#8211; <a href="https://oglobo.globo.com/brasil/meio-ambiente/noticia/2024/09/12/amazonia-se-torna-o-maior-emissor-de-gases-de-efeito-estufa-do-planeta.ghtml" target="_blank">Amazônia se torna o maior emissor de gases de efeito estufa do planeta</a></p>
<p>Agência Gov, 20/08/2024 &#8211; <a href="https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202408/saude-e-meio-ambiente-discutem-estrategias-para-enfrentamento-a-poluicao-do-ar" target="_blank">Ministérios da Saúde e do Meio Ambiente discutem estratégias para enfrentamento à poluição do ar</a></p>
<p>Olhar Digital, 20/03/2024 &#8211; <a href="https://olhardigital.com.br/2024/03/20/ciencia-e-espaco/como-as-mudancas-climaticas-estao-piorando-a-qualidade-do-ar/" target="_blank">Como as mudanças climáticas estão piorando a qualidade do ar?</a></p>
<p>ONU Brasil, 04/03/2024 &#8211; <a href="https://news.un.org/pt/story/2024/03/1828507" target="_blank">OMS: 99% da população mundial respira ar “tóxico”</a></p>
<p>Folha de S. Paulo, 17/06/2024 &#8211; <a href="https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2024/06/pela-primeira-vez-brasil-cria-prazos-para-melhorar-qualidade-do-ar-e-atingir-parametros-da-oms.shtml" target="_blank">Pela primeira vez, Brasil cria prazos para melhorar qualidade do ar e atingir parâmetros da OMS</a></p>
<p>DW-Brasil, 11/01/2024 &#8211; <a href="https://www.dw.com/pt-br/como-megacidades-est%C3%A3o-combatendo-a-polui%C3%A7%C3%A3o-do-ar/a-67943937" target="_blank">Como megacidades estão combatendo a poluição do ar</a></p>
<p>Jornal Nacional/G1, 10/09/2024 &#8211; <a href="https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2024/09/10/batalha-contra-incendios-em-sao-paulo-mobiliza-autoridades-especialistas-e-moradores.ghtml" target="_blank">Batalha contra incêndios em São Paulo mobiliza autoridades, especialistas e moradores</a></p>
<p>O Globo &#8211; <a href="https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/09/10/tempo-seco-como-a-baixa-umidade-afeta-o-coracao.ghtml" target="_blank">Tempo seco: como a baixa umidade afeta o coração</a></p>
<p>National Geographic, 26/08/2024 &#8211; <a href="https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2024/08/como-a-fumaca-das-queimadas-afeta-o-corpo-humano-os-danos-podem-ser-permanentemente-explicam-os-cientistas">Como a fumaça das queimadas afeta o corpo humano? Os danos podem ser permanentemente, explicam os cientistas</a></p>
<p>Nexo, 09/09/2024 &#8211; <a href="https://www.nexojornal.com.br/podcast/2024/09/09/poluicao-ar-efeitos-na-saude" target="_blank">Quais os efeitos para a saúde de respirar um ar tão ruim</a></p>
<p>Nexo &#8211; <a href="https://www.nexojornal.com.br/expresso/2024/09/05/qualidade-do-ar-brasil-parametro-diferente-da-oms" target="_blank">Por que o Brasil mede tão mal sua qualidade do ar</a></p>
<p>Folha de S. Paulo, 13/09/2024 &#8211; <a href="https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2024/09/atrasado-e-sem-dados-brasil-sofre-com-falta-de-protocolos-para-poluicao.shtml" target="_blank">Atrasado e sem dados, Brasil sofre com falta de protocolos para poluição</a></p>
<p>Estadão, 11/09/2024 -   <a href="https://www.estadao.com.br/sustentabilidade/poluicao-ar-seco-incendios/?_gl=1*11elac0*_gcl_aw*R0NMLjE3MjQzMzA4MzguQ2owS0NRand3NXUyQmhEZUFSSXNBTEJ1TG5OVUpjSzBkTHIzejhkV1E4bVZnUURuZGlfeE9iSlRBZmZoSmc1dE5TQnJaNkhfQ2N2SHhhd2FBbnoyRUFMd193Y0I.*_gcl_au*MTc5NTQ2NDAwMi4xNzI0MTU1Mzcx*_ga*MTU2OTUyOTExMC4xNzI0MTU1Mzcx*_ga_H1D7PSZ1DW*MTcyNjE0Mzc1OC4zLjEuMTcyNjE0NDA2My41MS4wLjE0NTc1MDU5Mw" target="_blank">Brasil tem níveis de alerta para poluição mais frouxos do que em outros países</a></p>
<p>DW-Brasil, 12/09/2024 &#8211; <a href="https://www.dw.com/pt-br/a-dimens%C3%A3o-da-seca-e-dos-inc%C3%AAndios-que-atingem-o-brasil/a-70196709" target="_blank">A dimensão da seca e dos incêndios que atingem o Brasil</a></p>
<p>O Globo, 11/09/2024 &#8211; <a href="https://oglobo.globo.com/brasil/meio-ambiente/noticia/2024/09/11/maior-seca-da-historia-e-a-mais-intensa-ja-registrada-em-partes-da-amazonia-e-levou-a-pico-de-14-anos-nas-queimadas.ghtml" target="_blank">Maior seca da história é a mais intensa já registrada em partes da Amazônia e levou a pico de 14 anos nas queimadas</a></p>
<p>CNN Brasil, 02/06/2024 &#8211; <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/rios-secam-e-amazonia-pode-ter-seca-como-nunca-vista-antes-na-historia/">Rios secam e Amazônia pode ter seca como nunca vista antes na história</a></p>
<p>O Globo, 06/09/2024 &#8211; <a href="https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2024/09/06/com-os-dez-maiores-rios-do-brasil-abaixo-do-nivel-medio-abastecimento-de-agua-pode-ser-afetado.ghtml" target="_blank">Com os dez maiores rios do Brasil abaixo do nível médio, abastecimento de água pode ser afetado</a></p>
<p>DW-Brasil, 05/09/2024 &#8211; <a href="https://www.dw.com/pt-br/rios-secos-e-ribeirinhos-revelam-f%C3%B3sseis-de-gigantes-que-viveram-na-amaz%C3%B4nia/a-70140554?spush=Y29udGF0b0BlY29hbWF6b25pYS5vcmcuYnI=" target="_blank">Seca e ribeirinhos revelam fósseis de gigantes na Amazônia</a></p>
<p>DW-Brasil &#8211; <a href="https://www.dw.com/pt-br/seca-recorde-no-brasil-impacta-rios-da-am%C3%A9rica-latina/a-70173161" target="_blank">Seca recorde no Brasil impacta rios da América Latina</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Recursos hídricos em risco</title>
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		<comments>http://www.jornaldaciencia.org.br/recursos-hidricos-em-risco/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2024 09:44:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Grandes Temas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da SBPC]]></category>

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		<description><![CDATA[Mudanças climáticas e eventos extremos afetam a saúde e a sobrevivência da população. Ouça no novo episódio do Ciência &#038; Cultura Cast]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mudanças climáticas e eventos extremos afetam a saúde e a sobrevivência da população. Ouça no novo episódio do Ciência &amp; Cultura Cast</em></p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-11-at-09.23.19.jpeg"><img class="alignright wp-image-25137 size-medium img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-11-at-09.23.19-300x300.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-09-11 at 09.23.19" width="300" height="300" /></a>O Brasil, conhecido por abrigar a maior reserva de água doce do planeta, enfrenta desafios alarmantes devido às mudanças climáticas. As alterações nos padrões climáticos estão resultando em eventos extremos, como secas prolongadas e inundações devastadoras, que tornam a disponibilidade de água cada vez mais imprevisível. Essa situação agrava a escassez hídrica em diversas regiões do país, colocando em risco a segurança do abastecimento de água, especialmente para as populações mais vulneráveis. Isso é o que discute o último episódio do Ciência &amp; Cultura Cast, que faz parte da nova edição da <a href="https://revistacienciaecultura.org.br/"><strong>Ciência &amp; Cultura</strong></a>, que traz como tema “Mudanças climáticas e a transversalidade do conhecimento”.</p>
