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	<title>Jornal da Ciência &#187; Exatas</title>
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		<title>Minicursos da 78ª Reunião Anual da SBPC discutem Computação, IA e os desafios da educação contemporânea</title>
		<link>http://www.jornaldaciencia.org.br/minicursos-da-78a-reuniao-anual-da-sbpc-discutem-computacao-ia-e-os-desafios-da-educacao-contemporanea/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 16:33:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Áreas da Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Exatas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da SBPC]]></category>

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		<description><![CDATA[Com atividades de diversas áreas do conhecimento, minicursos presenciais estão com inscrições abertas até dia 28 de julho, e modalidade virtual, até 4 de agosto. Todos oferecem certificado de participação]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com atividades de diversas áreas do conhecimento, minicursos presenciais estão com inscrições abertas até dia 28 de julho, e modalidade virtual, até 4 de agosto. Todos oferecem certificado de participação. Garanta sua vaga!</em></p>
<div id="attachment_30266" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2026/07/53850569678_346c4b9917_c.jpg"><img class="wp-image-30266 size-medium img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2026/07/53850569678_346c4b9917_c-300x200.jpg" alt="53850569678_346c4b9917_c" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Jardel Rodrigues/SBPC</p></div>
<p>Os interessados em Computação e Inteligência Artificial terão diversas oportunidades para aprofundar seus conhecimentos durante a 78ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Entre os minicursos, presenciais e online (webminicursos), oferecidos ao longo do evento, três atividades abordarão temas relacionados à aplicação da Computação e da IA na educação.</p>
<p>Um dos destaques da programação é o minicurso <strong style="font-weight: bold !important;">“Inteligência Artificial Generativa na Educação Básica”</strong>, ministrado por Laura de Oliveira Fernandes Moraes, professora da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), e Carla Amor Divino Moreira Delgado, professora do Instituto de Computação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O curso apresenta os fundamentos da IA generativa, abordando os objetivos e as métricas dos modelos, suas limitações, vieses e estratégias de interação voltadas ao contexto educacional. Também promove discussões sobre ética, soberania, regulamentação e responsabilidade digital. Além disso, oferece atividades práticas para professores, incluindo a criação de prompts, organização de conteúdos e produção de materiais didáticos. Para os estudantes, o minicurso propõe o uso crítico da IA em pesquisa, tutoria, verificação de informações e desenvolvimento de projetos colaborativos, estimulando a autonomia, a inclusão e o uso consciente da tecnologia.</p>
<p>Outro destaque é o minicurso <strong style="font-weight: bold !important;">“Computação na Educação Básica”</strong>, que será ministrado por Leila Ribeiro, professora titular do Instituto de Informática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); Thais Vasconcelos Batista, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); e Graziela Ferreira Guarda, professora adjunta da Universidade Federal Fluminense (UFF). A atividade tem como objetivo discutir temas relacionados ao ensino de Computação na Educação Básica e refletir sobre o impacto da Inteligência Artificial nesse contexto. Entre os assuntos abordados estão o conceito de Computação e sua relevância para a formação escolar, as habilidades ligadas aos eixos de pensamento computacional, mundo digital e cultura digital, o papel da Inteligência Artificial na educação e as oportunidades e desafios para a implementação da Computação nos currículos escolares.</p>
<p>A programação também inclui o minicurso <strong style="font-weight: bold !important;">“O Pensamento Computacional na Educação Básica: Práticas Pedagógicas Inclusivas”</strong>, que será ministrado por Claudiane Figueiredo Ribeiro, professora da Faculdade de Educação Tecnológica do Estado do Rio de Janeiro (Faetec-RJ); Sergio Crespo Coelho da Silva Pinto; e Ana Isabel de Azevedo Spinola Dias, ambos professores da Universidade Federal Fluminense, ambos da UFF.</p>
<p>Além dessas atividades, a programação de minicursos da 78ª Reunião Anual da SBPC reúne cerca de 60 opções, nas modalidades presencial e online, contemplando diversas áreas do conhecimento. Ministrados por pesquisadores, docentes e especialistas de instituições de todo o país, os cursos abordam temas das ciências exatas, naturais, humanas e sociais, além de assuntos contemporâneos relacionados à educação, saúde, tecnologia, cultura, meio ambiente e inovação.</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">As vagas para os minicursos presenciais são limitadas e preenchidas por ordem de matrícula e pagamento da taxa de inscrição</strong>. As inscrições vão até <strong style="font-weight: bold !important;">28 de julho</strong> para os minicursos presenciais e até <strong style="font-weight: bold !important;">4 de agosto </strong>para os webminicursos. Todas as atividades oferecem certificado de participação.</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">A programação dos minicursos e webminicursos, as normas e as orientações para matrícula estão disponíveis no site da 78ª Reunião Anual da SBPC: </strong><a href="https://ra.sbpcnet.org.br/78RA/"><strong style="font-weight: bold !important;">https://ra.sbpcnet.org.br/78RA/</strong></a></p>
<p>Os minicursos presenciais serão realizados de 28 a 31 de julho, das 8h às 9h30, nos <em>campi </em>Gragoatá, Praia Vermelha e Valonguinho da UFF. Já os webminicursos estarão disponíveis em formato online até 31 de agosto, proporcionando maior flexibilidade aos participantes. Todas as atividades possuem carga horária de seis horas e oferecem certificado mediante o cumprimento dos critérios de participação.</p>
<p>O valor da matrícula é de R$ 15,00 para sócios da SBPC com anuidade em dia e de R$ 30,00 para não sócios. Participantes que se inscreverem em mais de um webminicurso terão desconto no valor total das matrículas.</p>
<p>Cada participante poderá se matricular em apenas um minicurso presencial, pois todas as atividades ocorrerão nos mesmos dias e horários. Para obtenção do certificado, será exigida frequência mínima de 75% da carga horária.</p>
<p>Nos webminicursos, as seis horas de conteúdo serão disponibilizadas em aulas gravadas. Para obtenção do certificado, será necessária a conclusão integral das aulas disponibilizadas.</p>
<p>As vagas para os minicursos presenciais são limitadas e serão preenchidas por ordem de matrícula e pagamento da taxa. Já os webminicursos não possuem limite de vagas.</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Participação na Reunião Anual é gratuita</strong></p>
<p>Considerado o maior evento científico da América Latina, <strong style="font-weight: bold !important;">as Reuniões Anuais da SBPC são gratuitas e abertas a todos</strong>. Reúnem todos os anos milhares de pessoas – cientistas, professores e estudantes de todos os níveis, profissionais liberais e visitantes, além de autoridades e formuladores de políticas públicas sobre ciência e tecnologia no País.</p>
<p>A entrada na Reunião Anual da SBPC é livre e gratuita para todas as atividades.</p>
<p>A programação preliminar e informações sobre inscrições estão disponíveis no site da 78ª Reunião Anual da SBPC: <a href="https://ra.sbpcnet.org.br/78RA/">https://ra.sbpcnet.org.br/78RA/</a>.</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Apoiadores</strong></p>
<p>A 78ª Reunião Anual da SBPC é uma realização da UFF e da SBPC, que tem como sócios institucionais a Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto de Ciência, Tecnologia e Inovação de Maricá (ICTIM).</p>
<p>O evento conta com patrocínio da Finep, Prefeitura de Niterói, da Faperj, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Ministério da Saúde.</p>
<p>Entre os apoiadores estão Fundação Euclides da Cunha (Fec), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Educação e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.</p>
<p>Programe-se e participe!</p>
<p><em>Jornal da Ciência</em></p>
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		<title>A personificação didática no ensino de ciências e química</title>
		<link>http://www.jornaldaciencia.org.br/a-personificacao-didatica-no-ensino-de-ciencias-e-quimica/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 16:27:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Áreas da Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Exatas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da SBPC]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigo da nova edição da Ciência &#038; Cultura discute encontros entre o cosplay e a alfabetização científica no ensino de ciências]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Artigo da nova edição da Ciência &amp; Cultura discute encontros entre o cosplay e a alfabetização científica no ensino de ciências</em></p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-15-at-09.04.37.jpeg"><img class="alignright size-medium wp-image-30263 img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-15-at-09.04.37-300x300.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-07-15 at 09.04.37" width="300" height="300" /></a>A metodologia da Personificação Didática propõe integrar ciência, cultura pop e práticas pedagógicas para tornar o aprendizado mais significativo. Isso é o que discute artigo da nova edição da <strong style="font-weight: bold !important;">Ciência &amp; Cultura</strong>, que tem como tema “Ensino de ciências para crianças e adolescentes por meio da ludicidade”.</p>
