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	<title>Jornal da Ciência &#187; Humanas</title>
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		<title>Em cerimônia emocionante, SBPC entrega Prêmio Carolina Bori às meninas cientistas</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Feb 2025 17:14:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foram seis vencedoras, três na categoria Ensino Médio e três na de Graduação, além de uma menção honrosa]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Foram seis vencedoras, três na categoria Ensino Médio e três na de Graduação, além de uma menção honrosa</em></p>
<div id="attachment_26250" style="width: 663px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2025/02/0S0A3793.jpg"><img class="wp-image-26250 size-post img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2025/02/0S0A3793-653x350.jpg" alt="0S0A3793" width="653" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Jardel Rodrigues/SBPC</p></div>
<p>A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) realizou nesta terça-feira, 11 de fevereiro, Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, a cerimônia de entrega do 6º Prêmio “Carolina Bori Ciência &amp; Mulher”, este ano na categoria Meninas na Ciência, em São Paulo.</p>
<p>Foram seis vencedoras, três na categoria Ensino Médio e três na Graduação. Nesta 6ª edição, as estudantes vencedoras na categoria Ensino Médio receberam um prêmio em dinheiro no valor de R$ 7 mil cada e as da Graduação, R$ 10 mil cada uma. Além do prêmio em dinheiro, as seis laureadas terão acesso a uma série de oportunidades para impulsionar suas carreiras científicas. Elas apresentarão seus projetos na 77ª Reunião Anual da SBPC, que ocorrerá em julho de 2025, em Recife (PE), e participarão de uma mentoria exclusiva com pesquisadores de destaque, ampliando suas perspectivas acadêmicas e profissionais.</p>
<p>As premiadas também foram contempladas com uma visita guiada ao Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas onde está localizado o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron, a única fonte de luz síncrotron da América Latina.</p>
<p>Lançado em 2019 e alternando a cada ano as categorias “Mulheres Cientistas” e “Meninas na Ciência”, a SBPC teve para a premiação deste ano 765 indicações válidas de estudantes do Ensino Médio e Graduação de todo o País, representando um aumento de 71,5% em relação à edição anterior, em 2022.</p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2025/02/0S0A4543.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-26251 img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2025/02/0S0A4543-300x200.jpg" alt="0S0A4543" width="300" height="200" /></a>“Não podemos esquecer que quando estamos premiando vocês, estamos premiando o Brasil, estamos premiando as mulheres, estamos premiando o futuro em geral.  Cada uma de vocês porta um conjunto de valores e de possibilidades que ultrapassa a personalidade de vocês”, comentou o presidente da SBPC, Renato Janine Ribeiro, em pronunciamento por vídeo.</p>
<p>Destacando o número recorde de inscrições, a vice-presidente da SBPC e coordenadora desta edição do prêmio, Francilene Garcia Procópio, falou das mudanças implementadas neste ano, com a inclusão de coordenadores da iniciativa “SBPC vai à Escola” entre os avaliadores dos trabalhos apresentados e a premiação em dinheiro possibilitada pelos patrocinadores, entre elesl, instituições renomadas como a Fundação Conrado Wessel, o Instituto Serrapilheira e a Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema). “Isso é fundamental para as meninas que estão construindo sua carreira científica”, comentou.</p>
<p>Ao apresentar as vencedoras na área de Humanidades, a diretora da SBPC, Fernanda Sobral, chamou a atenção para a diversidade regional e de instituições das candidatas e os temas de pesquisa por elas escolhidos, “todos candentes” como as questões racial e de gênero, o desenvolvimento sustentável e a Inteligência Artificial. “O futuro me dá esperança quando eu vejo o trabalho dessas meninas”, afirmou.</p>
<p>Sobral entregou o troféu para a estudante Isadora Abreu Leite, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), premiada pelo projeto “Sementes da Maré: saberes e fazeres de marisqueiras da costa de manguezais de macromaré da Amazônia”. Emocionada, Isadora disse que estava honrada de ser a única nordestina, representando as cientistas de seu estado.</p>
<p>Na mesma área, Humanidades, a premiada da graduação foi Angélica Azevedo e Silva, do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (UnB), pelo trabalho “Diagnóstico das dimensões da sustentabilidade urbana no município de Cavalcante (GO) e Urbanismo Kalunga: sustentabilidade, ancestralidade e identidade”.</p>
<p>A diretora da SBPC, Laila Salmen, que apresentou as vencedoras na área de Biológicas e Saúde, citou o cantor e compositor Milton Nascimento para saudar as meninas premiadas que ela chamou carinhosamente de “Carolinazinhas”, em referência a Carolina Bori: “Mas renova-se a esperança, nova aurora a cada dia e há que se cuidar do broto para que a vida nos dê flor, flor e fruto”.</p>
<p>Ela entregou o prêmio da categoria graduação à Beatriz Oliveira Santos, estudante do curso de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, pelo trabalho “Projeto de Pesquisa: Disputas e Arranjos em Torno da Alimentação no Contexto Prisional”. No Ensino Médio, a vencedora dessa área do conhecimento foi Ana Elisa Brechane da Silva, estudante da Escola Estadual Prof.ª Maria das Dores Ferreira da Rocha, de Santa Rita d ́Oeste (SP), pelo trabalho “ConnectBreathe: Sistema Biomédico Multiplataforma para Fisioterapia Respiratória com Gameterapia”. A premiada recebeu o troféu das mãos da presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Helena Nader.</p>
<p>Francilene Procópio Garcia entregou os prêmios na área de Engenharias, Exatas e Ciências da Terra.  “Tivemos a grata satisfação de receber trabalhos ricos, diversos, com profunda conexão com as problemáticas que enfrentamos nos dias atuais”, comentou.</p>