<p>Os impactos das mudanças climáticas sobre a água são profundos e preocupantes. Quando eventos extremos ocorrem, eles podem não apenas destruir infraestruturas de abastecimento, mas também contaminar fontes de água potável, expondo a população a riscos elevados de doenças. Além disso, o aumento das temperaturas pode levar à proliferação de patógenos mortais em fontes de água doce, tornando a água perigosa para o consumo humano. “Temos muitas doenças de veiculação hídrica. E à medida que aumenta a precipitação, você aumenta a quantidade dessas doenças, como a proliferação de larvas de mosquitos, por exemplo, que crescem em poças de água com temperatura mais elevada. Assim há um crescimento muito grande, por exemplo, da dengue, como foi constatado este ano no Brasil. Mas não só a dengue, como outras doenças causadas por bactérias e protozoários. Então há reflexos bastante sérios na saúde humana”, alerta José Galizia Tundisi, professor do Instituto de Estudos Avançados da USP e presidente do Instituto Internacional de Ecologia e Gerenciamento Ambiental (IIEGA).</p>
<p>A crescente imprevisibilidade e escassez de água também intensificam o estresse hídrico em áreas já afetadas pela limitação de recursos hídricos. Essa situação não só ameaça a qualidade de vida das pessoas, mas também pode gerar uma competição crescente por água, exacerbando conflitos sociais. “Tem que considerar também que todos esses processos de mudanças climáticas que afetam os recursos hídricos têm um impacto econômico muito grande, causado não só pela perda de propriedade, mas também pela deterioração da qualidade de água, porque aumentam muito os custos do tratamento para oferecer água adequada para as populações, além de impactar na produção agrícola e, consequentemente, na produção de alimentos, e leva até mesmo a problemas de segurança alimentar”, enfatiza José Tundisi.</p>
<p><strong>Ouça ao episódio completo:</strong></p>
<p><a href="https://open.spotify.com/episode/1hFoTHhjVed965DzlbApU3?si=HF2sTXEfSHWAGleQbwF0Bw">https://open.spotify.com/episode/1hFoTHhjVed965DzlbApU3?si=HF2sTXEfSHWAGleQbwF0Bw</a></p>
<p>Ciência &amp; Cultura</p>
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		<title>SBPC divulga pontos de ajuda para afetados no temporal do RS</title>
		<link>http://www.jornaldaciencia.org.br/sbpc-divulga-pontos-de-ajuda-para-afetados-no-temporal-do-rs-5/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2024 13:50:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Grandes Temas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da SBPC]]></category>

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		<description><![CDATA[Estado sofre com fortes chuvas desde o dia 30 de abril, que já deixaram mais de 145 pessoas mortas. Os interessados podem doar roupas, alimentos, produtos de limpeza ou dinheiro. Faça sua parte. Ajude como puder]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estado sofre com fortes chuvas desde o dia 30 de abril, que já deixaram mais de 145 pessoas mortas. Os interessados podem doar roupas, alimentos, produtos de limpeza ou dinheiro. Faça sua parte. Ajude como puder</em></p>
<p>A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em solidariedade às mais de <strong>2 milhões de pessoas afetadas</strong> pelas severas chuvas no Rio Grande do Sul, listou alguns pontos confiáveis de doações aos que desejarem ajudar as vítimas.</p>
<p><strong>Faça sua doação.</strong></p>
<p>Para quem está próximo da capital do Estado, Porto Alegre, é possível fazer doações de itens específicos para auxílio dos desabrigados e desalojados, como colchões, roupas de cama e banho (devidamente higienizados) e cobertores.</p>
<p>Esses materiais podem ser entregues no Centro Logístico da Defesa Civil Estadual, que funciona na Avenida Joaquim Porto Villanova, 101, bairro Jardim Carvalho. O telefone do local para tirar dúvidas é (51) 3210 4255.</p>
<p>No dia 8 de maio, as agências dos Correios no Nordeste também passam a arrecadar donativos às vítimas das chuvas no Rio Grande do Sul. Com a ampliação, toda a rede de atendimento da estatal nas regiões Nordeste, Sudeste e Sul (No RS, apenas algumas cidades) e no Distrito Federal está disponível para o recebimento de itens como água (prioritário), alimentos da cesta básica, material de higiene pessoal, material de limpeza seco, roupas de cama e de banho e ração para pet. Os Correios também são responsáveis pelo transporte desses donativos aos moradores do estado gaúcho. A estatal está selecionando ainda voluntários para trabalharem na triagem dos donativos. O apoio será necessário nas cidades de Brasília (SOF Sul) e nos municípios de Cajamar e Guarulhos, na Grande São Paulo. As inscrições podem ser feitas pelos e-mails <a href="mailto:sgreo-bsb@correios.com.br">sgreo-bsb@correios.com.br</a> (Brasília) e <a href="mailto:spm-voluntarios-rs@correios.com.br">spm-voluntarios-rs@correios.com.br</a> (Grande São Paulo) e devem conter nome completo e telefone de contato. Os cidadãos podem buscar informações sobre o funcionamento por meio da Central de Atendimento, pelo telefone 0800 725 0100, de segunda à sexta, das 8h às 20h e aos sábados, da 8h às 14h.</p>
<p>Além dos pontos listados abaixo, Quartéis da Brigada Militar, Quartéis do Corpo de Bombeiros Militar, Prefeituras municipais e Unidades do Sesc estão também a postos para receber doações.</p>
<p>Os pontos de arrecadação são:<strong> </strong></p>
<p><strong>Centro Logístico da Defesa Civil Estadual</strong>: doações de itens na avenida Joaquim Porto Villanova, 201, na cidade de Porto Alegre — o telefone para contato é (51) 3210-4255. Mais informações <a href="https://sosenchentes.rs.gov.br/inicial">SOS Rio Grande do Sul</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Contribuições financeiras para prefeituras do RS:</strong></p>
<p>É possível fazer repasses em valores por meio de PIX para contas oficiais disponibilizadas pelas prefeituras. As chaves PIX de CNPJ são as seguintes:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Encantado – Associação Cultural Encantado</strong></p>
<p>PIX CNPJ: 11.330.190/0001-21</p>
<p>Banco: Coop. Sicredi Região dos Vales</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Muçum – CDL Câmara de Dirigentes Lojistas</strong></p>
<p>PIX CNPJ: 93.856.813/0001-69</p>
<p>Banco: Coop. Sicredi Região dos Vales<strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Roca Sales – Gabinete do prefeito</strong></p>
<p>PIX CNPJ: 88.187.935/0001-70</p>
<p>Banco: Caixa Econômica Federal<strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Santa Tereza – Município de Santa Tereza</strong></p>
<p>PIX CNPJ: 91.987.719/0001-13</p>
<p>Banco: Sicredi</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>RS URGENTE!</strong></p>