<p>Aplicada com estudantes do Ensino Fundamental, Ensino Médio e Ensino Superior, a estratégia é estruturada em três etapas complementares. A primeira consiste no planejamento curricular, no qual os conteúdos previstos são analisados e relacionados a obras da cultura pop que apresentem conexões conceituais com os temas estudados. Em seguida, ocorre a chamada performance epistêmica, em que o professor assume a caracterização de um personagem para mediar a aprendizagem, utilizando a narrativa como recurso para introduzir conceitos científicos, propor desafios e conduzir experimentos sem abrir mão do rigor acadêmico. A terceira etapa envolve atividades práticas baseadas na cultura maker, na gamificação e na produção autoral, estimulando os estudantes a construir protótipos, explorar ferramentas digitais, e desenvolver histórias em quadrinhos com temática científica.</p>
<p>A eficácia da metodologia foi acompanhada por meio de avaliações qualitativas e quantitativas, incluindo diários de bordo, avaliações teóricas, análises de desempenho acadêmico e instrumentos de percepção dos estudantes. Os resultados indicaram impactos positivos em diferentes dimensões do processo de ensino e aprendizagem. Um dos aspectos mais relevantes foi a desconstrução da imagem estereotipada do cientista como uma figura distante e restrita ao ambiente laboratorial. Ao associar a pesquisa científica a elementos da cultura pop, a metodologia aproximou a ciência do cotidiano dos estudantes, tornando-a mais acessível, atrativa e conectada aos seus repertórios culturais. “A expectativa pelas aulas com a personificação didática reduziu de maneira evidente os índices de absenteísmo e a dispersão em sala de aula”, conta Thaiza Montine Gomes dos Santos Cruz, professora de Ciências no Colégio Marista de Goiânia e professora de Química e de Ciências no Colégio Estadual da Polícia Militar de Goiás &#8211; Unidade Ayrton Senna.</p>
<p>Segundo os registros da pesquisa, os estudantes demonstraram maior disposição para enfrentar conteúdos considerados complexos, favorecendo um ambiente de aprendizagem mais dinâmico e colaborativo. O envolvimento emocional proporcionado pelas narrativas e pelos personagens ampliou o interesse pelas disciplinas e fortaleceu a interação entre professor, conteúdo e estudantes.</p>
<p>Outro resultado destacado foi o fortalecimento da retenção de conhecimentos em longo prazo. As avaliações mostraram que os alunos passaram a relacionar conceitos científicos às narrativas vivenciadas durante as aulas, recorrendo às cenas, personagens e atividades desenvolvidas para compreender mecanismos químicos, biológicos e físicos. A metodologia evidencia o potencial da imaginação como elemento catalisador da aprendizagem e reforça a importância de práticas pedagógicas transdisciplinares, capazes de dialogar com as transformações culturais contemporâneas. “A sala de aula pode e deve ser um espaço de encantamento”, defende Thaiza Cruz.</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Leia o artigo completo:</strong></p>
<p><a href="https://revistacienciaecultura.org.br/?artigos=a-personificacao-didatica-no-ensino-de-ciencias-e-quimica" target="_blank">https://revistacienciaecultura.org.br/?artigos=a-personificacao-didatica-no-ensino-de-ciencias-e-quimica</a></p>
<p><em>Ciência &amp; Cultura</em></p>
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		<title>Astronomia ganha espaço na programação de minicursos da 78ª Reunião Anual da SBPC</title>
		<link>http://www.jornaldaciencia.org.br/astronomia-ganha-espaco-na-programacao-de-minicursos-da-78a-reuniao-anual-da-sbpc/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 16:54:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Áreas da Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Exatas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da SBPC]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais de 60 minicursos presenciais e online integram a programação, com atividades de diversas áreas do conhecimento. Todos oferecem certificado de participação]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mais de 60 minicursos presenciais e online integram a programação, com atividades de diversas áreas do conhecimento. Todos oferecem certificado de participação</em></p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Cartaz-78RASBPC-UFF_40x60cm_impressão_page-0001-695x1024.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-30121 img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Cartaz-78RASBPC-UFF_40x60cm_impressão_page-0001-695x1024-203x300.jpg" alt="Cartaz-78RASBPC-UFF_40x60cm_impressão_page-0001-695x1024" width="203" height="300" /></a>Os interessados em Astronomia terão diversas oportunidades para aprofundar seus conhecimentos durante a 78ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Entre os mais de 60 minicursos presenciais e online (webminicursos) oferecidos ao longo do evento, três atividades exploram diferentes dimensões da ciência do Universo, da pesquisa espacial às conexões entre astronomia, cultura e educação.</p>
<p>Um dos destaques é o minicurso <strong style="font-weight: bold !important;">&#8220;Astronomia e soberania: o domínio do espaço como motor do desenvolvimento nacional&#8221;</strong>, ministrado por Rogério Monteiro-Oliveira, do Observatório Nacional (ON). A atividade discutirá como a Astronomia, embora seja uma ciência básica, impulsiona o domínio do espaço, contribui para a formação de profissionais altamente qualificados e estimula o desenvolvimento de tecnologias de ponta. Também serão abordados os impactos desse processo para o fortalecimento da soberania científico-tecnológica brasileira e para a participação do País em grandes projetos astronômicos internacionais.</p>
<p>Outro curso em destaque é <strong style="font-weight: bold !important;">&#8220;O universo extremo: as ideias básicas da física de astropartículas e cosmologia&#8221;</strong>, ministrado por João Ramos Torres de Mello Neto, professor titular do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IF-UFRJ). O minicurso apresentará um panorama da evolução das ideias sobre o Universo, das concepções da Grécia Antiga às contribuições de Einstein e aos avanços da astronomia multimensageira, incluindo raios cósmicos, neutrinos e ondas gravitacionais. A programação também abordará temas como matéria escura, energia escura e os principais modelos cosmológicos.</p>
<p>Já o minicurso <strong style="font-weight: bold !important;">&#8220;A ciência do céu para todos: estudos de caso e metodologias no campo da astronomia cultural&#8221;</strong> será ministrado por Walmir Thomazi Cardoso e Rundsthen Vasques de Nader, docentes do Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia da UFRJ, e por Flávia Lima, da Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro. A atividade apresentará pesquisas realizadas com comunidades tradicionais (etnoastronomia), estudos sobre alinhamentos e pinturas rupestres em sítios arqueológicos e investigações sobre as orientações astronômicas de igrejas católicas no Rio de Janeiro. Também serão discutidas estratégias para levar esses conteúdos à Educação Básica, em diálogo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e a Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER).</p>
<p>Além das atividades voltadas à Astronomia, a programação de minicursos da 78ª Reunião Anual da SBPC reúne mais de 60 opções, entre as modalidades presencial e online, abrangendo diferentes áreas do conhecimento. Ministrados por pesquisadores, docentes e especialistas de instituições de todo o País, os cursos abordam temas das ciências exatas, naturais, humanas e sociais, além de assuntos contemporâneos relacionados à educação, saúde, tecnologia, cultura, meio ambiente e inovação.</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">As vagas para os minicursos presenciais são limitadas e preenchidas por ordem de matrícula e pagamento da taxa de inscrição</strong>. As inscrições permanecem abertas até <strong style="font-weight: bold !important;">28 de julho</strong> para os minicursos presenciais e até <strong style="font-weight: bold !important;">4 de agosto </strong>para os webminicursos. Todas as atividades oferecem certificado de participação.</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">A programação dos minicursos e webminicursos, as normas e as orientações para matrícula estão disponíveis no site da 78ª Reunião Anual da SBPC: </strong><a href="https://ra.sbpcnet.org.br/78RA/"><strong style="font-weight: bold !important;">https://ra.sbpcnet.org.br/78RA/</strong></a></p>
<p>Os minicursos presenciais serão realizados de 28 a 31 de julho, das 8h às 9h30, nos <em>campi </em>Gragoatá, Praia Vermelha e Valonguinho da UFF. Já os webminicursos estarão disponíveis em formato online até 31 de agosto, proporcionando maior flexibilidade aos participantes. Todas as atividades possuem carga horária de seis horas e oferecem certificado mediante o cumprimento dos critérios de participação.</p>
<p>O valor da matrícula é de R$ 15,00 para sócios da SBPC com anuidade em dia e de R$ 30,00 para não sócios. Participantes que se inscreverem em mais de um webminicurso terão desconto no valor total das matrículas.</p>
<p>Cada participante poderá se matricular em apenas um minicurso presencial, pois todas as atividades ocorrerão nos mesmos dias e horários. Para obtenção do certificado, será exigida frequência mínima de 75% da carga horária.</p>
<p>Nos webminicursos, as seis horas de conteúdo serão disponibilizadas em aulas gravadas. Para obtenção do certificado, será necessária a conclusão integral das aulas disponibilizadas.</p>
<p>As vagas para os minicursos presenciais são limitadas e serão preenchidas por ordem de matrícula e pagamento da taxa. Já os webminicursos não possuem limite de vagas.</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Participação na Reunião Anual é gratuita</strong></p>
<p>Considerado o maior evento científico da América Latina, <strong style="font-weight: bold !important;">as Reuniões Anuais da SBPC são gratuitas e abertas a todos</strong>. Reúnem todos os anos milhares de pessoas – cientistas, professores e estudantes de todos os níveis, profissionais liberais e visitantes, além de autoridades e formuladores de políticas públicas sobre ciência e tecnologia no País.</p>
<p>A entrada na Reunião Anual da SBPC é livre e gratuita para todas as atividades.</p>