<p>No Ensino Médio, a vencedora foi Millena Xavier Martins, estudante do Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa (UFV), pelo trabalho “Autinosis: Inteligência Artificial na Triagem do Diagnóstico de Autismo”. Na graduação, o prêmio foi para Narayane Ribeiro Medeiros, estudante do curso de Engenharia Aeroespacial do Instituto Tecnológico de Aeronáutica pelo trabalho “Modelagem Preditiva e Visualização Interativa de dados geoespaciais de Emissões de Gases de Efeito Estufa”.</p>
<p>“Nunca pensei na minha vida chegar até aqui”, disse Lucia Ferreira da Silva, estudante do curso de Engenharia Agronômica do Instituto Federal do Amapá, campus Porto Grande, que recebeu a menção honrosa pelo trabalho “Associativismo e o fortalecimento de lideranças femininas da Associação dos Artesãos de Porto Grande”. Mirlene Simões, secretária regional da SBPC, que integrou o júri da área de Ciências humanas, disse que o prêmio a Lucia Silva, um mulher de 44 anos, que, superando todas as adversidades, tem persitindo heroicamente, em seguir a carreira científica, “foi concedido por unanimidade pela comissão julgadora”.</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=wjW7oCOsewE" target="_blank">Assista à cerimônia na íntegra pelo canal da SBPC no Youtube</a></p>
<p><em>Janes Rocha – Jornal da Ciência</em></p>
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		<title>Conheça os webminicursos da 76ª Reunião Anual da SBPC e participe</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jun 2024 17:32:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[São 78 minicursos ofertados, sendo 46 presenciais e 32 online, com temas em diversas áreas do conhecimento, e que dão direito a certificado de participação. As inscrições já estão abertas e estão limitadas ao número de vagas disponíveis. Garanta sua vaga!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>São 78 minicursos ofertados, sendo 46 presenciais e 32 online, com temas em diversas áreas do conhecimento, e que dão direito a certificado de participação. As inscrições já estão abertas e estão limitadas ao número de vagas disponíveis. Garanta sua vaga!</em></p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/06/rasbpc.png"><img class="aligncenter wp-image-24075 size-post img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/06/rasbpc-653x350.png" alt="rasbpc" width="653" height="350" /></a></p>
<p>Estão abertas até 7 de julho as matrículas para os 78 minicursos da 76ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Nesta edição, a entidade retomará, após quatro anos, os minicursos presenciais. Serão oferecidos 46 minicursos no campus Guamá da Universidade Federal do Pará (UFPA), além de 32 webminicursos que serão disponibilizados online para quem estiver distante. Com o tema “Ciência para um futuro sustentável e inclusivo: por um novo contrato social com a natureza”, o evento será realizado de 7 a 13 de julho, em Belém (PA).</p>
<p>Os<strong> minicursos </strong>abrangem diversas áreas do conhecimento e são organizados por instituições de todo o País. <strong>As inscrições já estão abertas e estão limitadas ao número de vagas disponíveis.</strong></p>
<p>Claudia Linhares Sales, secretária-geral da SBPC, comenta que a pandemia interrompeu muitas atividades importantes e ao mesmo tempo fez com que as pessoas e instituições se reinventassem. “A SBPC não ficou parada, inovou e, gradativamente, foi retomando as atividades presenciais em seu principal evento. Após um intervalo de quatro anos, chegou a hora dos minicursos retornarem à programação da Reunião Anual.”</p>
<p>A diretora da SBPC ressalta que a entidade não deixará de oferecer as atividades online criadas durante a pandemia, pelo contrário, elas seguirão incorporadas à programação da Reunião Anual. “Essa é uma maneira de manter conectado aquele público que não terá a oportunidade de participar presencialmente do evento em Belém”, ressalta.</p>
<p>Este retorno será desafiador para a SBPC, conforme conta Sales. Isso se deve ao grande número de cursos ofertados. Os minicursos sempre foram muito procurados durante as Reuniões Anuais da SBPC, porque além de proporcionar uma ampliação de um conhecimento, eles também proporcionam o primeiro contato com diversos assuntos. “Os minicursos são atividades importantes para promover a transmissão do conhecimento. Eles são ferramentas muito eficientes de divulgação e popularização da ciência”, afirma.</p>
<p>Nesta edição, quem optar pelo <strong>minicurso presencial</strong> poderá cursar apenas um, pois todos ocorrerão simultaneamente, das 8h às 09h30, nos dias 9, 10, 11 e 12 de julho, no campus Guamá da UFPA. Os minicursos presenciais terão carga horária de 6 horas e, para receber o certificado, será preciso ter, pelo menos, 75% de presença nas aulas.</p>
<p>Os <strong>webminicursos </strong>terão uma carga horária que varia entre<strong> 4 e 6 horas</strong> de aulas gravadas, mas elas podem ser assistidas de 3 de junho a 30 de julho. E os interessados podem se inscrever em até cinco atividades, se houver vagas disponíveis.</p>
<p>As matrículas para ambas as modalidades poderão ser realizadas até<strong> 07 de julho</strong><strong>,</strong> pelo site da 76ª Reunião Anual da SBPC (<a href="https://ra.sbpcnet.org.br/76RA">https://ra.sbpcnet.org.br/76RA</a>),  onde também constam as normas, a ficha de inscrição para o evento e mais informações.</p>
<p>A taxa de matrícula é R$ 15,00 para sócios quites da SBPC e R$ 30,00 para não sócios. Quem optar por matricular-se em mais de uma opção dos <strong>webminicursos</strong> (e no máximo cinco) obterá desconto no valor total.</p>
<p><strong>Veja abaixo a lista dos MINICURSOS PRESENCIAIS: </strong></p>
<ul>
<li>A constituição do pesquisador narrativo para a educação em ciências na Amazônia</li>
<li>Análise de índices da plataforma adaptabrasil para gestão do setor saúde frente às mudanças climáticas</li>
<li>Anatomia do Breaking: poéticas e estratégias metodológicas para o ensino da dança</li>
<li>Como crescer nas redes sociais falando de ciência</li>
<li>Como registrar e manter línguas e culturas indígenas através de gravações de áudio e vídeo usando o modelo enciclopédia digital</li>
<li>Compreendendo o patrimônio cultural da saúde de Belém/PA</li>
<li>Computação na educação básica</li>
<li>Construção de materiais neuropsicopedagógico para crianças com TEA</li>