<p>UFRGS, UFCSPA e IFRS Solidários! se uniram na Campanha de solidariedade aos atingidos pelas chuvas</p>
<p>PIX: <a href="mailto:pixrssolidariedade@gmail.com">pixrssolidariedade@gmail.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Campanha Solidária SBC (Sociedade Brasileira de Computação)</strong></p>
<p>O Rio Grande do Sul precisa da nossa ajuda! DOE PELO PIX: sbc@sbc.org.br<strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Unisinos está com dois pontos de arrecadação para itens prioritários</strong> (cobertores e colchões; itens de limpeza; alimentos):</p>
<p>PIX: solidariedade@unisinos.br</p>
<p>Unisinos POA – Térreo e andar B</p>
<p>Unisinos São Leopoldo – Em frente ao espaço colaborativo</p>
<p><a href="https://www.unisinos.br/noticias/acao-emergencial-em-solidariedade-aos-atingidos-pelas-chuvas/">Mais informações aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Universidade Feevale promove ações para ajudar vítimas das inundações</strong></p>
<p>Há dois pontos de coletas na Universidade:</p>
<p>Escola de Aplicação Feevale, no Câmpus I (Av. Dr. Maurício Cardoso, 510, bairro Hamburgo Velho, Novo Hamburgo);</p>
<p>Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão (Proppex), no 2º andar do prédio Lilás, no Câmpus II (ERS-239, 2755, Novo Hamburgo).</p>
<p><a href="https://www.feevale.br/acontece/noticias/universidade-feevale-promove-acoes-para-ajudar-vitimas-das-inundacoes">Mais informações aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Comunidade PUCRS</strong></p>
<p>A campanha receberá kits de higiene pessoal e limpeza geral, alimentos não perecíveis, agasalhos, calçados e roupras íntimas novas, fraldas, roupas de cama, colchões, travesseiros e cobertotes.</p>
<p>Local: Pastoral da PUCRS, sala 224, no Prédio 15 Living 360º e pontos de coleta da Campanha do Agasalho: Prédio 32 (Parque Esportivo), Prédio 50 (InsCer 63), Prédio 11 (Biblioteca -16) e Prédio 1 (Tecnolpuc= 99A)</p>
<p>Para mais informações, entre em contato: <a href="mailto:pastoral@pucrs@pucrs.br">pastoral@pucrs@pucrs.br</a> ou (51) 98335-0187</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SOS CHuvas</strong></p>
<p>Ponto de arrecadação em Porto Alegre no escritório da deputada Luciana Genro e do vereador Roberto Robaina (Psol) – Avenida Sen. Salgado Filho, 353 – das 9h às 17h</p>
<p>Quem quiser colaborar com PIX a chave é <strong>emancipamulher@gmail.com</strong> (em nome de Carla Zanella)</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>MST pede apoio às vítimas da calamidade no RS</strong></p>
<p>Para doar:</p>
<p>Banco: 350</p>
<p>Agência:3001</p>
<p>Conta: 30253-8</p>
<p>CNPJ: 09.352.141/0001-48</p>
<p>Nome: Instituto Brasileiro de Solidariedade</p>
<p>Chave PIX: 09352141000148</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Força Sindical e CUT do RS e seus sindicatos filiados</strong> lançam campanha “Unidos pelo Rio Grande”</p>
<p><a href="https://radiopeaobrasil.com.br/forca-rs-mobiliza-sindicatos-em-solidariedade-as-vitimas-das-enchentes-no-estado/">Veja aqui mais informações</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Band Abraça</strong></p>
<p>Para contribuir com as vítimas afetadas pelas chuvas no Rio Grande do Sul, o Grupo Bandeirantes de Comunicação e a Central Única das Favelas (CUFA) realizam a campanha “Band Abraça o Rio Grande do Sul”. Você pode enviar sua doação via PIX direto da sua conta para a CUFA pelo e-mail: <a href="mailto:doacoescufars@gmail.com">doacoescufars@gmail.com</a><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Profissionais da Saúde Voluntários</strong></p>
<p>A Secretaria da Saúde do RS está cadastrando profissionais da área voluntários – médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos entre outros – para compor um banco de profissionais que poderão ser convidados a atuar em hospitais, unidades de pronto atendimento e demais serviços de saúde.</p>
<p>Para se cadastrar: <a href="https://saude.rs.gov.br/cadastro-de-profissionais">https://saude.rs.gov.br/cadastro-de-profissionais</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Doação de sangue</strong></p>
<p>O Hemocentro da Capital está preocupado com o risco de desabastecimento de bolsas de sangue nos próximos dias, em razão dos resgates e atendimentos às vítimas do desastre natural. Para doar sangue, o Hemocentro pede que agende antecipadamente a intenção, que pode ser feito por telefone, (51) 3339-7330, ou por mensagem de WhatsApp, no número (51) 98405-4260.</p>
<p>O Hemocentro fica localizado na avenida Bento Gonçalves, 3722, em Porto Alegre, e funciona das 8h às 16h, de segunda a sexta-feira. Além disso, estará aberto no sábado, das 8h às 12h, para atender até 140 doadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Médicos Veterinários Voluntários</strong></p>
<p>A Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura está cadastrando médicos veterinários para atendimento de animais domésticos com diagnóstico clínico e primeiros socorros. Os profissionais também farão o cadastro dos animais para futura aplicação de chip e castração.</p>
<p>Os interessados devem entrar em contato através do telefone (51) 3288-7409 ou pelo e-mail <a href="mailto:voluntariado@sema.rs.gov.br">voluntariado@sema.rs.gov.br</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Universidades paulistas: “Vamos Ajudar as Vítimas das Enchentes no RS”</strong></p>
<p>A <a href="https://jornal.usp.br/comunicados/usp-lanca-campanha-vamos-ajudar-as-vitimas-das-enchentes-no-rs/">USP, a Unesp, a Unicamp, o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina (HCFMUSP) e a Fundação de Apoio à Universidade de São Paulo (Fusp)</a> estão arrecadando água potável e material de limpeza, como água sanitária, sabão em pó, panos de chão e desinfetante, para a população do Estado do Rio Grande do Sul. Alunos, professores, servidores técnicos e administrativos da Universidade e a comunidade em geral podem fazer suas doações.  No campus da USP no Butantã, as doações podem ser feitas no galpão da Incubadora USP/Ipen, próximo ao Hospital Universitário (Av. Prof. Ernesto de Moraes Leme, 400). O local estará aberto 24 horas. Também é possível que as doações, em qualquer valor, possam ser feitas via pix pelo e-mail <a href="mailto:pixfsantander@fusp.org.br">pixfsantander@fusp.org.br</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>FAÇA SUA PARTE. DOE. AJUDE. SEJA SOLIDÁRIO.</p>
<p><em>SBPC, com informações da Defesa Civil do RS</em></p>
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		<item>
		<title>Luciana Gomes Barbosa e Laila Salmen Espindola representarão a SBPC no Conama</title>
		<link>http://www.jornaldaciencia.org.br/2-luciana-gomes-barbosa-e-laila-salmen-espindola-vao-representar-a-sbpc-no-conama/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Mar 2023 15:48:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias da SBPC]]></category>