<p>A programação preliminar e informações sobre inscrições estão disponíveis no site da 78ª Reunião Anual da SBPC: <a href="https://ra.sbpcnet.org.br/78RA/">https://ra.sbpcnet.org.br/78RA/</a>.</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Apoiadores</strong></p>
<p>A 78ª Reunião Anual da SBPC é uma realização da UFF e da SBPC, que tem como sócios institucionais a Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto de Ciência, Tecnologia e Inovação de Maricá (ICTIM).</p>
<p>O evento conta com patrocínio da Finep e o apoio da Prefeitura de Niterói, da Faperj, do Governo do Estado do Rio de Janeiro, do Ministério da Educação e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.</p>
<p>Programe-se e participe!</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Veja abaixo a lista dos MINICURSOS PRESENCIAIS: </strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-01 – INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL GENERATIVA NA EDUCAÇÃO BÁSICA</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Laura de Oliveira Fernandes Moraes (UNIRIO) e Carla Amor Divino Moreira Delgado (UFRJ)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> O curso aborda fundamentos básicos de IA generativa: objetivos e métricas dos modelos, limitações, vieses e estratégias de interação em educação. Discute ética, soberania, regulamentação e responsabilidade digital. Oferece práticas para professores em criação de prompts, organização e produção de materiais. Ensina alunos a usar a IA criticamente, promovendo pesquisa, tutoria, verificação de dados e projetos colaborativos, estimulando autonomia, inclusão e desenvolvimento tecnológico consciente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-02 – COMPUTAÇÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA (SBC)</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Leila Ribeiro (UFRGS), Thais Vasconcelos Batista (UFRN) e Graziela Ferreira Guarda (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> A Computação vem impactando significativamente o mundo nas últimas décadas, especialmente o computador, a internet, a inteligência artificial. Por isso, computação é essencial na formação do cidadão do século XXI e foi incluída na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) desde 2023. Este minicurso tem como objetivo discutir sobre temas relacionados ao ensino de Computação na Educação Básica e também sobre o impacto da Inteligência Artificial neste contexto: O que é Computação e sua relevância na formação escolar; Habilidades dos eixos pensamento computacional, mundo digital, cultura digital; Inteligência artificial e educação.; Oportunidades e desafios de implantação da Computação nos currículos escolares.</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;"> </strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-03 – ASTRONOMIA E SOBERANIA: O DOMÍNIO DO ESPAÇO COMO MOTOR DO DESENVOLVIMENTO NACIONAL</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrante:</strong> Rogério Monteiro-Oliveira (ON)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Como estudar o que não cabe em um laboratório? Como os objetos cósmicos estão incrivelmente distantes, a Astronomia exige tecnologias no estado da arte para desvendar o Universo, tornando-se uma poderosa força motriz de inovações. Neste minicurso, você descobrirá como essa ciência básica impulsiona o domínio do espaço, forma mentes brilhantes e estimula a indústria de ponta. Iremos entender como esse ciclo fortalece nossa soberania científico-tecnológica e o papel estratégico do Brasil nos maiores projetos astronômicos da atualidade.</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;"> </strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-04 – O UNIVERSO EXTREMO: AS IDÉIAS BÁSICAS DA FÍSICA DE ASTROPARTÍCULAS E COSMOLOGIA</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrante:</strong> João Ramos Torres de Mello Neto (UFRJ)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Minicurso introdutório às bases da física de astropartículas e da cosmologia. Partimos de perguntas essenciais — o que é a matéria, quais leis regem o Universo, ele é finito ou infinito, teve começo e terá fim? — e analisamos as “mensagens” de supernovas, colisões de buracos negros e outros eventos extremos. Abordamos a evolução das ideias, dos gregos a Einstein e à era multimensageira (raios cósmicos, neutrinos, ondas gravitacionais), discutindo matéria e energia escuras e modelos cosmológicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-05 – A CIÊNCIA DO CÉU PARA TODOS: ESTUDOS DE CASO E METODOLOGIAS NO CAMPO DA ASTRONOMIA CULTURAL</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Walmir Thomazi Cardoso (UFRJ), Rundsthen Vasques de Nader (UFRJ) e Flávia Lima (Planetário RJ)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> A astronomia cultural é um campo interdisciplinar voltado ao estudo das relações céu-terra em distintos contextos socioculturais, fundamentado na convergência da história, arqueologia, antropologia e astronomia, assim como outras disciplinas. Este minicurso aborda pesquisas com comunidades tradicionais (etnoastronomia), alinhamentos e pinturas rupestres em sítios arqueológicos (arqueoastronomia) e investigações sobre as orientações astronômicas de igrejas católicas no Rio de Janeiro (arqueoastronomia), com aplicações pedagógicas na Educação Básica, conforme a BNCC e ERER.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-06 – COMO E POR QUE ESTUDAR O PERFUME DAS FLORES EM MEIO ÀS EMERGÊNCIAS CLIMÁTICAS</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Rafael Ferreira da Silva (UFF) e Renatha Tavares de Oliveira (UNIRIO)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Nesse minicurso, discutimos o perfume das flores como um fenômeno químico, ecológico e sensorial em transformação diante da crise ambiental contemporânea. A partir do diálogo entre a química de fragrâncias e as ciências ambientais, exploramos como as mudanças climáticas têm afetado a produção e a emissão dos compostos voláteis florais, comprometendo interações ecológicas essenciais e a própria biodiversidade.</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;"> </strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-07 – QUANDO A QUÍMICA VIRA PROVA: FUNDAMENTOS DA QUÍMICA FORENSE</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrante:</strong> Wagner Felippe Pacheco (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Neste minicurso, o participante será conduzido a uma imersão no fascinante universo da Química Forense, explorando como a ciência transforma vestígios imperceptíveis em provas decisivas. Serão discutidas as principais técnicas empregadas na revelação e interpretação de impressões digitais, os princípios químicos por trás da análise de manchas e padrões de gotejamento de sangue, e a balística química associada ao funcionamento de armas de fogo e à identificação de resíduos de disparo (GSR).</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-08 – ATIVIDADES EXPERIMENTAIS INVESTIGATIVAS PARA PROFESSORES DE CIÊNCIAS DA NATUREZA: NANOTECNOLOGIA E SUSTENTABILIDADE</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Joana Guilares de Aguiar (UFF), Thiago de Melo Lima (UFF) e Célia Machado Ronconi (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Curso de formação continuada para professores de Ciências da Natureza que articula ensino-pesquisa-extensão com atuação de docentes e discentes de dois programas de pós-graduação do IQ-UFF: o PPECN e o PPGQ. Ensino de Ciências por Investigação e as atividades experimentais investigativas. Experimentos com nanomateriais e sólidos adsorventes com foco em questões ambientais e sustentáveis. Adaptação de experimentos com materiais de baixo custo para o Ensino Médio. Problematização e interdisciplinaridade.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-09 – MICROPLÁSTICOS EM ALTA RESOLUÇÃO: DETECÇÃO E CLASSIFICAÇÃO AUTOMATIZADA VIA MICRO-FTIR-FPA</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Roberto Meigikos dos Anjos (UFF), João Paulo de Sá Felizardo (UFF) e Camila Rodrigues e Silva (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Introdução aos microplásticos: conceitos fundamentais, definições e classificações. Potenciais fontes, rotas de transporte e impactos ambientais. Estratégias de amostragem, métodos de tratamento e controle de contaminação. Técnicas de identificação e caracterização dos microplásticos, princípios de espectroscopia infravermelha, reconhecimento de polímeros, controle de qualidade e interpretação dos resultados. Desafios e perspectivas de pesquisa em poluição por microplásticos.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-10 – AS METAS ECONÔMICO-ECOLÓGICAS DA AGENDA 2030 E SEU USO COMO FERRAMENTA DE DEFESA DA SOBERANIA</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Pedro Luiz Teixeira de Camargo (IFMG), Raphaella Karla Portes Beserra (IF Sudeste-MG) e Sany Karla Faria Trigo (IFMG)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Agenda 2030 e suas metas, Teoria Econômica e Meio Ambiente. Conceitos básicos: desenvolvimento e crescimento econômico; mercado e mercadoria; oferta e demanda; preço e valor; uso e depreciação; valoração de custos ambientais. Sustentabilidade Fraca e Forte. Desenvolvimento sustentável e combate às desigualdades. Análise de projetos ambientais na perspectiva inclusiva.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-11 – IMPACTO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NA EMERGÊNCIA E REEMERGÊNCIA DAS VIROSES</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Adriana de Abreu Corrêa (UFF) e Carmen Baur Vieira (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> O minicurso abordará como os efeitos das mudanças climáticas podem alterar a dinâmica das doenças virais. Será abordado como o aquecimento global e as consequentes alterações ecológicas alteram a disseminação de vírus, vetores e hospedeiros, influenciando na emergência e reemergência de viroses humanas, zoonóticas ou não. Serão discutidos conceitos de Uma Só Saúde (One Health), vigilância, estratégias de mitigação e de adaptação frente aos novos cenários ambientais e epidemiológicos.