<li>Curadoria e conservação de material zoológico para coleções didático-científicas na Amazônia</li>
<li>Debates afrocentrados para a construção de políticas públicas educativas e práticas pedagógicas de combate ao racismo</li>
<li>Descolonização dos produtos derivados do cacau</li>
<li>Educação em saúde: das bases conceituais ao planejamento educativo</li>
<li>Educação escolar indígena: (des)caminhos, direitos e possibilidades nas Amazônias</li>
<li>Entre lutas e feminismos: o protagonismo das mulheres na proteção dos territórios das Amazônias</li>
<li>Estuários e tidal rivers da zona costeira amazônica: geomorfologia e dinâmica sedimentar</li>
<li>Etnografia e história oral em comunidades amazônicas</li>
<li>Evolução humana: origens, trajetória biocultural e história profunda na Amazônia</li>
<li>Explorando o sistema aquífero Amazônia (saga) na educação: desenvolvendo consciência ambiental e práticas sustentáveis na formação de professores</li>
<li>Fazendo ciência na floresta: populações indígenas na formação dos professores</li>
<li>Genética forense de pescado amazônico</li>
<li>Geotecnologia e desastres naturais: análise e mapeamento</li>
<li>Inovação em bioeconomia na Amazônia</li>
<li>Insetos forenses: a biodiversidade a favor da lei</li>
<li>Inteligência artificial para a predição e controle de epidemias</li>
<li><em>Macrobrachium rosenbergii (camarão gigante-da-malásia): um gigante também na invasão de águas amazônicas</em></li>
<li>Matemática acessível e justiça social: potencialidades da audiodescrição e dos materiais manipulativos</li>
<li>Metodologias ativas e o cérebro aprendiz</li>
<li>Monitoramento ambiental territorial independente da volta grande do xingu: importância da pesquisa colaborativa na defesa da partilha e dos usos múltiplos da água no contexto do sistema de operação da usina hidrelétrica de Belo Monte</li>
<li>Morosidade estatal ante o direito fundamental à titulação quilombola</li>
<li>Mudanças climáticas e a necessidade de cidades resilientes</li>
<li>Museus e mapas na descrição etnográfica: os centros de ciências e saberes</li>
<li>Nova cartografia social e trabalho de campo</li>
<li>O universo extremo</li>
<li>Objetivos de desenvolvimento sustentável no brasil e produção audiovisual</li>
<li>Peixes comercializados na Amazônia costeira: reconhecendo os principais grupos</li>
<li>Percepção corporal a partir do método Gyrokinesis®</li>
<li>Pesquisa perfil-opinião em museus: dados quantitativos para visitas de qualidade</li>
<li>Plantas da Amazônia costeira</li>
<li>Popularização da ciência e jornalismo socioambiental na Amazônia, com foco na produção e distribuição de conteúdo sonoro</li>
<li>Povos indígenas brasileiros: suas línguas, culturas, cosmologias e vivências na Amazônia</li>
<li>Povos indígenas e o direito à consulta livre, prévia e informada</li>
<li>Povos indígenas, história e meio ambiente na Amazônia</li>
<li>Uma incursão à história social da língua geral no período colonial por meio de fontes documentais</li>
<li>Urbanismo dos povos da floresta – a perspectiva das espacialidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas</li>
<li>Urbanismo, paisagismo e percepção sensorial: lições de convivência e sustentabilidade a partir do entorno do rio Sapucajuba no campus de saúde da UFPA</li>
<li>Utilização de óleo de cozinha residual, cascas de frutas e sementes na produção de sabão</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Veja abaixo a lista dos WEBMINICURSOS:</strong></p>
<ul>
<li>A inclusão da epilepsia no contexto amazônico</li>
<li>Abordagem multinível na análise comparada da adesão à democracia na américa latina</li>
<li>Bases e análise de dados para políticas públicas</li>
<li>Bioacústica e suas aplicações para estudos da biodiversidade</li>
<li>Ciência aberta, inteligência artificial: o que muda e o que não muda na redação do artigo científico</li>
<li>Compreendendo e estimando a poluição luminosa por meio da escala de Bortle e do Stellarium</li>
<li>Comunicação audiovisual: usando as redes sociais como ferramentas para o engajamento sustentável e inclusivo</li>
<li>Cultivo do camarão-da-Amazônia <em>macrobrachium amazonicum</em>: potencial de desenvolvimento da carcinicultura na Amazônia</li>
<li>Desenvolvimento de fármacos a partir do tesouro verde da caatinga e do cerrado</li>
<li>Direito do consumidor e segurança digital</li>
<li>Enem e química: matriz de referência e microdados como instrumentos potencializadores do ensino</li>
<li>Estado laico na prática: direito, saúde e educação</li>
<li>Experiências de patrimonialização na Amazônia</li>
<li>Experimentos de demonstrações para o ensino de ciências</li>
<li>Inclusão de pessoas autistas no contexto educacional da Amazônia</li>
<li>Inovações em ciências sociais na educação escolar: os nexos contemporâneos entre formação docente e prática de ensino</li>
<li>Introdução a arte rupestre brasileira</li>
<li>Morfologia urbana das cidades amazônicas</li>
<li>Museus indígenas virtuais: educação na Amazônia e memória ancestral nas telas</li>
<li>O clube de ciências da UFPA e o ensino de ciências por/com pesquisa e gêneros textuais na educação básica: aspectos teóricos e práticos</li>
<li>O ensino de astronomia em ciências com o uso do Stellarium</li>
<li>O papel das governanças locais de povos tradicionais da Amazônia paraense no período da pandemia da covid-19</li>
<li>O pensamento social de Lélia Gonzalez e o ensino de sociologia</li>
<li>Pedagogias feministas no trato com as práticas corporais e esportivas: combatendo estereótipos nocivos de gênero</li>
<li>Por outros modelos de formação: a curricularização da extensão universitária e a construção de universidades democráticas</li>
<li>Práticas educativas em espaços não formais</li>
<li>Redesenho da paisagem rural: sistemas agroflorestais como alternativa para a readequação ambiental</li>
<li>Regionalização do saneamento: desafios à universalização e a agenda 2030 da ONU (ODS6)</li>
<li>Relações homem-natureza</li>
<li>Saneamento, sustentabilidade, inclusão social e promoção da saúde: uma combinação necessária na Amazônia</li>
<li>Software QGIS: introdução e aplicações</li>