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		<description><![CDATA[As indicações, feitas pelo presidente da entidade, Renato Janine Ribeiro, já foram encaminhadas ao Governo]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>As indicações, feitas pelo presidente da entidade, Renato Janine Ribeiro, já foram encaminhadas ao Governo</em></p>
<p>Luciana Gomes Barbosa, professora da Universidade Federal da Paraíba (UFPA), será a representante titular da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) no Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Laila Salmen Espindola, professora titular da Universidade de Brasília (UnB) e diretora da entidade, será a suplente. As indicações, feitas pelo presidente da entidade, Renato Janine Ribeiro, já foram encaminhadas ao Governo.</p>
<p>O <a href="http://conama.mma.gov.br/o-que-e-o-conama" target="_blank">Conama</a> é um órgão consultivo e deliberativo do Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA) e foi instituído pela <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938.htm" target="_blank">Lei 6.938/81</a>, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, regulamentada pelo <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/antigos/d99274.htm" target="_blank">Decreto 99.274/90</a>.</p>
<p>O órgão existe para assessorar, estudar e propor ao Governo Federal as linhas de direção que devem tomar as políticas governamentais para a exploração e preservação do meio ambiente e dos recursos naturais. Além disso, também cabe ao órgão, dentro de sua competência, criar normas e determinar padrões compatíveis com o meio ambiente ecologicamente equilibrado e essencial à sadia qualidade de vida.</p>
<p>Barbosa é fundadora e coordenadora da Rede Internacional de Limnologia de Terras Secas (INLD), bem como coordenadora do Grupo de trabalho &#8220;Limnology of Drylands&#8221; da Sociedade Internacional de Limnologia (SIL). Tem atuado principalmente na compreensão dos efeitos da seca e múltiplos estressores, tais como a salinidade e eutrofização, sobre a biodiversidade e resiliência em ecossistemas aquáticos de terras secas. Atualmente é presidente da Associação Brasileira de Limnologia (ABLimno), representante do Brasil no Comitê Internacional da SIL e coordenadora do Grupo de Trabalho em Meio Ambiente da SBPC.</p>
<p>Espindola, por sua vez, além de professora titular da UnB, é coordenadora do Laboratório de Farmacognosia/UnB. Também coordenadora do Programa de Pós-graduação em Ciências Médicas da Faculdade de Medicina/UnB, desde 2019, foi chefe do Departamento de Farmácia/Faculdade de Ciências da Saúde também da UnB (mandato 2016-2018) e conselheira da SBPC (quadriênio 2015-2019), onde atua desde como Diretora desde 2021. A pesquisadora é membro do Conselho de Gestão do Patrimônio Genético (CGen)/Ministério do Meio Ambiente, desde 2018 e da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), desde 2019. Desenvolve pesquisa em farmacognosia /química de produtos naturais com ênfase na atividade de extratos e substâncias da biodiversidade em agentes patogênicos de doenças infecciosas, ou para o controle de vetores envolvidos na transmissão das arboviroses, e em câncer. Em 2020, iniciou estudo para a caracterização do perfil clínico e metabolômico de pacientes acometidos pela coinfecção covid-19 e doenças endêmicas no Brasil.</p>
<p><em>Jornal da Ciência</em></p>
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		<item>
		<title>Conter os impactos das mudanças climáticas no Brasil exige preservação da Amazônia e investimento em ciência</title>
		<link>http://www.jornaldaciencia.org.br/conter-os-impactos-das-mudancas-climaticas-no-brasil-exige-preservacao-da-amazonia-e-investimento-em-ciencia/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2022 18:16:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Grandes Temas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da SBPC]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas de CT&I]]></category>

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		<description><![CDATA[Aumento do desmatamento, ausência de políticas públicas para a preservação dos oceanos e cortes orçamentários foram algumas das problemáticas apontadas pelos cientistas que participaram do 10º seminário da série "Projeto para um Brasil Novo"]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Aumento do desmatamento, ausência de políticas públicas para a preservação dos oceanos e cortes orçamentários foram algumas das problemáticas apontadas pelos cientistas que participaram do 10º seminário da série &#8220;Projeto para um Brasil Novo&#8221;</em></p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2022/06/seminário-mudanças-climáticas.png"><img class="aligncenter wp-image-17932 size-post img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2022/06/seminário-mudanças-climáticas-653x350.png" alt="seminário mudanças climáticas" width="653" height="350" /></a></p>
<p>Para conter os efeitos das mudanças climáticas no Brasil é necessário um conjunto de políticas públicas que envolvam a preservação da Amazônia, o reconhecimento e proteção ambiental dos oceanos e zonas costeiras, além de investimentos em Ciência, Tecnologia e Inovação, além de adaptar o país ao novo clima. Estes foram alguns dos principais pontos debatidos no 10⁰ seminário da série &#8220;Projeto para um Brasil Novo&#8221;, realizado na noite da última quarta-feira (08) e transmitido pelo canal do <a href="https://www.youtube.com/canalsbpc" target="_blank">YouTube da SBPC</a>.</p>
<p>A discussão foi coordenada pelo professor do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP) e vice-presidente da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), Paulo Artaxo, e contou com a participação de Carlos Nobre, pesquisador do Instituto de Estudos Avançados da USP (IEA-USP), e que trabalhou muitos anos no INPE; Moacyr Araújo, coordenador da Rede Clima do MCTI, e vice-reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Suzana Kahn Ribeiro, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e vice-diretora do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia (Coppe/UFRJ); e Thelma Krug, vice-presidente do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima), e ex-pesquisadora do INPE.</p>
<p>Na abertura dos debates, Artaxo destacou a importância de agir urgentemente sobre as mudanças climáticas. “Esse é um tema mais do que estratégico para o País, porque sem um clima estável, que forneça os serviços ecossistêmicos que precisamos, a economia brasileira, baseada no agronegócio, pode não ter sucesso nas próximas décadas. O Brasil tem boas oportunidades no enfrentamento das mudanças climáticas, que estão sendo desperdiçadas por políticas erradas”. O pesquisador acrescentou que “os eventos climáticos extremos estão nos atingindo em cheio, e o País está totalmente despreparado para proteger as populações vulneráveis.”</p>