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-12 – CADASTRO NO SISGEN / CGEN</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Laila Salmen Espindola (SBPC/UnB), Thiago Augusto Zeidan Vilela de Araujo (MMA) e Thiego de Sousa Cotrim (MMA)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Atividade prática, para ensinar como realizar o cadastro de acesso ao Patrimônio Genético e ao Conhecimento Tradicional Associado no SisGen/CGEn. Aulas: introdução ao SisGen e primeiros passos no sistema; identificação de situações que configuram acesso ao PG/CTA e simulação de decisões para cadastro; preenchimento completo de um cadastro real ou simulado no Sistema SisGen; correção de erros frequentes, exercícios de revisão de cadastros e orientação para boas práticas institucionais.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-13 – GESTÃO E GOVERNANÇA DA BIOPROTEÇÃO: IMPLEMENTANDO A ISO 35001 EM LABORATÓRIOS</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Denise Torres da Silva (FIOCRUZ), Kelly Fagundes Nascimento (MAPA) e Karinne Spirandelli Carvalho Naves (UFU)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Este minicurso oferece uma introdução prática e aplicada à ISO 35001:2019 – Biorisk Management, abordando os princípios fundamentais de gestão de riscos biológicos e governança organizacional em biossegurança e bioproteção. Serão explorados os elementos essenciais para a estruturação e implementação de sistemas de gestão baseados em risco, com foco em laboratórios de pesquisa, ensino, diagnóstico e produção.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-14 – INTEGRAÇÃO ENTRE MANEJO, BIOSSEGURANÇA E EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL: DESAFIOS E INOVAÇÕES NA PESQUISA</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Isabele Barbieri dos Santos (FIOCRUZ), Luiz Cesar Cavalcanti Pereira da Silva (FIOCRUZ) e Denise Torres da Silva (FIOCRUZ)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Estudo dos princípios e práticas integradas de manejo e biossegurança aplicados à experimentação animal em pesquisa científica. Discussão dos aspectos éticos, legais e técnicos relacionados ao uso de animais em ciência, com foco nas boas práticas laboratoriais, no bem-estar animal e na redução de riscos biológicos e ocupacionais. Aborda as inovações em técnicas de manejo, habituação e refinamento de procedimentos experimentais que asseguram o bem-estar animal e a biossegurança.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-15 – CIÊNCIA CIDADÃ</strong> NA PRÁTICA: INCLUSÃO E INOVAÇÃO EM SAÚDE E SUSTENTABILIDADE</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Maria Simone de Menezes Alencar (UNIRIO), Clarissa Coelho Vieira Guimarães (UNIFESP) e Jéssica Silva Brunoni (UNIRIO)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> O minicurso propõe introduzir conceitos, princípios e práticas de Ciência Cidadã, no contexto da Ciência Aberta. Destaca seu potencial para a inclusão social, democratização do conhecimento e inovação em saúde e sustentabilidade. De forma teórico-prática, os participantes serão convidados a desenvolver uma proposta de microprojeto de ciência cidadã, voltado a desafios reais de suas comunidades, articulando saberes científicos e populares.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-16 – ARTE E EDUCAÇÃO NA COLETIVIDADE PARA A ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM OU SEM DEFICIÊNCIAS</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Jairo Werner Júnior (UFF), Rosita Carvalho Reynaud Schaefer (UFRJ) e Deborah Castro Fajardo Lopes (IPHEM)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Nas aulas exploraremos metodologias que privilegiem a diversidade e a expressão criadora, no intuito de promover alfabetização e desenvolvimento integral de crianças com ou sem deficiência. Fundamentados na teoria histórico-cultural de Vigotski e na pedagogia de Heloísa Marinho, o curso visa contribuir para que educadores e agentes sociais proporcionem acesso a ambientes coletivos afetivo-cognitivos, por meio da medicação semiótica, da dialogia e da interação social.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-17 – SAÚDE E MEIO AMBIENTE NAS ESCOLAS – TRANSVERSALIDADE COMO INSTRUMENTO DE INCLUSÃO NO ENSINO BÁSICO (FIOCRUZ)</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Cristina Araripe Ferreira (FIOCRUZ), Carlos José Saldanha Machado (FIOCRUZ) e Maria Inez Sodré Saraiva (FIOCRUZ)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> A Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente da Fiocruz, propõe-se a discussão acerca da importância dos temas transversais saúde e meio ambiente no ambiente escolar. Em um contexto marcado por crises socioambientais, mudanças climáticas e desigualdades estruturais, torna-se urgente fortalecer práticas pedagógicas que abordem tais temas de forma transversal e integrada ao currículo. A partir das experiências desenvolvidas no âmbito da Olimpíada, nas três modalidades da Obsma: Produção de Texto, Projeto de Ciências e Produção Audiovisual, busca-se refletir na promoção de uma educação crítica, comprometida com a formação de sujeitos capazes de compreender e intervir nas realidades socioambientais que os cercam.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-18 – EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EM SAÚDE: ARTICULAÇÃO COM OS MOVIMENTOS POPULARES E O SUS.</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Aluisio Gomes da Silva Junior (UFF), Gilson Saippa de Oliveira (UFF) e Maria Goretti Andrade Rodrigues (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Este minicurso será ofertado sob a forma de Oficina da Rede UFF de Saúde Coletiva agregando participantes dos diversos campi da Universidade, profissionais de saúde e representantes de movimentos populares para discutir sua articulação com as Redes de Saúde locais na produção de conhecimento engajado nas lutas populares e na construção do Sistema Único de Saúde. Espera-se uma troca de experiências e a formulação de diretrizes de atuação conjunta nos 9 municípios onde a UFF tem sede</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-19 – AGROTÓXICOS, COLONIALISMO QUÍMICO E IMPERIALISMO: EFEITOS NAS CONDIÇÕES DE VIDA, SAÚDE E TRABALHO</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Ariane Leites Larentis (ENSP/Fiocruz), Ana Paula das Neves Silva (ENSP/Fiocruz) e Silvia Kelly Mendes da Costa (UFRJ)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> As questões ambientais e os impactos do agronegócio têm estado na ordem do dia e os cientistas são unânimes em indicar que estamos em um momento de profunda crise, que cada vez mais se aproxima de um ponto de não retorno, se é que já não se chegou a ele. O objetivo do minicurso é discutir os efeitos sobre as condições de vida e saúde da classe trabalhadora da inserção subordinada do Brasil, um dos maiores produtores de alimentos do mundo e o maior consumidor de agrotóxicos, na economia mundial.</p>
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<p style="font-weight: bold; color: #212529;">MC-20 &#8211; AGRICULTURA REGENERATIVA: A BAIXA PEGADA HÍDRICA DAS HORTAS SUCULENTAS</p>
<p style="color: #212529;"><span style="font-weight: bolder;">Ministrante:</span> <span style="color: #000000;">Alexandre José Firme-Vieira (UFF)</span></p>
<p style="color: #212529;"><span style="font-weight: bolder;">Ementa:</span> Os participantes conhecerão os princípios da agricultura regenerativa por meio da integração entre conhecimentos teóricos e atividades práticas, realizadas no Laboratório a Céu Aberto. Serão convidados a vivenciar experiências em contato com a terra, explorando os ciclos ecológicos, as ecologias do cuidado, o cultivo de hortas suculentas de baixa pegada hídrica, a importância do solo como organismo vivo, os processos de sucessão ecológica e estratégias para favorecer a regeneração natural. Também refletirão sobre quando intervir, quando permitir que a natureza siga seu curso, como plantar, deixar crescer e cuidar de plantas alimentícias não convencionais (PANCs), promovendo sistemas agroecológicos mais sustentáveis.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-21 – GÊNERO, VIOLÊNCIA E PODER JUDICIÁRIO</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Fernanda Andrade Almeida (UFF), Leticia Virginia Leidens (UFF) e Larissa Batista Franco (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> O minicurso tem como proposta trabalhar a temática da violência contra meninas e mulheres no Brasil em suas múltiplas dimensões, incluindo a violência institucional praticada pelos órgãos responsáveis pela proteção desse público. Serão abordadas, ainda, repercussões internacionais dessa violência, como casos de mulheres brasileiras em situação de violência doméstica no exterior e violências contra mulheres imigrantes no Brasil.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-22 – TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Danielle Carusi Machado (UFF) e Ariana Martins de Britto (J-PAL)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> O objetivo deste minicurso é apresentar os principais métodos de avaliação de impacto de políticas públicas a partir de 4 aulas expositivas de 1.30 minutos cada, onde serão passados os principais conceitos que norteiam as técnicas de estimação de impacto, as aplicações para alguns contextos no Brasil e no mundo bem como alguns exemplos realizados de avaliação em políticas públicas. Serão feitos alguns exemplos práticos em sala e discutidos alguns pontos dos métodos.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-23 – NOVOS BRICS, POTENCIALIDADES E PERSPECTIVAS</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Eduardo Rodrigues Gomes (UFF), Paulo Gabriel Hilu da Rocha Pinto (UFF) e Lenaura de Vasconcelos Costa Lobato (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> O minicurso apresenta os aspectos mais relevantes dos BRICS ao longo de sua trajetória e na transição atual para o BRICS Plus, com a incorporação de cinco novos membros do Oriente Médio e Norte da África. O BRICS defende uma ordem internacional mais inclusiva, multilateral e participativa, cuja arquitetura econômica seja promotora do desenvolvimento e inclusão social, e cujo arcabouço jus-político seja capaz de promover valores como paz, justiça e sustentabilidade, a partir do NuBRICS da UFF.