<li>Turismo sustentável e mudanças climáticas na Amazônia</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>O evento é uma realização da SBPC e da UFPA, que tem como sócios institucionais a Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Os patrocinadores são a Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp), a Finep, Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).</p>
<p>Esta Reunião Anual tem como parceiros institucionais a Universidade do Estado do Pará (Uepa), o Instituto Federal do Pará (IFPA), a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) e o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG).</p>
<p>Conta, também, com o apoio da Prefeitura de Belém, da Semec, da Secretaria de Estado de Cultura-SECULT-PA, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Ministério da Educação, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e Ministério de Desenvolvimento Social.</p>
<p>Programe-se e participe!</p>
<p>Para mais informações: <a href="https://ra.sbpcnet.org.br/76RA/" target="_blank">https://ra.sbpcnet.org.br/76RA/</a></p>
<p><em>Vivian Costa – Jornal da Ciência</em></p>
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		<title>Nova edição celebra 75 anos da revista Ciência &amp; Cultura</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 17:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Divulgação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Humanas]]></category>
		<category><![CDATA[Livros e Revistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da SBPC]]></category>

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		<description><![CDATA[Publicação é a revista de divulgação científica mais antiga do Brasil em circulação]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Publicação é a revista de divulgação científica mais antiga do Brasil em circulação</em></p>
<p>Uma revista para falar sobre ciência, cultura e suas inúmeras conexões com nossas vidas. Essa é a <a href="https://revistacienciaecultura.org.br/">Ciência &amp; Cultura</a>, revista de divulgação científica da <a href="http://portal.sbpcnet.org.br/">Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência</a> (SBPC), que completa 75 anos de atividade. A nova edição celebra essa data tão especial trazendo artigos clássicos que contam a história da publicação — e um pouco da história da comunicação da ciência no Brasil.</p>
<p>Entre os artigos selecionados, estão textos de Warwick Estevam Kerr (primeiro diretor-científico da Fapesp e presidente da SBPC em 1969-1973), José Goldemberg (reitor da USP em 1986-1990 e presidente da Sociedade Brasileira de Física – SBF em 1975-1979), Octávio Ianni (professor do Departamento de Sociologia da USP), Mario Schenberg (presidente da SBF em 1979-1981 e diretor do Departamento de Física da USP em 1953-1961) e José Reis (um dos fundadores da SBPC, além de idealizador e editor de Ciência &amp; Cultura em dois períodos: 1949-1954 e 1972-1986).</p>
<p>Os artigos tratam de temas históricos, como a Conferência de Genebra (reunião científica internacional para discutir as aplicações pacíficas da energia atômica) e uma homenagem póstuma a Albert Einstein, discutindo as implicações da teoria da relatividade. Também apresentam a inclusão das ciências humanas nos debates da comunidade acadêmico-científica brasileira e a importância da SBPC para o desenvolvimento da ciência no Brasil. Os textos foram publicados originalmente na revista entre 1955 e 1979.</p>
<p>Por fim, foi republicado o editorial da primeira edição da Ciência &amp; Cultura, de 1949, assinado por José Reis, que apresenta a missão da revista de “como órgão que é da SBPC, servir de aproximação dos cientistas entre si e destes como o público, entre todos desenvolvendo forte e indispensável sentimento de solidariedade e compreensão.”</p>
<p><strong>Um marco da divulgação científica no Brasil</strong></p>
<p>Criada em 1949 — poucos meses após a fundação da SBPC — a revista é o mais antigo veículo de divulgação científica em circulação no Brasil. Ela nasceu visando a difundir o conhecimento científico e promover uma aproximação entre cientistas e o público, visando ser “aberta não apenas a cientistas, mas a todos os que se interessem pela ciência, por suas aplicações e pelas consequências destas”, conforme se lê na contracapa de sua primeira edição. De lá para cá, já foram publicadas 466 edições — todas disponíveis online no <a href="http://sbpcacervodigital.org.br/handle/20.500.11832/2534" target="_blank">Acervo Digital da SBPC</a> ou na <a href="http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/" target="_blank">Hemeroteca Digital Brasileira</a>, da Biblioteca Nacional.</p>
<p>A publicação passou por fases diversas, mas sua missão sempre foi a de informar a comunidade científica sobre questões importantes para a ciência no Brasil. Contribuiu, e contribui até hoje, para o debate de grandes temas científicos e culturais da atualidade, atraindo a atenção das novas gerações de pesquisadores e oferecendo conteúdos para uma reflexão sobre tais temas.</p>
<p>De publicação trimestral, a revista apresenta, a cada edição, um tema a ser abordado do ponto de vista da ciência, da cultura, da arte e da filosofia. Todos os meses, um novo capítulo é publicado, trazendo novos artigos, ensaios, reportagens jornalísticas, textos de opinião, vídeos, podcasts e muito mais.</p>
<p><strong>Confira a nova edição:</strong></p>
<p><a href="https://revistacienciaecultura.org.br/" target="_blank">https://revistacienciaecultura.org.br/</a></p>
<p><em>Ciência &amp; Cultura</em></p>
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		<title>Inscrições abertas para o “X Prêmio SBPC/GO de Popularização da Ciência &#8211; 2024”</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jun 2024 17:30:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Áreas da Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação Científica]]></category>