<p>Iniciando a discussão, o professor Moacyr Araújo, trouxe um olhar para a <a href="https://www.youtube.com/watch?v=6ISf8Olqz1E" target="_blank">Amazônia Azul</a>, uma área marinha com 4,5 milhões de km². &#8220;Nós temos a nossa Amazônia Verde, mas temos também a Amazônia Azul, que tem uma área da mesma magnitude que a verde, mas é menos conhecida. E essa Amazônia Azul merece atenção. Para se ter uma ideia, 20% do nosso PIB (Produto Interno Bruto) passa pela economia do mar, o que representa aproximadamente R$ 2 trilhões.”</p>
<p>Araújo listou 16 ações prioritárias para o primeiro ano do próximo Governo Federal, visando a preservação dos oceanos e das zonas costeiras. Entre as principais medidas que precisam ser efetuadas, estão a aprovação do <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=604557" target="_blank">projeto de lei nº 6.969/2013</a>, que institui a Política Nacional para a Conservação e o Uso Sustentável do Bioma Marinho Brasileiro, conhecido popularmente como Lei do Mar; a retirada definitiva da <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=508965" target="_blank">PEC (Proposta de Emenda à Constituição) nº 39/2011</a>, que propõe a extinção dos terrenos de marinha; vetar a expansão da exploração de petróleo e gás offshore em áreas de reconhecida sensibilidade ambiental; e reforçar o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), com a criação de mais unidades de conservação costeiras e marinhas.</p>
<p>Carlos Nobre, trouxe ao debate considerações do Painel Científico para a Amazônia (SPA), uma iniciativa criada em 2019 para combater a emergência climática e, consequentemente, a emergência amazônica, além de discutir caminhos de sustentabilidade para a Amazônia.</p>
<p>&#8220;O que nós precisamos fazer para combater a emergência amazônica? A primeira conclusão do SPA diz: Temos que ter uma moratória do desmatamento, da degradação e do fogo em todo o sul da Amazônia imediatamente. Quando a gente olha a Amazônia, observamos que  desde o Peru, Bolívia, Acre, Rondônia, sul do Amazonas, norte do Mato Grosso e sul do Pará, ou seja, uma área de 2,3 milhões de km², é uma enorme região com maior índice de desmatamentos, e inúmeros estudos mostraram que essa região passou por uma transformação climática muito forte e está muito próxima de um ponto de não-retorno”, enfatizou.</p>
<p>Para se ter uma ideia, a estação seca nessa região ficou cinco semanas mais longa desde o ano de 1979. Esses períodos secos tradicionalmente ocorriam uma vez a cada 15 a 20 anos, mas nos últimos 20 anos já ocorreram quatro vezes. O cenário se agrava ao considerarmos que as espécies da Amazônia não são resilientes ao fogo e que essa grande transformação climática trouxe um aumento também na mortalidade das árvores.</p>
<p>Nobre também trouxe as outras três considerações apontadas pelo Painel Científico para a Amazônia que visam o controle das mudanças climáticas: zerar todo o desmatamento, degradação e fogo em toda a floresta até 2030; aplicação de políticas amplas de restauração, reflorestamento e regeneração do sul da Amazônia; e a necessidade de criação de uma nova bioeconomia na região, com florestas em pé.</p>
<p><strong>Brasil se compromete em reduzir a emissão de gases, mas não diz como fará isso</strong></p>
<p>A vice-presidente do IPCC, Thelma Krug, trouxe em sua fala diversos acordos internacionais que o Brasil firmou, se comprometendo a reduzir os gases do efeito estufa, como o Acordo de Paris, a os compromissos assinados na COP-26. Entretanto, mesmo com o comprometimento no papel, o País não vem cumprindo as metas firmadas e, também, não detalha como vai cumpri-las futuramente. “Não existe uma posição clara do Brasil em como ele vai atingir as metas internacionais para redução de gases poluentes”, alertou.</p>
<p>Krug também criticou o retrocesso que o País vive em suas políticas ambientais. &#8220;Nós tivemos políticas públicas importantes, como o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento, e essas ações nos levaram a uma redução de 82% no desmatamento de 2003 a 2013. Mas de 2014 a 2018, tivemos um incremento de 50% com relação a essa redução. E de 2018 a 2021, um aumento de 73%. Nesse atual governo, nós praticamente dobramos a área desmatada na Amazônia.&#8221; Isso reflete uma política que vai na direção contrária aos compromissos do País.</p>
<p>Professora titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Suzana Kahn Ribeiro complementou o discurso de Krug ao apontar que, enquanto o desmatamento cresceu, a principal medida para controle das mudanças climáticas no Brasil caiu: o investimento em CT&amp;I. “Como essa série de palestras da SBPC é para um novo Brasil, eu não vejo como possamos ter um novo Brasil sem investimentos em Ciência, Tecnologia e Inovação. Essa é a melhor forma da gente enfrentar as mudanças climáticas.”</p>
<p>Ribeiro concluiu que, além de retroceder décadas nas políticas ambientais, o Brasil também não tem acompanhado os debates e as medidas internacionais sobre o tema, perdendo o protagonismo internacional que tínhamos. Conforme apontou, o número de investimentos nas áreas cruciais à inovação tecnológica climática aumentou dez vezes entre 2013 e 2018 no mundo. Mas no Brasil, no mesmo período, os investimentos na área de P&amp;D (Pesquisa &amp; Desenvolvimento) caíram 37%, ou seja, foram na contramão do mundo. Deixar de investir na inteligência brasileira é nos condenar ao subdesenvolvimento. “Isso é inadmissível. A gente está na era do conhecimento, da economia desmaterializada, da alta tecnologia, e não investimos naquilo que poderá realmente nos levar ao desenvolvimento do País.”</p>
<p><strong>Série visa ao comprometimento político com a ciência</strong></p>
<p>Criada pela SBPC, a série &#8220;Projeto para um Brasil Novo&#8221; tem como objetivo formular um documento com compromissos que devem ser firmados por políticos em prol do desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Informação no País.</p>
<p>Os próximos assuntos a serem abordados são: “Questão indígena” e “Cultura”. O primeiro seminário refletiu sobre <a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/pacto-com-a-sociedade-para-um-novo-brasil/">“Ciência, Tecnologia e Inovação</a>”, o segundo <a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/educacao-basica-e-fundamental-para-a-ciencia-afirmam-especialistas/" target="_blank">“Educação básica”</a>, o terceiro, <a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/ensino-superior-tem-que-ser-politica-de-estado-dizem-especialistas/" target="_blank">“Educação superior”</a>, o quarto, <a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/pos-graduacao-em-questao/" target="_blank">“Pós-graduação”</a>; o quinto tratou do tema <a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/saude-ciencia-e-inovacao-devem-estar-no-centro-de-uma-nova-estrategia-nacional-de-desenvolvimento-afirmam-especialistas/" target="_blank">“Saúde”</a>, o sexto trouxe apontamentos acerca do <a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/o-desafio-de-enfrentar-as-mudancas-climaticas/" target="_blank">“Meio Ambiente”</a>, o sétimo sobre <a href="https://www.youtube.com/watch?v=PUHBqdEez18" target="_blank">“Direitos Humanos&#8221;</a>, o oitavo sobre &#8220;<a href="https://youtu.be/6h5FYCVajHk" target="_blank">Segurança Pública</a>&#8221; e o nono acerca da &#8220;<a href="https://youtu.be/GAkHBKs-lDE" target="_blank">Diversidade de gênero e raça</a>&#8220;.</p>