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">CANCELADO &#8211; MC-24 – ARQUIVOS COMUNITÁRIOS: RESISTÊNCIA, DIVERSIDADE E INCLUSÃO NA </strong>PRESERVAÇÃO DAS MEMÓRIAS COLETIVAS</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Mônica Tenaglia (UFF) e Natália Bolfarini Tognoli (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> A compreensão sobre os arquivos comunitários é essencial para reconhecer iniciativas que surgem, muitas vezes, à margem das políticas públicas, e que revelam memórias, práticas e identidades ausentes nos arquivos institucionais. Este minicurso aborda a formação, preservação e uso social desses acervos como instrumentos de resistência, cidadania e valorização da diversidade. Dialoga com os eixos “Democracia, Desigualdades e Diversidades”, e “Inclusão”.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-25 – CONVERSANDO SOBRE O ASSÉDIO NAS ORGANIZAÇÕES</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Cládice Nóbile Diniz (UNIRIO), Juliana Arruda (UFRRJ) e Fafate Costa (UFRRJ)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Promover o letramento teórico e prático sobre o assédio e oferecer subsídios para análise de casos de assédio moral e sexual nas organizações, com base em metodologia e diretrizes do Ministério Público a fim de se viver em ambientes de trabalho e estudo mais seguros, plurais e igualitários.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-26 – ETNOQUÊ? INTRODUÇÃO AO MÉTODO DE PESQUISA-AÇÃO ETNOGRÁFICA</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Rolf Malungo de Souza (UFF) e Priscila Tavares dos Santos (InEAC)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> O minicurso Etnoquê apresenta a etnografia como tecnologia social, conforme registrada no Catálogo da AGIR/UFF (2024), enfatizando seu potencial de democratização do conhecimento e de transformação social. Fundamentado na observação participante, na produção de dados e na interação comunicativa, o curso destaca a etnografia como instrumento de acesso qualificado às visões de mundo de sujeitos coletivos, contribuindo para pesquisas engajadas e projetos voltados à justiça social.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-27 – MODOS DE VIDA, RACISMO E EDUCAÇÃO: PERSPECTIVAS A PARTIR DOS POVOS DE TERREIROS</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Ana Paula Mendes de Miranda (UFF), Luena Nascimento Nunes Pereira (UFRRJ) e Leonardo Vieira Silva (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Propõe-se refletir sobre os conflitos étnico-raciais e religiosos que envolvem os povos de terreiro, destacando seus modos de vida, saberes e resistências. Inspirando na Lei 10.639/2003, discutiremos as expressões do racismo religioso e como a educação pode valorizar as tradições afro-brasileiras e promover práticas antirracistas. Voltado a graduandos, pós-graduandos e professores. O programa abordará os eixos: Intolerâncias/Racismos; Modos de vida nos terreiros e Educação para a diversidade.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-28 – ORCID E COMPANHIA: DESVENDANDO OS IDENTIFICADORES E PERFIS DE AUTOR</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrante:</strong> Iara Vidal Pereira de Souza (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Este minicurso vai apresentar na prática como utilizar o Orcid, identificador persistente internacional gratuito cada vez mais utilizado na pesquisa; como criar/gerenciar perfis nas bases Web of Science (antigo ResearcherID), Scopus (Author ID) e Google Scholar; e como integrar essas ferramentas ao Currículo Lattes.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">CANCELADO &#8211; MC-29 – ESCRITA ACADÊMICA NAS CIÊNCIAS HUMANAS: FUNDAMENTOS, ÉTICA E PRÁTICAS CONTEMPORÂNEAS</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrante:</strong> Mariane da Silva Pisani (UFPI)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> O minicurso propõe um laboratório de escrita acadêmica nas Ciências Humanas, no qual os participantes desenvolvem um texto próprio ao longo de quatro encontros. Serão trabalhados formulação de problemas, construção argumentativa, uso de evidências, ética e autoria, além de estratégias de revisão e publicação. A proposta articula reflexão teórica e exercícios práticos, acompanhando o processo de escrita como forma de produzir conhecimento. Aula 1: tema, problema de pesquisa e tese. Aula 2: estrutura do texto, parágrafos e argumentação. Aula 3: ética, autoria, posicionalidade e uso de referências. Aula 4: revisão, clareza textual, normas e estratégias de publicação.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">CANCELADO &#8211; MC-30 – O PENSAMENTO COMPUTACIONAL NA EDUCAÇÃO BÁSICA: PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INCLUSIVAS</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Claudiane Figueiredo Ribeiro (FAETEC-RJ), Sergio Crespo Coelho da Silva Pinto (UFF) e Ana Isabel de Azevedo Spinola Dias (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Neste curso o Pensamento Computacional será apresentado para especialistas e não-especialistas através de práticas pedagógicas inclusivas. O primeiro encontro abordará conceitos de Pensamento Computacional e os pilares que auxiliam na resolução de problemas. O segundo encontro incluirá uma apresentação prática do uso do Pensamento Computacional apoiado por jogos digitais. No terceiro e quarto encontro serão apresentados os conceitos da Pessoa com deficiência e a Computação Desplugada, produzindo-se novas atividades. Também será aplicada uma autoavaliação sobre o aprendizado.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-31 – DESCOLONIZANDO AS MÍDIAS DIGITAIS: O LABORATÓRIO MULHERES INDÍGENAS NA WIKIPÉDIA</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Elisa Fruhauf Garcia (UFF), Suelen Siqueira Julio (Colégio Pedro II) e Andressa Inacio de Oliveira Bonatto (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> O minicurso abordará estratégias de enfrentamento ao colonialismo e seus legados a partir da experiência do Laboratório Mulheres Indígenas na Wikipédia (Lamiw/UFF), que promove a difusão científica por meio de oficinas e pesquisas, capacitando estudantes e fortalecendo a divulgação do conhecimento histórico. Por meio de aulas teóricas e práticas, os participantes analisarão os vieses de gênero e raça, bem como os regimes de conhecimento nas humanidades digitais. Wikiversidade: https://w.wiki/7zy</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-32 – REFLEXÕES SOBRE O ESTUDO DA HISTÓRIA E DA MEMÓRIA DOS LUGARES SUBURBANOS</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Gabriel da Silva Vidal Cid (UERJ), Rachel Gomes de Lima (UCAM) e Rafael Mattoso (SEEDUC/RJ)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> O Minicurso avança na organização de um campo de estudos sobre os subúrbios cariocas, dialogando temas e disciplinas caros à discussão, como memória, políticas e a História. A proposta é colaborar para o acúmulo de conhecimento interdisciplinar, focado na crítica aos estigmas e a valorização da agência dos atores deste território. O Minicurso resulta do diálogo entre pesquisadores e ativistas que vêm se reunindo em atividades diversas como seminários, encontros e publicações.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">CANCELADO &#8211; MC-33 – FABRICANDO COMUNS: QUESTÕES PARA UMA CIÊNCIA PRETA, FEMININA E BRASILEIRA</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Jessica da Silva David (UFRJ), Rosa Maria Leite Ribeiro Pedro (UFRJ) e Lucas Gabriel de Matos Santos (UFRJ)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> A partir do entendimento de que as práticas científicas hegemonicamente se sustentam sobre uma lógica branca, masculina e do norte global, o presente minicurso propõe o desafio de recolocar a questão da produção de conhecimento de modo positivo, não no sentido de uma dualidade de bom e ruim, mas de quem afirma uma ciência feita no feminino, por corpos pretos e que falam desde o seu lugar.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-34 – A CLÍNICA IMAGÉTICO-AFETIVA DE NISE DA SILVEIRA: HISTÓRIA, FUNDAMENTOS E ATUALIDADE</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Maddi Damião Junior (UFF), Luana Maria Rotolo (UFF) e Paula Barros Dias (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> O curso apresenta Nise da Silveira como precursora da Reforma Psiquiátrica brasileira, apontando os fundamentos teórico-metodológicos de sua prática e a atualidade do seu método terapêutico. A leitura das imagens produzidas espontaneamente nos ateliês e oficinas terapêuticas será discutida enquanto método de pesquisa a partir das experiências do Museu de Imagens do Inconsciente enquanto um museu vivo e do Coletivo Arte-Intervenção em Recife.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-35 – CIÊNCIA EM DOBRAS: EDUCAÇÃO LÚDICA PARA INSPIRAR MENINAS NAS CIÊNCIAS (SBPC- GÊNERO)</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Valeria de Matos Borges (Fiocruz/BA), Kowawa Kapokaja Apurinã (Rede Ruidosa Alma) e Lorrayne Isidoro Gonçalves (FIOCRUZ)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> O minicurso “Ciência em Dobras”, do Projeto Meninas nas Ciências – UFF, utiliza o livro “Cientistas de papel”. Como eixo central, propõe uma dinâmica baseada na montagem da boneca que dialogue com a trajetória, identidade e referências culturais de cada participante. A partir da fala de cientistas do livro, serão realizadas oficinas de ecobags com traços de pertencimento ancestral e momentos de reflexão guiada, promovendo o reconhecimento da diversidade de percursos na ciência. A proposta amplia o pertencimento por meio de metodologia lúdica que integra narrativa, manualidade e reflexão crítica.