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		<description><![CDATA[Os interessados podem se inscrever até o dia 31 de julho]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Os interessados podem se inscrever até o dia 31 de julho</em></p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/06/fese.png"><img class="alignright wp-image-24008 size-medium img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/06/fese-300x238.png" alt="fese" width="300" height="238" /></a>As inscrições para o “X Prêmio SBPC/GO de Popularização da Ciência &#8211; 2024”, promovido pela Secretaria Regional da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência em Goiás (SBPC-GO), estão abertas até 31 de julho. O Prêmio tem como objetivo promover a popularização da ciência e do conhecimento, e diminuir a distância entre a produção dos saberes científicos e a população do Estado.</p>
<p>O Prêmio é um incentivo aos estudantes de graduação e pós-graduação, podendo ainda concorrer os concluintes dos cursos (colação de grau ou defesa pública de monografia, dissertação ou tese) a partir de janeiro de 2023, e contempla as seguintes áreas de conhecimento:</p>
<ul>
<li>Ciências Exatas e da Terra (inclui Engenharias e Ciências Agrárias)</li>
<li>Ciências Biológicas</li>
<li>Ciências da Saúde</li>
<li>Ciências Humanas e Sociais Aplicadas</li>
<li>Letras e Linguística.</li>
<li>Música e Artes</li>
</ul>
<p>Para saber mais, acesse: <a href="https://www.sbpcgoias.com/" target="_blank">https://www.sbpcgoias.com/</a></p>
<p><em>Jornal da Ciência</em></p>
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		<title>Aziz Ab’Sáber e o planejamento ambiental</title>
		<link>http://www.jornaldaciencia.org.br/aziz-absaber-e-o-planejamento-ambiental/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2024 13:25:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Divulgação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Grandes Temas]]></category>
		<category><![CDATA[Humanas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da SBPC]]></category>

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		<description><![CDATA[Geógrafo defendia que planejar era fundamental para a preservação do meio ambiente e a saúde da sociedade. Ouça ao episódio especial do Ciência &#038; Cultura Cast]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Geógrafo defendia que planejar era fundamental para a preservação do meio ambiente e a saúde da sociedade. Ouça ao episódio especial do Ciência &amp; Cultura Cast</em></p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-13-at-09.59.32.jpeg"><img class="alignright wp-image-23837 size-medium img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-13-at-09.59.32-300x300.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-05-13 at 09.59.32" width="300" height="300" /></a>No cenário contemporâneo, onde as pressões sobre os recursos naturais são cada vez mais intensas, a preservação do meio ambiente é uma questão de sobrevivência, não apenas para as espécies que habitam o planeta, mas também para a própria humanidade. Aziz Ab’Sáber, renomado geógrafo brasileiro, compreendeu profundamente essa necessidade. E também afirmava que, para tanto, planejar era fundamental. Isso é o que discute podcast da edição especial da <a href="https://revistacienciaecultura.org.br/">Ciência &amp; Cultura</a>, que celebra o centenário do geógrafo.</p>
<p>Para Ab’Sáber, o planejamento ambiental não era apenas uma questão técnica, mas também ética. Ele destacava a importância de considerar as interações complexas entre os seres humanos e o ambiente que os cerca. “O planejamento tem que ser outro”, afirma Cláudio Antônio di Mauro, professor aposentado e ex-diretor do Instituto de Geografia da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). “Tem que levar em conta os componentes da natureza, a quantidade de precipitação pluvial, a necessidade de estabelecer áreas que não podem ser ocupadas por construções, que precisam estar reservadas para acúmulo de água. Além disso, os rios não podem ser utilizados da maneira como são em suas margens, impermeabilizando tudo. Isso tem trazido gravíssimas consequências para os lugares onde a sociedade vive”, pontua.</p>
<p>Aziz Ab’Sáber alertava para os efeitos devastadores da degradação ambiental nas cidades: poluição do ar, escassez de água, perda de biodiversidade, entre outros. Ele defendia que a preservação dos ecossistemas naturais não era apenas uma escolha, mas uma necessidade para garantir a qualidade de vida das pessoas nas áreas urbanas. A influência de Aziz Ab’Sáber nas políticas públicas para a preservação do meio ambiente no Brasil é inegável. Sua visão abrangente e suas pesquisas embasaram diversas iniciativas governamentais voltadas para a conservação dos recursos naturais.</p>
<p>Ab’Sáber defendia a importância de uma gestão ambiental participativa, que envolvesse a sociedade civil, os governos e as empresas. Ele destacava a necessidade de uma abordagem integrada, que considerasse não apenas as questões ambientais, mas também as dimensões sociais e econômicas. “Ele mostrou que os componentes da natureza tinham que ser entendidos na sua integralidade”, explica Cláudio di Mauro. “Se a ciência não levar em conta o interesse daquele homem ribeirinho, que está na beira do rio, que sofre todo ano com transbordamento, e das outras comunidades que vivenciam isso, se eles não forem chamados para participar, nós corremos o risco de ter uma relação que não é saudável na construção do planejamento”, finaliza.</p>
<p><strong>Ouça ao episódio completo:</strong></p>
<p><a href="https://open.spotify.com/episode/3rdiwj20P9hWZmRmuSIGWk">https://open.spotify.com/episode/3rdiwj20P9hWZmRmuSIGWk</a></p>
<p>Ciência &amp; Cultura</p>
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		<title>Aziz Ab’Sáber e a geografia brasileira</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2024 14:42:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Geógrafo desvendou a paisagem do Brasil e defendeu sua preservação. Assista ao vídeo da edição especial da Ciência &#038; Cultura]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Geógrafo desvendou a paisagem do Brasil e defendeu sua preservação. Assista ao vídeo da edição especial da Ciência &amp; Cultura</em></p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-10-at-09.57.45.jpeg"><img class="aligncenter wp-image-23813 size-post img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-10-at-09.57.45-653x350.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-05-10 at 09.57.45" width="653" height="350" /></a></p>