<p>Confira aqui o último seminário realizado, sobre <a href="https://www.youtube.com/watch?v=SU0egph-BTo&amp;t" target="_blank">“Mudanças climáticas”</a></p>
<p><em>Rafael Revadam – Jornal da Ciência</em></p>
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		<title>Os desafios do Brasil na exploração da Amazônia Azul</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2020 17:39:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Grandes Temas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da SBPC]]></category>

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		<description><![CDATA[No primeiro dia da 72ª Reunião Anual da SBPC em sua versão virtual e estendida, pesquisadores e especialistas debatem o potencial econômico e energético da costa oceânica brasileira]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>No primeiro dia da 72ª Reunião Anual da SBPC em sua versão virtual e estendida, pesquisadores e especialistas debatem o potencial econômico e energético da costa oceânica brasileira</em></p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2020/09/painel.png"><img class="aligncenter wp-image-12315 size-post img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2020/09/painel-653x350.png" alt="painel" width="653" height="350" /></a></p>
<p>Às vésperas da entrada da Década do Oceano (2021-2030), instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil se encontra na necessidade de investir na ampliação das pesquisas científicas e tecnológicas visando o melhor aproveitamento da ampla capacidade do território de 300 milhas e 9,5 mil quilômetros da Costa Leste.</p>
<p>Esta foi a indicação de pesquisadores e profissionais da área oceanográfica durante o Painel “Ciências do Mar: Herança para o Futuro”, que abriu o primeiro ciclo da versão estendida e virtual da 72ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência (SBPC), nesta terça-feira (1/9).</p>
<p>O debate, mediado pelo professor Jaílson Bittencourt de Andrade, da Universidade Federal da Bahia, contou com a participação do almirante de esquadra Marcos Sampaio Olsen, diretor geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha; Segen Farid Estefen, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Helenice Vital, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); Alexander Turra, da Universidade de São Paulo (USP), e Humberto Alves Barbosa, da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).</p>
<p>Em sua exposição, o almirante Olsen falou das diretrizes da Política Nacional de Defesa (PND) para a atuação da Marinha, que estabelece a estratégia de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&amp;I) para a atuação no campo oceanográfico. Ao contrário das demais forças armadas, a Marinha não tem um instituto próprio de pesquisas, atuando em parceria com a academia. Olsen relatou um dos maiores desafios recentes enfrentados pela força, que foi o combate ao crime ambiental de derramamento de óleo na costa nordestina em 2019.</p>
<p>O almirante, assim como outros debatedores, defendeu a criação do Instituto Nacional do Mar (Inmar) e disse que a Marinha está empenhada em somar esforços com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para criação do instituto. “A ideia é atuarmos preliminarmente ao instituto congregando a comunidade científica e os recursos”, comentou.</p>
<p>O engenheiro Sergen Farid Estefen, professor titular de estruturas oceânicas e tecnologia submarina do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe/UFRJ), afirmou que o derramamento de óleo na costa do Nordeste no ano passado evidenciou a necessidade de maior integração da comunidade cientifica para que ações de proteção da costa oceânica brasileira sejam cada vez mais efetivas.</p>
<p>“A implantação de tecnologias de monitoramento da nossa costa, tanto por radares quanto satélites se mostra como uma das prioridades que teremos em relação à prevenção e mitigação nos próximos anos”, disse Estefen. Para ele, o país tem que ter estratégias, não só para proteção da costa, mas também para aproveitar os benefícios da chamada economia azul, que se produz no oceano e na qual o Brasil tem como destaque a produção de petróleo no mar, ampliada com a descoberta das reservas do pré-sal.</p>
<p>O petróleo é o produto mais conhecido da economia azul, mas Estefen citou a importância do transporte marítimo, tanto de cabotagem quanto para exportação e importação de produtos e commodities e o segmento de energia ainda pouco explorado. “Estamos em fase pré comercial do aproveitamento de ondas, marés, correntes para que sejam fontes convertidas para eletricidade ou usadas na dessalinização”, disse.</p>
<p>A professora e geóloga Helenice Vital destacou o papel dos oceanos como o maior sistema de suporte à vida do planeta e também apontou o potencial econômico. “Estima-se que em 2030 aproximadamente US$ 3 trilhões serão gerados anualmente em setores oceânicos como transporte, pesca, turismo e energia”, afirmou. Na visão dela, no entanto, a escala, o ritmo e a prática atuais da descoberta e observação cientifica não estão acompanhando as mudanças no oceano e nas condições humanas. “Precisamos de mudanças fundamentais na maneira como os pesquisadores se relacionam com os tomadores de decisão para co-criar conhecimento que irá abordar problemas urgentes de desenvolvimento”, afirmou Helenice Vital, conclamando a um maior compartilhamento de informações entre os pesquisadores e uma maior liberdade de pesquisa para expandir o conhecimento.</p>
<p>Alexander Turra, que também é membro do grupo de especialistas do processo de avaliação do meio ambiente marinho junto às Nações Unidas, trouxe dados do relatório recente da Comissão Oceanográfica Intergovernamental que abrange o período 2010-2014, sobre como a ciência oceânica está sendo produzida no mundo. Segundo ele, o Brasil tem despontado com aumento da produção de pesquisas na área e tem uma posição de destaque por várias razões, uma delas é a infraestrutura de instituições, laboratórios, em especial os flutuantes civis e militares. “Em termos de publicações, o Brasil está em primeiro lugar na América do Sul com 3,2 mil ‘papers’ publicados e 51 mil citações no último levantamento”. Para Turra, houve um aumento da produção porque o país declarou, naquele período, a pesquisa como prioridade pública, ou seja, houve uma política de estado que levou a uma mudança no cenário.</p>