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">CANCELADO &#8211; MC-36 – DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA NA WEB PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Ana Paula Cabral Couto Pereira (UFF) e Gisele dos Santos Miranda (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Esta oficina visa compartilhar com professores e graduandos dos cursos de licenciatura, práticas sobre o uso de tecnologias digitais de informação e comunicação (TDICs), empregadas em ações do projeto Meninas e Mulheres na Ciência do ColuniUFF (@mmc.coluniuff), que promovem a divulgação científica na web, e buscam engajar estudantes em feiras de ciências e inovação e em projetos de pesquisa e extensão, na educação básica, além de despertar o pensamento crítico sobre ciência e tecnologia.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-37 – O USO DAS REDES SOCIAIS NA DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA: ENTRE INFLUENCIADORES E PÁGINAS INSTITUCIONAIS</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Miguel Figueiredo (UFRJ), A Definir () e A Definir ()</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Atualmente as redes sociais, como Instagram e Tik Tok, estão intrinsecamente presentes no cotidiano de todos nós, em particular dos jovens. Elas podem ser um instrumento importante na divulgação científica, desde que utilizadas convenientemente, em temas de física, saúde, mudanças climáticas etc. Serão apresentados no minicurso, voltado para estudantes universitários e professores do Ensino Médio, estudos e reflexões sobre o uso vídeos curtos na divulgação científica e os impactos deles, bem como discutidos o papel dos influenciadores e das páginas institucionais.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">CANCELADO  &#8211; MC-38 – EDUCAÇÃO E EQUIDADE DE GÊNERO EM STEM</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Monica Santos Dahmouche (Fundação Cecierj), Simone Pinheiro Pinto (Fundação Cecierj) e Gisele Miranda (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> O minicurso tem o objetivo contribuir para educação equitativa em gênero, no ensino de ciências da educação básica. Provocaremos reflexões sobre temas e posturas que geram inequidade de gênero e que promovem mudanças de cenários. Serão apresentados estudos de caso, além de materiais para serem usados em sala de aula para discutir a presença das mulheres nas ciências exatas, engenharias e computação, bem como no mercado de trabalho.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-39 – MENINAS MULTIPLICADORAS DE CIÊNCIA (SBPC – GÊNERO)</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Maria João Lima Soares de Resende (UFF), Erica Cristina Nogueira (UFF) e Carolina Pinheiro da Silveira (CE Joaquim Távora)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Propomos uma reflexão sobre desafios e possibilidades de incentivar a participação de meninas nas ciências, com foco em Química, Física e Matemática. Serão apresentadas experiências inspiradoras e desenvolvidas atividades interdisciplinares que possam ser reproduzidas em escolas e projetos de extensão. Ao final, os participantes elaborarão propostas pedagógicas voltadas à promoção da equidade de gênero e à formação de meninas como multiplicadoras da ciência em suas comunidades.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-40 – TECNOLOGIA SOCIAL NA PRÁTICA: JOGOS DIDÁTICOS PARA IMPULSIONAR SABERES E SOLUÇÕES COLETIVAS</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Viviani Rios Kwecko (FURG), Laís Silveira Fraga (UNICAMP) e Diana Cruz Rodrigues (MPEG)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> O minicurso, proposto pela Associação Brasileira de Tecnologia Social (ABEPETS), aplica jogos didáticos para vivenciar e criar Tecnologias Sociais (TS) a partir de saberes locais. O jogo “Conduzir a Cooperativa” estimula decisões solidárias e soluções coletivas, enquanto o jogo “Tecnologia Social na Escola” engaja estudantes na implementação de TS em escolas públicas e comunitárias. A abordagem metodológica fortalece a autonomia, a cooperação e o desenvolvimento comunitário.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-41 – DESIGN DE JOGOS DE TABULEIRO E PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> André Luiz Videira de Figueiredo (UFRRJ) e André Cavedon Ripoll (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Jogos de Tabuleiro constituem instrumentos privilegiados para a construção de relações de ensino-aprendizagem caracterizadas pela participação e estímulo à construção do conhecimento. Como instrumentos de divulgação científica e de reflexão política, estimulam relações críticas e democráticas. Pretende-se apresentar um método para a elaboração de jogos de tabuleiro para contextos formativos, a partir do qual participantes desenvolverão seus jogos até o nível da prototipação manuscrita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-42 – JOGOS DE TABULEIRO INVESTIGATIVOS COMO ESTRATÉGIAS PARA A ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Carolina Nascimento Spiegel (UFF), Clever Gustavo de Carvalho Pinto (IFAM) e Debora Regina da Silva (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> O minicurso propõe uma abordagem teórico-prática sobre o papel dos jogos de tabuleiro investigativos na divulgação científica e no enfrentamento da desinformação. Busca integrar fundamentos da alfabetização científica e experiências de criação coletiva de Casos investigativ, promovendo o desenvolvimento do pensamento crítico, da argumentação e da comunicação científica no ensino de ciências. A proposta incentiva práticas criativas e cooperativas para tornar a ciência mais acessível e inclusiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-43 – METODOLOGIAS ATIVAS E OS DESAFIOS DA SALA DE AULA CONTEMPORÂNEA</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Juliana Mendes da Silva (CEFET-RJ), Gabriela dos Santos Leite Boechat (UFF) e Ivana Fontoura Carvalho (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> O minicurso apresentará um roteiro prático de metodologias ativas. 1) estratégias individuais focadas em técnicas de síntese e organização de ideias; 2) estratégias de grupo, com métodos estruturados para a colaboração; 3) estratégias de gamificação, construindo uma atividade com narrativa, pontos e conquistas para motivar os alunos; 4) O curso aprofundará o uso de IAs (ChatGPT, Gemini), trabalhando a criação de “prompts ricos” através da análise de sua estrutura e de uma oficina mão na massa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-44 – MEIO AMBIENTE, MUDANCAS CLIMÁTICAS E DESDOBRAMENTOS DA COP-30.</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Gelta Terezinha Ramos Xavier (UFF), Alexandro Chagas Florentino (UFF) e Jeferson Luiz Choma (USP)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Meio Ambiente e Mudanças Climáticas nos currículos escolares, implicações pedagógicas e desafios para a educação ambiental. Principais resultados da COP-30, implicações sociais, estratégias para a implementação de currículos que promovam a sustentabilidade e a conscientização sobre as mudanças climáticas.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-45 – A EJA QUE ALMEJAMOS E A CIÊNCIA QUE PRECISAMOS: DEMOCRATIZAÇÃO E EQUIDADE NO ACESSO AO CONHECIMENTO</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Sandro Tiago da Silva Figueira (UFF) e Adriana de Almeida (UERJ)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Este minicurso tem como objetivo estabelecer interlocuções teóricas e práticas da Educação de Pessoas Jovens e Adultas (EJA) articuladas aos desafios da alfabetização científica em contextos de vulnerabilidade social. Busca-se refletir sobre o papel do professor e das práticas pedagógicas na mediação do acesso ao conhecimento científico. Toma-se os desafios colocados à EJA associados à defesa da Ciência para todos no sentido de problematizar as necessidades e especificidades da modalidade.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">CANCELADO &#8211; MC-46 – APRENDER COM A NATUREZA: AFETIVIDADE, CORPOREIDADE E APRENDIZAGEM MULTIESPÉCIE ENTRE CORPOS E POLVOS (SBEnBio)</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Alice Alexandre Pagan (UFMT), Iana Marassi dos Santos (UFS) e Sandro Prado Santos (UFU)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Propomos com este minicurso uma abordagem para o ensino de Biologia que supere as limitações da epistemologia clássica, marcada por dicotomias rígidas e pela predominância de um paradigma mecanicista que separa corpo e mente, humano e natureza, cultura e organismo. Busca-se consolidar um ensino que não apenas se dedique a aprender sobre a natureza, mas que também incorpore o movimento de aprender com a natureza, entendendo-a como mestra e como parte constituinte das relações de conhecimento. Para tal propósito, percorreremos caminhos que busquem integrar a afetividade, a corporeidade e perspectivas multiespécie.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-47 – TRANSTORNOS DE APRENDIZAGEM – DESAFIOS NA EDUCAÇÃO BÁSICA</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrante:</strong> Fabiana Martins Ribeiro (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Transtornos de aprendizagem são condições de origem neurobiológica que afetam a capacidade do cérebro de processar informações, impactando o aprendizado de habilidades básicas como leitura, escrita e matemática. O curso traz uma abordagem clínica e educacional, mostrando como o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) podem superar os desafios encontrados na educação dos alunos do Ensino Fundamental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">CANCELADO &#8211; MC-48 – CONSTRUINDO ESTRATÉGIAS DE ACOLHIMENTO À EDUCADORAS/ES VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Jessica da Silva David (UFRJ), Heloisa de Faria Pacheco (UFF) e Fernanda Pereira de Moura (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> A violência contra educadoras/es é uma realidade disseminada no Brasil, o que traz desafios para garantia de um contexto educacional democrático e que efetive a Liberdade de Ensino e o Pluralismo em Educação. Com base nisso, o Observatório Nacional da Violência contra Educadoras/res (ONVE) propõe o presente minicurso para lidar com violações que exigem a construção de estratégias coletivas e institucionais de acolhimento e proteção política, jurídica e psicossocial às educadoras/es.