<p>O relevo brasileiro é mais do que uma paisagem. É um testemunho vivo de uma história geológica que se desenrolou ao longo de milhões de anos. Moldado pela ação de forças externas, como o intemperismo e a erosão, o relevo do Brasil é um complexo quebra-cabeça geológico. Das serras até as planícies, cada elevação e depressão conta uma história de mudança e evolução. No entanto, essa narrativa geológica não está imune às influências humanas. As atividades urbanas e rurais deixaram sua marca no relevo, alterando-o de maneiras diversas. A interação entre a natureza e a sociedade brasileira resulta em uma diversidade que é tanto fonte de riqueza quanto de desafios. Isso é o que discute vídeo da edição especial da <a href="https://revistacienciaecultura.org.br/" target="_blank">Ciência &amp; Cultura</a>, que celebra o centenário do geógrafo.</p>
<p>Nesse cenário de interações complexas, surge a figura de Aziz Ab’Sáber. Geógrafo brasileiro de renome internacional, Ab’Sáber dedicou sua vida à defesa do meio ambiente e à preservação da biodiversidade. “Na área da geografia, que estamos comemorando o centenário dele este ano, a contribuição dele é sem precedentes. Ele tinha um profundo conhecimento tanto do relevo, quanto do clima do Brasil, quanto dos ecossistemas do Brasil”, declara Luziane Mesquita da Luz, professora da Faculdade de Geografia e Cartografia da Universidade Federal do Pará e coordenadora do Grupo de Pesquisa em Geomorfologia Ambiental da Amazônia (GPGA).</p>
<p>Aziz Ab’Sáber também foi uma figura central na política científica e ambiental do Brasil. Seu ativismo incansável, sua paixão pela pesquisa geográfica e seu compromisso com a preservação ambiental influenciaram as políticas públicas por décadas. Ele defendeu o papel da ciência na tomada de decisões, alertando para os perigos de ignorarmos o conhecimento científico em prol de interesses momentâneos. “Eu diria que o professor Aziz Ab’Sáber é um grande exemplo de um cientista engajado politicamente, com uma enorme sensibilidade social”, afirma Wagner Costa Ribeiro, professor do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador da Rede de Pesquisa em Geografia das Águas no Brasil.</p>
<p>O geógrafo nos alertou para os impactos das ações humanas no delicado equilíbrio ambiental, defendendo a necessidade premente de uma abordagem responsável e sustentável. Aziz Ab’Sáber alertou da urgência em proteger nossos recursos naturais. Sua visão ressaltava a importância de uma abordagem baseada em evidências para enfrentarmos os desafios ambientais e sociais de nosso tempo. “Ab’Sáber dizia que um dos problemas do Brasil é que estávamos planejando para daqui a três anos ou cinco anos, que é o tempo de uma eleição. E nós não podemos planejar para daqui a cinco anos. Também não posso planejar daqui a 30 anos, que é uma geração. Por exemplo, nós temos que pensar na Amazônia para daqui a 500 anos, para daqui a mil anos”, explica Ricardo de Sampaio Dagnino, professor do Departamento Interdisciplinar da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (CLN/UFRGS) e coordenador do projeto de pesquisa SIG Litoral Norte.</p>
<p><strong>Assista ao vídeo:</strong></p>
<p><a href="https://youtu.be/PW-4Sodf8J4" target="_blank">https://youtu.be/PW-4Sodf8J4</a></p>
<p>Ciência &amp; Cultura</p>
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		<title>Aziz Ab’Sáber: a plural trajetória dedicada à transformação da ciência nacional</title>
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		<pubDate>Thu, 09 May 2024 15:56:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Áreas da Ciência]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias da SBPC]]></category>

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		<description><![CDATA[Reportagem da edição especial da Ciência &#038; Cultura discute como pesquisador traçou bases para a consolidação da geografia, criando pesquisas inovadoras sobre a complexidade dos sistemas naturais e sociais]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reportagem da edição especial da Ciência &amp; Cultura discute como </em><em>pesquisador traçou bases para a consolidação da geografia, criando pesquisas inovadoras sobre a complexidade dos sistemas naturais e sociais</em></p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-09-at-10.34.57.jpeg"><img class="aligncenter wp-image-23795 size-post img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-09-at-10.34.57-653x350.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-05-09 at 10.34.57" width="653" height="350" /></a></p>
<p>Ao longo de seus 87 anos de vida, Aziz Nacib Ab’Sáber se destacou como uma figura singular e plural, deixando um legado inestimável no campo da ciência e do ativismo ambiental no Brasil. Com sua abordagem multidisciplinar, o geógrafo, ambientalista e humanista traçou novos rumos para a geografia nacional, consolidando bases fundamentais e contribuindo significativamente para a modernização do pensamento científico no país. Isso é o que discute reportagem da edição especial da <a href="https://revistacienciaecultura.org.br/" target="_blank">Ciência &amp; Cultura</a>, que celebra o centenário do geógrafo.</p>
<p>Suas contribuições abrangeram uma ampla gama de áreas, desde a consolidação da geografia até a investigação dos impactos ambientais decorrentes de mudanças climáticas. Ab’Sáber foi um dos primeiros pesquisadores a alertar sobre a importância da sustentabilidade e preservação ambiental, mesmo em uma época em que essas questões não despertavam grande interesse na sociedade brasileira. “O professor Aziz Ab’Sáber deu uma expressiva contribuição para a modernização do pensamento geográfico brasileiro. Ele foi um dos expoentes de sua geração, colaborando para a transformação de uma geografia antes vista como ciência descritiva para uma geografia mais analítica”, destaca Vicente Eudes Lemos Alves, professor do Instituto de Geociências (IG) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>