<p>Humberto Barbosa, que também é membro do conselho técnico cientifico do Instituto Nacional do Semiárido do MCTIC, disse que o ponto principal, quando se fala em herança é tecnologia e inovação. “Se a gente está falando de infraestrutura científica, de redes de pesquisa interinstitucional e interdisciplinar para fortalecer pesquisas sobre os mares, obviamente que uma herança para o futuro parte do princípio da tecnologia e inovação”, afirmou.</p>
<p>Barbosa também chamou a atenção para as lacunas existentes no Brasil entre a academia e centros operacionais, principalmente em função da falta de recursos humanos qualificados. Nesse sentido, afirmou, a capacitação se tornou um desafio para o País.</p>
<p>Assista ao debate na íntegra no canal da SBPC no YouTube<a href="https://www.youtube.com/watch?v=RI2yElIASY0&amp;list=PLVigrCJ_g6LdkU5BaJOHpYLU-BB60xHmJ&amp;index=7&amp;t=0s" target="_blank">, clicando neste link.</a></p>
<p>Confira toda programação da 72ª Reunião Anual da SBPC: <a href="http://ra.sbpcnet.org.br/72RA/" target="_blank">http://ra.sbpcnet.org.br/72RA/</a></p>
<p><em>Jornal da Ciência</em></p>
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		<title>Novo vídeo da série #SomosTodosCiência homenageia a Amazônia Azul</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Nov 2019 20:10:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carlos SBPC]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Grandes Temas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da SBPC]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas de CT&I]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedades Científicas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia & Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[A produção lançada pela SBPC em seu canal no YouTube destaca, de forma didática,  a riqueza e o potencial da zona marítima brasileira e ressalta a importância de todos lutarem pela sua preservação]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #58595b;"><em>A produção lançada pela SBPC em seu canal no YouTube destaca, de forma didática,  a riqueza e o potencial da zona marítima brasileira e ressalta a importância de todos lutarem pela sua preservação</em></p>
<p style="color: #58595b;">Em celebração ao Dia da Amazônia Azul, comemorado no último dia 16 de novembro, a SBPC lançou o vídeo “<a style="color: #428bca;" href="https://www.youtube.com/watch?v=6ISf8Olqz1E" target="_blank">Amazônia Azul – Biodiversidade marinha brasileira</a>“, o quarto da série #SomosTodosCiencia. A Amazônia Azul é uma zona econômica marítima exclusiva do Brasil, espalhada por cerca de 5,7 milhões de quilômetros quadrados de oceano, segundo a Marinha do Brasil. Essa área contém uma enorme quantidade de recursos importantes para a economia, para nossa população e para a vida no planeta.</p>
<p style="color: #58595b;"><a style="color: #428bca;" href="https://www.youtube.com/watch?v=6ISf8Olqz1E" target="_blank">A produção</a> lançada pela SBPC em seu canal no YouTube contou com a colaboração do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Biodiversidade e Produtos Naturais (INCT-BioNat). O vídeo destaca, de forma didática, a riqueza e o potencial da zona marítima brasileira e ressalta a importância de todos lutarem pela sua preservação. Responsável pelo sustento de mais de um milhão de pescadores e suas famílias, é dessa área também que é extraído 85% do petróleo brasileiro e 75% do gás. É por esse mar que passa ainda 95% do comércio exterior brasileiro.</p>
<p style="color: #58595b;">Conforme ressalta o vídeo, a Amazônia Azul é fundamental para o controle do clima no País e para a qualidade ambiental das costas brasileiras. Sua biodiversidade traz ainda infinitas possibilidades para o desenvolvimento de produtos para a indústria energética, farmacêutica, alimentar e de cosméticos. Alguns exemplos são os biocombustíveis, medicamentos modernos e sustentáveis e, também, os cosméticos. O Brasil já possui diversos grupos de pesquisas dedicados aos estudos de produtos naturais bioativos marinhos e vários compostos inéditos já foram identificados e registrados por nossos cientistas nessa imensa região.</p>
<p style="color: #58595b;">No entanto, esse ecossistema complexo e frágil sofre constantes ameaças, seja pelas mudanças climáticas, pelo aumento da concentração de CO2 que provoca a acidificação das águas, seja pela poluição causada por petróleo, lixo plástico e outros produtos tóxicos despejados nos mares. Um exemplo dramático temos assistido nos últimos meses: o desastre do vazamento de óleo que começou nas praias do Nordeste e vem se espalhando por toda a costa brasileira.</p>
<p style="color: #58595b;">A criação do Dia Nacional da Amazônia Azul foi proposta pelo Projeto de Lei do Senado 30/2014. O dia 16 de novembro foi escolhido por meio de emenda da Câmara dos Deputados por ser a data em que entrou em vigor, em 1994, a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, após ter sido ratificada por 60 países. Também conhecida como Lei do Mar, a Convenção estabeleceu limites para os espaços marítimos. Além de reforçar a importância social e econômica dessa área para o desenvolvimento do País, o estabelecimento da data comemorativa busca promover o conhecimento sobre o mar brasileiro e contar sua história.</p>
<p style="color: #58595b;">O <a style="color: #428bca;" href="https://www.youtube.com/watch?v=6ISf8Olqz1E" target="_blank">vídeo já está disponível no canal do YouTube da SBPC. Assista ao vídeo aqui</a> e compartilhe!</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/6ISf8Olqz1E" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><br />
<strong>#SomosTodosCiência</strong></p>
<p>A série de vídeos de popularização da ciência <a style="color: #428bca;" href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLVigrCJ_g6LelvFZj-AzopUggEjd4NxI7">#SomosTodosCiência foi lançada em 2019</a> na TV SBPC, no YouTube. Além do recém-lançado vídeo sobre a Amazônia Azul,  foram divulgados 3 vídeos: Centenário do Eclipse de Sobral, Meninas na Ciência, SBPC 70 anos. Confira!</p>
<p><em>Jornal da Ciência</em></p>
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		<title>Pesquisadores debatem diminuição do lixo e aquecimento dos oceanos</title>
		<link>http://www.jornaldaciencia.org.br/pesquisadores-debatem-diminuicao-do-lixo-e-aquecimento-dos-oceanos/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Jun 2018 12:49:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Daniela]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Água]]></category>

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		<description><![CDATA[Seminário realizado no dia mundial dos oceanos reuniu, em São Paulo, especialistas de todo o País para discutir os caminhos para a sustentabilidade dos mares]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7488" style="width: 410px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2018/06/instituto_de_estudos_avancados_da_usp_sediou_seminario_-o_futuro_dos_oceanos-_1__2018-06-12102540.jpg"><img class="wp-image-7488 size-full img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2018/06/instituto_de_estudos_avancados_da_usp_sediou_seminario_-o_futuro_dos_oceanos-_1__2018-06-12102540.jpg" alt="Seminário realizado no dia mundial dos oceanos reuniu, em São Paulo, especialistas de todo o País para discutir os caminhos para a sustentabilidade dos mares. (Foto: Divulgação)" width="400" height="267" /></a><p class="wp-caption-text">(Foto: Divulgação)</p></div>