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-49 – MULHERES E CIENTISTAS PERSEGUIDAS NA DITADURA MILITAR (ABRAPEC)</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrante:</strong> Elisa Prestes Massena (UESC)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> O minicurso “Mulheres e cientistas perseguidas na Ditadura Militar” abordará as histórias de mulheres e cientistas que sofreram perseguição política durante o regime militar, destacando seus papéis na resistência, na defesa da liberdade e na reconstrução da democracia brasileira. A proposta é recuperar narrativas silenciadas e evidenciar a importância dessas mulheres e cientistas em tempos de repressão, como Elisa Frota Pessoa e Ana Rosa Kucinski. O minicurso promoverá reflexões sobre o papel da ciência como espaço de resistência e transformação social, ao valorizar suas contribuições, buscando incentivar a luta contínua por preservação da memória de quem, mesmo sob pressão, não desistiu da luta com coragem e resiliência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-50 – OFICINA DE DOCUMENTÁRIOS: A ENTREVISTA NO CINEMA DOCUMENTÁRIO DE CURTA-METRAGEM.</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrante:</strong> Rodrigo Cazes Costa (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> O conceito de cinema documentário; o argumento no roteiro para documentários; a entrevista como instrumento de pesquisa para documentários; a realização do documentário de curta-metragem. O minicurso tem por objetivo, a partir do conteúdo da ementa, a realização, por grupos de três a quatro alunos, de documentários, com até cinco minutos de duração, constituídos, basicamente, por entrevistas realizadas durante a reunião da SBPC. O conjunto de filmes formará um panorama da reunião.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">MC-51 – CULTURA POPULAR PARA PENSAR ARTE E CIÊNCIA (ESOCITE.BR)</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Isabel Leite Cafezeiro (UFF) e Priscila Tamiasso Martinhon (UFRJ)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Este minicurso propõe alistar as dinâmicas da cultura popular para pensar artes e ciências. Para isso, serão propostas atividades em que se misturam movimentos e reflexões, corpo e pensamento, de modo a desvelar possibilidades de expressões de saberes que podem se concretizar de maneiras diversas daquelas exigidas pela ciência moderna. Nesse processo, uma diversidade de atores e atoras são colocados em cena como fazedores da ciência.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">Veja abaixo a lista dos WEBMINICURSOS:</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;"> </strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">WMC-52 – HPLC PARA TODOS</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Alessandra Leda Valverde (UFF), Bruno Sérgio do Amaral (IFSP) e Ari Sérgio de Oliveira Lemos (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Curso de introdução à cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC), abordando desde os fundamentos da separação cromatográfica até estratégias modernas de desenvolvimento e otimização de métodos. O curso integra conceitos teóricos e aplicações práticas envolvendo instrumentação, seleção de colunas e fases móveis, modos cromatográficos (fase reversa, fase normal e HILIC), seletividade, detectores, introdução ao acoplamento com espectrometria de massas (LC-MS) e a carreira na área da cromatografia.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">WMC-53 – MICROVESTÍGIOS PARA O COMBATE AO CRIME: SOLO NO CONTEXTO FORENSE</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Janaína de Assis Matos (UFF) e Carla Semiramis Silveira (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Crimes no Brasil são constantes, e cabe aos peritos criminais levantarem as evidências científicas para solucioná-los. O solo é um vestígio capaz de conectar um objeto a um local de crime e/ou a um suspeito. O minicurso irá apresentar fundamentação teórica sobre criminalística, perícia criminal e microvestígios com a aplicação das metodologias e técnicas em geoquímica e mineralogia de solos para utilização em casos criminais, promovendo justiça e cumprindo o objetivo 16 da ODS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">WMC-54 – POR QUE A ANTÁRTICA IMPORTA PARA O BRASIL?</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Rosemary Vieira (UFF), Marcio Elysio Tavares de Mello Filho (UFF) e Diego Augusto Pereira da Costa Portella (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> O público tem pouco entendimento sobre os processos naturais atuantes nas regiões polares, apesar de sua importância. O curso foca sobre as principais características das regiões polares e a sua ação como reguladores climáticos; na influência da Antártica nos sistemas climáticos e ambientais da América do Sul e no Brasil; no estado atual e nas projeções das mudanças no continente; na importância da educação no combate à desinformação e na preparação da população frente as mudanças em curso.</p>
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<p><strong style="font-weight: bold !important;">WMC-55 – ESTIGMA EM SAÚDE MENTAL E OFUSCAMENTO CLÍNICO – DA MORTALIDADE À INCLUSÃO.</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Daniel Pagnin (UFF) e Valéria de Queiroz Pagnin (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> A alarmante redução na expectativa de vida das pessoas que sofrem de transtornos mentais, com perdas que superam 25 anos no Brasil, está diretamente ligada ao estigma e ao ofuscamento clínico — fenômeno em que sintomas físicos são atribuídos erroneamente à condição mental. Este minicurso aborda essa conexão fatal e apresenta estratégias baseadas em evidências para superar o estigma, promovendo a inclusão e o cuidado integral em saúde como um direito fundamental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">WMC-56 – CAPACITAÇÃO SOBRE MERCÚRIO E SAÚDE NA AMAZÔNIA (Ecotox Brasil)</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Isabela Soares Silva (UFPA), Caio Gustavo Leal de Nazaré (UFPA) e Camila Lago Pinheiro (UFPA)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> O curso aborda o mercúrio, seus usos históricos e atuais, impactos à saúde e ao meio ambiente, principais desastres e desafios na Amazônia. Introduz toxicologia, sinais de intoxicação, grupos vulneráveis, diagnóstico, monitoramento, prevenção e legislação. Organizado pelo IAMER, discute a exposição na Amazônia, riscos e ações de enfrentamento e assistência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">WMC-57 – PATRIMÔNIO ARQUITETÔNICO E MATERIALISMO HISTÓRICO: CIDADE, VALOR E PRÁXIS</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Silvia Scoralich de Carvalho (UFF) e Felipe Gustavo Silva (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> O minicurso propõe uma abordagem crítica do patrimônio cultural fundamentada no materialismo histórico-dialético, investigando como dinâmicas sociais determinam o que é reconhecido e preservado. Discutirá as relações entre produção da cidade, ideologia e seleção patrimonial, abordando poder, desigualdade e mercantilização, além de apresentar debates e casos sobre o sentido social dos bens culturais e alternativas para uma política patrimonial crítica e inclusiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">WMC-58 – OS EFEITOS DA DESINFORMAÇÃO: AMAZÔNIA, INFÂNCIA E JORNALISMO (SOCICOM)</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Gabriel Ferreira Fragata (UFPA), Juliana Doretto (PUCCAMP) e Dione Oliveira Moura (UnB)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> A desinformação é um problema que perpassa diversas áreas do conhecimento e com efeitos em diferentes níveis sociais, econômicos e regionais. A proposta deste minicurso é tratar dos seus efeitos a partir de três perspectivas que dialogam entre si a partir da formação geral em Comunicação, ainda que não restrita. Em princípio tratar dos efeitos do processo contemporâneo de desinformação no jornalismo profissional. Em seguida, tratar dos cuidados necessários para evitar que este processo afeta as maneiras de se informar nas faixas etárias das infâncias e da adolescência. Por fim, a partir do que representou a realização da Cop-30 em Belém-PA, discutir a falta de informação sobre a região amazônica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">WMC-59 – ESCOLHENDO PERIÓDICO: COMO SUBMETER SEU ARTIGO SEM CAIR EM PRÁTICAS EDITORIAIS PREDATÓRIAS (ABEC Brasil)</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Sigmar de Mello Rode (UNESP), Silvia Regina Galleti (IB) e Edna Frasson de Souza Montero (ABEC)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Este webminicurso tem como objetivo capacitar pesquisadores a identificar práticas editoriais predatórias e garantir que seus artigos sejam submetidos a periódicos confiáveis e de qualidade. Além de apresentar critérios e ferramentas para avaliar a credibilidade de periódicos e estratégias para verificar a reputação da editora, o curso destacará a importância de práticas editoriais éticas que promovam a diversidade, a equidade e a inclusão na ciência. Serão discutidas abordagens alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), com foco na igualdade de gênero (ODS 5), na redução das desigualdades (ODS 10) e paz, justiça e instituições eficazes (ODS 16), evidenciando como a escolha de periódicos éticos pode contribuir para uma ciência mais inclusiva, acessível e representativa. Ao final, os participantes estarão aptos a tomar decisões informadas, alinhadas com as boas práticas científicas e os princípios da justiça social. (Gravado em 2025, por ocasião da 77ª Reunião Anual da SBPC, e relançado na 78ª Reunião Anual da SBPC, em razão da atualidade e relevância do tema).