<p>Além de suas pesquisas científicas, Ab’Sáber também se destacou por seu engajamento social, defendendo a democratização da ciência e o acesso ao conhecimento científico para todos, independentemente de sua condição social. Sua atuação na Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) foi marcada por um forte compromisso com a educação e a promoção do diálogo entre a comunidade científica e a sociedade civil. “O professor Aziz Ab’Sáber foi um ativista em defesa da democratização da ciência e da universidade pública, sobretudo defendia que todos tivessem o acesso ao conhecimento científico independente da camada social que pertencia”, reforça Vicente Alves.</p>
<p><strong>Leia a reportagem completa:</strong></p>
<p><a href="https://revistacienciaecultura.org.br/?p=5909" target="_blank">https://revistacienciaecultura.org.br/?p=5909</a></p>
<p><em>Ciência &amp; Cultura</em></p>
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		<item>
		<title>Aziz Ab’Sáber: o geógrafo brasileiro que inovou as pesquisas sobre a Amazônia</title>
		<link>http://www.jornaldaciencia.org.br/aziz-absaber-o-geografo-brasileiro-que-inovou-as-pesquisas-sobre-a-amazonia/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2024 15:19:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Áreas da Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Humanas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da SBPC]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisador defendia visão social, política e ecológica na proteção e manutenção das florestas. Confira em reportagem da edição especial da Ciência &#038; Cultura]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisador defendia visão social, política e ecológica na proteção e manutenção das florestas. Confira em reportagem da edição especial da Ciência &amp; Cultura</em></p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-08-at-09.36.41.jpeg"><img class="aligncenter wp-image-23774 size-post img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-08-at-09.36.41-653x350.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-05-08 at 09.36.41" width="653" height="350" /></a></p>
<p>No final do século XX, um chamado global para mitigar os impactos das atividades humanas nos ecossistemas deu origem a iniciativas pioneiras. Em 1988, a ONU endossou a formação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) para abordar as mudanças climáticas, enquanto uma conferência em Hamburgo lançou um desafio ao Brasil: liderar um projeto de reflorestamento. Respondendo a esse desafio, pesquisadores do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP), incluindo Aziz Ab’Sáber, conceberam o ambicioso projeto Floram Amazônia. Isso é o que discute reportagem da edição especial da <a href="https://revistacienciaecultura.org.br/" target="_blank">Ciência &amp; Cultura</a>, que celebra o centenário do geógrafo.</p>
<p>Ab’Sáber, renomado geógrafo e ambientalista, dedicou décadas à pesquisa e ao ensino, destacando-se por sua visão interdisciplinar e compromisso social. Sua influência foi crucial para unir empresários e acadêmicos em prol da biodiversidade. “Defendia tolerância zero com os devastadores, não negociava porcentagens de redução e evitava que os espaços da Amazônia virassem mercadorias”, observa Jacques Marcovitch, professor emérito da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP, além de colega de trabalho e amigo de Ab’Sáber. “Julgava indispensável enxergar toda a área como um conjunto de fatores sociais e políticos, físicos e ecológicos, tendo como pano de fundo uma lamentável ‘filosofia da devastação’ então, ali, dominante”, finaliza.</p>
<p>Apesar do potencial revolucionário, o Floram enfrentou obstáculos financeiros e logísticos, e após 25 anos, ainda não foi implementado. No entanto, seu legado inspirou projetos futuros, incluindo iniciativas globais de reflorestamento. “O Floram foi um precursor das ideias correntes de plantar um trilhão de árvores nas florestas devastadas no mundo (em particular na Amazônia) para resolver ou atenuar o problema da recaptura de carbono já lançado na atmosfera”, comenta José Goldemberg, que já foi reitor da USP e presidente da Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência (SBPC), citando um projeto em desenvolvimento pelo Instituto Tecnológico de Zurich.</p>
<p><strong>Leia a reportagem completa:</strong></p>
<p><a href="https://revistacienciaecultura.org.br/?p=5915" target="_blank">https://revistacienciaecultura.org.br/?p=5915</a></p>
<p>Ciência &amp; Cultura</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Aziz Ab’Sáber: Um professor inesquecível</title>
		<link>http://www.jornaldaciencia.org.br/aziz-absaber-um-professor-inesquecivel/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 May 2024 17:10:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Áreas da Ciência]]></category>
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		<category><![CDATA[Humanas]]></category>
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		<description><![CDATA[Edição especial da Ciência &#038; Cultura traz depoimento da ex-aluna do geógrafo, Selma Simões de Castro, professora aposentada do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Edição especial da Ciência &amp; Cultura traz depoimento da ex-aluna do geógrafo, Selma Simões de Castro, professora aposentada do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP)</em></p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-07-at-08.35.15.jpeg"><img class="aligncenter wp-image-23768 size-post img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-07-at-08.35.15-653x350.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-05-07 at 08.35.15" width="653" height="350" /></a></p>
<p>Este ano marca o centenário de nascimento do renomado Professor Azi Nacib Ab’Sáber, cuja influência perdura doze anos após seu falecimento. Ab’Sáber deixou um legado impressionante de estudos que se tornaram pilares no entendimento da natureza no Brasil. Sua memória é reverenciada não apenas por sua notável contribuição acadêmica, mas também pelas inesquecíveis aulas de Geomorfologia ministradas na graduação e pós-graduação em Geografia do Departamento de Geografia (DG) da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP). Isso é o que discute artigo da edição especial da <a href="https://revistacienciaecultura.org.br/">Ciência &amp; Cultura</a>, que celebra o centenário do geógrafo.</p>