<p style="color: #58595b;"><em>Seminário realizado no dia mundial dos oceanos reuniu, em São Paulo, especialistas de todo o País para discutir os caminhos para a sustentabilidade dos mares</em></p>
<p style="color: #58595b;">Pesquisadores, ativistas e representantes do poder público discutiram no Dia Mundial dos Oceanos, 8 de junho, os principais desafios ambientais para o maior e mais importante ecossistema do Planeta, os mares.</p>
<p style="color: #58595b;">Intitulado “O Futuro dos Oceanos”, o seminário, constituído por quatro mesas redondas, debateu os caminhos para a sustentabilidade dos mares e a superação dos principais problemas que desafiam pesquisadores e comprometem o futuro de nossas águas, como a poluição e o aquecimento global.</p>
<p style="color: #58595b;">Promovido no auditório do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP, em São Paulo, o seminário é uma iniciativa da revista Scientific American Brasil em parceria com o Instituto Oceanográfico (IO) da USP e o IEA, e conta com apoio institucional da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).</p>
<p style="color: #58595b;">A primeira mesa foi intitulada “Os Oceanos e as mudanças climáticas: impactos, interações e consequências”. Mediada pelo organizador do evento, Alexander Turra, do IO-USP, foi composta pelo climatologista Tércio Ambrizzi, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP, Margareth Copertino, do Instituto de Oceanografia da Universidade Federal do Rio Grande, e pelo representante do Ministério do Meio ambiente (MMA), Régis Pinto de Lima.</p>
<p style="color: #58595b;">Ambrizzi se apoiou no mais recente relatório do IPCC para apresentar o aumento das temperaturas dos oceanos. Ele criticou o lobby das empresas petrolíferas e de carvão, que atrapalham os objetivos para a diminuição do crescimento da concentração de CO2 na atmosfera. “O que temos visto recentemente é a substituição, em alguns lugares, de políticas favoráveis à mitigação da emissão de CO2, da sustentabilidade, por um programa das indústrias de mais emissões e mais queimadas de combustíveis fósseis. E está provado que isso não é bom para o planeta”, diz o pesquisador.</p>
<p style="color: #58595b;">“Vida marinha: como deter a desertificação em curso” foi o nome do segundo painel, que contou com Letícia Reis de Carvalho, coordenadora geral da Secretaria de Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do MMA.  A especialista defendeu uma maior regulação ambiental em países em desenvolvimento, como o Brasil. Na visão de Carvalho, a produção industrial se deslocou para esses países sem uma legislação adequada.</p>
<p style="color: #58595b;">“Há uma tendência em países de renda média, como Brasil, China e África do Sul”, diz a pesquisadora, “de concentrar e atrair cada vez mais a produção que antes estava em territórios de países desenvolvidos. Nesse sentido, a produção de substâncias químicas, de commodities à química fina, que depois será despejado, via emissões ou resíduos, dentro dos oceanos, está concentrada em países como a China, que não têm as mesmas salvaguardas regulatórias para preservar seu ambiente dos danos dessas substâncias. Isso precisa ser revisto urgentemente.”</p>
<p style="color: #58595b;">Cintia Miyaji, da Associação Brasileira pela Pesca Sustentável, falou sobre a exaustão dos estoques pesqueiros e os problemas ambientais apresentados pela aquicultura, que parecia ser uma solução de baixo impacto para a pesca. “Infelizmente, nós não temos perspectiva a médio prazo de que ações governamentais realmente tratem das questões do manejo da pesca e da aquicultura, por isso é que eu tenho me debruçado lá na ponta, com o consumidor e o varejo, para ver se a mudança de atitude dispara o gatilho econômico da discussão”.</p>
<p style="color: #58595b;">A terceira mesa-redonda, que debateu os desafios e perspectivas das áreas marinhas protegidas, foi composta pela gerente de Cooperação Internacional e Projetos Especiais da Diretoria de Áreas Protegidas do MMA, Ana Paula Leite Prates, Ana Carolina Lobo, do World Wildlife Fund (WWF), Leandra Gonçalves, do IO-USP, Warwick Manfrinato, do IEA. A mediação ficou por conta de Alfredo Nastari, do IEA.</p>
<p style="color: #58595b;">Lobo, do WWF, falou sobre os projetos da entidade para a reciclagem de materiais plásticos, contribuindo para que eles não desaguem no mar. Citando o exemplo de uma máquina doada a uma favela paulistana, que coleta e transforma o plástico em souvenir, a especialista disse como a sociedade, se engajada, pode contribuir. “Esse programa ajuda os moradores locais, que conseguem vender a lembrança por 15 reais, gerando emprego, renda e consciência para essas comunidades. Além, é claro, de contribuir para o meio ambiente, a proteção e a sustentabilidade de nossas águas”, defendeu.</p>
<p style="color: #58595b;">Manfrinato tratou da Reserva da Biosfera, dispositivo de conservação da Unesco para descobrir soluções ambientais. “Obtivemos vitórias importantes, como a ampliação do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros e a designação de dez novas áreas úmidas como Sítios RAmsar”, exemplifica. O pesquisador do IEA diz que devemos incentivar a sociedade a ocupar seu espaço no debate para acabar com a crise de representatividade em que vivemos.</p>
<p style="color: #58595b;">Na mesa final, “Soluções para um mar sem lixo”, Miguel Bahiense, representante do Fórum Setorial dos Plásticos (Plastivida) e Régis Pinto de Lima coordenador geral do Departamento de gestão ambiental territorial do MMA falaram sobre as empresas como atores no estimulo à reciclagem e criação de planos para evitar que o lixo seja descartado no mar, destacando a importância de alterar a visão da sociedade com métodos educativos e o papel dos eventos e acordos internacionais para a construção de instrumentos de pressão do poder público.</p>
<p style="color: #58595b;">“80% de todo lixo que chega ao mar vem dos continentes e não se trata de um problema fácil de solucionar, muito pelo contrário, é muito complexo pelas suas diversas origens”, discursou o pesquisador do IO-USP, Alexander Turra. Segundo ele, é muito importante seguir últimas recomendações da ONU sobre a produção e o consumo de plásticos, como hastes flexíveis, por exemplo, que chega ao mar através do descarte no vaso sanitário. O pesquisador ressaltou que a situação piora pelo quadro de saneamento básico brasileiro, que não é universal.</p>
<p style="color: #58595b;"><em>Marcelo Rodrigues, estagiário da SBPC</em></p>
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