<p>Diversas publicações e eventos têm honrado sua vida e obra. Destacam-se o número especial da Revista Espaço@Ação da Universidade Estadual Paulista (Unesp), organizado por Lombardo (2007), que o descreve como &#8220;um geógrafo à frente de seu tempo&#8221;. Modenesi-Gauttieri et al. (2010) compilaram todas as suas publicações, fotos e entrevistas em &#8220;A obra de Aziz Nacib Ab’Sáber&#8221;. Além disso, Silva, Ramos e Cordeiro (2013) organizaram o seminário &#8220;Caminhos de Ab’Sáber. Caminhos do Brasil&#8221;, em sua homenagem.</p>
<p>Selma Simões de Castro, professora aposentada do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP), colaboradora do Departamento de Geografia, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e ex-aluna de Aziz Ab’Sáber, relata que o geógrafo foi fundamental na formação de centenas de estudantes, dedicando atenção especial a cada um deles. Sua influência ultrapassou os limites da Geomorfologia, abraçando áreas como didática, ética, cidadania e metodologia de pesquisa em Geografia Física. “Ab’Sáber revelava uma consciência política e uma postura de resistência o que, de modo tão coerente, nos ensinava algo mais que Geomorfologia com sua atitude”, conta.</p>
<p>Ab’Sáber não apenas ensinava, mas também demonstrava a importância da relação entre natureza e sociedade, em diferentes escalas. Seu método incluía o uso de perfis, blocos diagrama e uma eloquência impecável, tornando suas aulas verdadeiros exemplos de prática acadêmica. Ele enfatizava a necessidade de considerar os impactos humanos na paisagem, desde o nível local até questões globais como as mudanças climáticas. “Sua abordagem já era multiescalar, multidisciplinar e multicritério”, conta Selma de Castro. “Aprendi, assim, o que era visão integrada, ou porque não dizer, geográfica. E que essa visão integrada e multiescalar é chave para compreender a paisagem. Era preciso ir além de olhar, era preciso ‘ver’ e ‘ler’ a paisagem”, finaliza.</p>
<p><strong>Leia a reportagem completa:</strong></p>
<p><a href="https://revistacienciaecultura.org.br/?p=5925" target="_blank">https://revistacienciaecultura.org.br/?p=5925</a></p>
<p>Ciência &amp; Cultura</p>
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		<title>Aziz Ab’Sáber: um grande brasileiro</title>
		<link>http://www.jornaldaciencia.org.br/aziz-absaber-um-grande-brasileiro/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2024 18:19:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Áreas da Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Humanas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da SBPC]]></category>

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		<description><![CDATA[Geógrafo ultrapassou os limites do ensino e da pesquisa, atuando em várias lutas sociais e ambientais do País. Confira em artigo da edição especial da Ciência &#038; Cultura]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Geógrafo ultrapassou os limites do ensino e da pesquisa, atuando em várias lutas sociais e ambientais do País. Confira em artigo da edição especial da Ciência &amp; Cultura </em></p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-06-at-08.28.59.jpeg"><img class="aligncenter wp-image-23755 size-post img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-06-at-08.28.59-653x350.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-05-06 at 08.28.59" width="653" height="350" /></a></p>
<p>A vida e obra do geógrafo Aziz Ab’Sáber são um testemunho de dedicação, movimento constante e profundo amor pelo Brasil e sua diversidade natural e humana. Desde meados do século XX até o início do novo milênio, Ab’Sáber desempenhou um papel fundamental na ciência, na política ambiental e na consciência nacional. Isso é o que discute artigo da edição especial da <a href="https://revistacienciaecultura.org.br/">Ciência &amp; Cultura</a>, que celebra o centenário do geógrafo.</p>
<p>Sua jornada científica começou na Universidade de São Paulo (USP). Rapidamente, destacou-se pela clareza e originalidade de seus estudos geográficos, abraçando uma visão holística do território brasileiro. Segundo relato de Tales Ab’Sáber, filho do geógrafo, Ab’Sáber foi mais do que um acadêmico: foi um ativista incansável pela preservação ambiental. Sua produção intelectual era tão vigorosa quanto sua movimentação física, preenchendo páginas com notas, artigos e livros que refletiam sua paixão pela natureza e sua compreensão profunda da interação entre o homem e o ambiente. “Aziz foi um dos primeiros a alertar para o resultado futuro das intervenções materiais e geoeconômicas do presente”, conta o professor do Departamento de Filosofia da Unifesp.</p>
<p>Uma de suas contribuições mais notáveis foi a teoria dos domínios morfoclimáticos, que delineava as características geográficas distintas do Brasil. Além disso, seu trabalho pioneiro na geografia arqueológica projetou o Brasil pré-histórico em um mapa detalhado, revelando os padrões de ocupação e transformação do território ao longo dos milênios.</p>
<p>No campo político, Ab’Sáber não se contentou em observar passivamente; ele atuou como conselheiro e defensor de políticas ambientais progressistas. Sua parceria com o ex-presidente Lula na iniciativa das Caravanas da Cidadania demonstrou seu compromisso em conectar a esquerda urbana com as massas rurais, revisitando questões cruciais de justiça social e ambiental.</p>
<p>No entanto, seu legado vai além das palavras e das políticas: seu trabalho incansável e sua visão visionária deixaram uma marca indelével na história do Brasil e no campo da geografia. “Homem que acompanhou de perto a vida concreta das pessoas, da terra, da flora e da fauna, sempre olhando tudo pelo ponto de vista do mais frágil, no mundo social e no da natureza, que ele não separava, ao mesmo tempo que teve o poder de rever inteiramente a sua ciência, tudo aquilo que percebia e o que fazia olhar”, finaliza Tales Ab’Sáber.</p>
<p><strong>Leia o artigo completo:</strong></p>
<p><a href="https://revistacienciaecultura.org.br/?p=5899">https://revistacienciaecultura.org.br/?p=5899</a></p>
<p>Ciência &amp; Cultura</p>
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