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">WMC-60 – TURISMO INCLUSIVO: PRÁTICAS PARA UMA HOSPITALIDADE SEM BARREIRAS</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Ana Lúcia Reis de França (UFF), Sonia Mendes Ferreira (FAETEC-RJ) e Carlos Alberto Lidizia Soares (UFF)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> O minicurso aborda os fundamentos do turismo inclusivo e acessível sob a perspectiva dos direitos humanos, das políticas públicas e do modelo social de deficiência. Propõe reflexões sobre barreiras físicas, comunicacionais e atitudinais, e apresenta estratégias de planejamento, atendimento e gestão de roteiros turísticos acessíveis. Integra princípios do design universal, hospitalidade ética e inclusão de pessoas com deficiência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">WMC-62 – PRÁTICAS CORPORAIS NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (CBCE)</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Phillipe Augusto Ferreira Rodrigues (UEPB), Júlia Aparecida Devidé Nogueira (UnB) e FÁbio Fortunato Brasil de Carvalho (INCA)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Apresenta uma proposta formativa que visa fortalecer os laços entre o campo crítico das práticas corporais e os debates contemporâneos em saúde coletiva, na perspectiva de consolidar a Política Nacional de Práticas Corporais de Atividades Físicas no Sistema Único da Saúde.</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Público-alvo:</strong> Estudantes de graduação ou pós-graduação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">WMC-63 – RELIGIÃO, VIOLÊNCIA E POLÍTICA NO RIO DE JANEIRO</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Cesar Pinheiro Teixeira (UFF), Christina Vital da Cunha (UFF) e Diogo Silva Corrêa (EHESS-França)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> O curso aborda transformações ocorridas nas favelas e periferias do Rio de Janeiro nas últimas décadas: a expansão do pentecostalismo e o fortalecimento de grupos armados, bem como seus cruzamentos, como no chamado “Complexo de Israel”. Examina também aspectos políticos associados a esse quadro, como o fortalecimento da presença pentecostal nos espaços institucionais, especialmente no legislativo e nas instituições de controle social.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">WMC-64 – COMPORTAMENTO SUICIDA: FUNDAMENTOS, RISCOS E PROMOÇÃO DA VIDA (SBP)</strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ministrantes:</strong> Marck de Souza Torres (UFAM) e Claudia Lucia Menegatti (PUCPR)</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Ementa:</strong> Este minicurso aborda o comportamento suicida sob uma perspectiva interdisciplinar, articulando evidências científicas, fundamentos teóricos e práticas de cuidado em saúde mental. Serão discutidos aspectos conceituais, epidemiológicos e psicossociais, fatores de risco e proteção, sinais de alerta, estratégias de prevenção, posvenção e promoção da vida, bem como o papel das redes de apoio, dos serviços públicos e da atuação ética dos profissionais na construção de respostas sensíveis às desigualdades sociais e contextos de vulnerabilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Jornal da Ciência</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Paulo Artaxo é laureado com o Planet Earth Award 2026 da Alliance of World Scientists</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 14:44:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Exatas]]></category>
		<category><![CDATA[Grandes Temas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da SBPC]]></category>

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		<description><![CDATA[Ex-vice-presidente da SBPC e professor titular da USP é reconhecido por quatro décadas de contribuições à ciência do clima e à compreensão do papel da Amazônia no sistema terrestre]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ex-vice-presidente da SBPC e professor titular da USP é reconhecido por quatro décadas de contribuições à ciência do clima e à compreensão do papel da Amazônia no sistema terrestre</em></p>
<div id="attachment_29178" style="width: 663px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2026/02/DEL_6138.jpg"><img class="wp-image-29178 size-post img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2026/02/DEL_6138-653x350.jpg" alt="DEL_6138" width="653" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">(Foto: Jardel Rodrigues/SBPC)</p></div>
<p>O físico, professor titular do Departamento de Física Aplicada da Universidade de São Paulo (USP) e ex-vice-presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), <strong style="font-weight: bold !important;">Paulo Artaxo, foi agraciado com o</strong> <strong style="font-weight: bold !important;">Planet Earth Award 2026</strong>, concedido pela Alliance of World Scientists (AWS). A premiação reconhece lideranças científicas cuja trajetória combina excelência acadêmica, engajamento público e contribuição efetiva para o enfrentamento da crise ambiental global.</p>
<p>Neste ano, o Brasil teve dois representantes entre os sete laureados: além de Artaxo, foi distinguida a ecóloga Luisa Maria Diele-Viegas, cuja atuação articula ciência climática, conservação da biodiversidade e justiça social, com ênfase em ecossistemas ameaçados e na integração entre conhecimento científico e saberes tradicionais.</p>
<p>O Planet Earth Award, concedido pela Aliança Mundial de Cientistas (AWS, na sigla em inglês), distingue pessoas que atuam na defesa da vida na Terra, reconhecendo aquelas que demonstram criatividade notável ou contribuições de excelência tanto na produção científica quanto na promoção de ações e posicionamentos fundamentados em evidências. O prêmio valoriza trajetórias que articulam rigor acadêmico e compromisso público, seja no diálogo com a sociedade, com formuladores de políticas ou com outros grupos engajados na construção de soluções para os desafios ambientais contemporâneos.</p>
<p>A AWS se consolidou como uma voz coletiva internacional sobre a crise climática e as tendências ambientais globais, com o propósito de converter conhecimento científico em ação concreta.</p>
<p>Ao comentar a premiação ao Jornal da Ciência, Artaxo avaliou que o reconhecimento internacional evidencia a relevância da produção científica brasileira no cenário global. “É muito bom a gente ver a ciência brasileira sendo premiada internacionalmente, particularmente por instituições como a AWS. Basicamente, são mais de 27 mil pesquisadores de mais de 180 países que representam uma parte grande das pesquisas em termos da sustentabilidade ambiental e climática do nosso planeta. Então, é um orgulho para o Brasil ganhar dois prêmios neste ano &#8211; e veja que fomos muito mais premiados do que a maior parte dos países que investem muito mais em ciência e tecnologia do que nós, o que mostra que temos, sim, chance de fazer nosso país brilhar na ciência se tivermos recursos adequados para isso.”</p>
<p>Reconhecido como uma das principais referências internacionais em física aplicada a problemas ambientais, Artaxo dedicou 40 anos à investigação dos processos que conectam a floresta amazônica ao clima regional e global. Seus estudos pioneiros sobre aerossóis atmosféricos, emissões biogênicas da vegetação e forçantes radiativas contribuíram para elucidar como as florestas tropicais influenciam o ciclo hidrológico, a formação de núcleos de condensação de nuvens e o balanço energético do planeta.</p>
<p>Em comunicado oficial, o comitê do prêmio ressaltou que o físico “dedicou quatro décadas a iluminar as profundas conexões entre a floresta amazônica e o sistema climático global. Seu trabalho pioneiro aprofundou a compreensão de como florestas tropicais regulam processos planetários. Como cientista de destaque e autor do IPCC, ele exemplifica a pesquisa rigorosa e globalmente engajada que o prêmio foi criado para reconhecer”.</p>
<p>Artaxo foi autor-líder dos três últimos relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) — AR4, AR5 e AR6. O IPCC foi laureado com o Prêmio Nobel da Paz em 2007. Ele é membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC), da The World Academy of Sciences (TWAS) e fellow da American Association for the Advancement of Science (AAAS). O físico também coordena o Programa FAPESP de Mudanças Climáticas Globais, dirige o Centro de Estudos Amazônia Sustentável da USP e integra o Comitê Orientador do Fundo Amazônia.</p>
<p>Entre os demais laureados deste ano estão os norte-americanos Edward Barbier, economista ambiental, Dominick DellaSala, ecólogo florestal, e Susan M. Natali, pesquisadora dedicada aos impactos do degelo do permafrost no Ártico; a polonesa Katarzyna Nowak, especialista em conservação e proteção de ecossistemas; e o canadense Andrew J. Weaver, climatólogo e ex-líder do Partido Verde na Colúmbia Britânica.</p>
<p><em>Daniela Klebis – Jornal da Ciência</em></p>
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		<title>SBPC lamenta morte de Fernando Claudio Zawislak</title>
		<link>http://www.jornaldaciencia.org.br/sbpc-lamenta-morte-de-fernando-claudio-zawislak/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 15:56:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Áreas da Ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[Sócio da SBPC desde 1960, Zawislak foi membro do Conselho da SBPC nos períodos de 1989–1993, 1997-2001 e 2009 a 2013 ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Sócio da SBPC desde 1960, Zawislak foi membro do Conselho da SBPC nos períodos de 1989–1993, 1997-2001 e 2009 a 2013</em><em> </em></p>
<div id="attachment_29127" style="width: 663px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-10-at-11.22.05.jpeg"><img class="wp-image-29127 size-post img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-10-at-11.22.05-653x350.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-02-10 at 11.22.05" width="653" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">Fernando Zawislak em foto de 2014 para o livro dos Professores Eméritos da UFRGS.(Foto: Flávio Dutra)</p></div>
<p>A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) manifesta profundo pesar pelo falecimento de Fernando Claudio Zawislak, professor emérito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), ocorrido nessa segunda-feira, 9 de fevereiro. Sócio da SBPC desde 1960, Zawislak foi membro do Conselho da entidade nos períodos de 1989–1993, 1997-2001 e de 2009 a 2013.</p>
<p>Fernando Zawislak nasceu em Santa Rosa (RS), em 1935, e iniciou sua trajetória na UFRGS em 1954, como aluno de graduação do curso de Física na então Faculdade de Filosofia. De 1960 a 1961 fez estágio no Laboratório Van de Graff da Universidade de São Paulo (USP) com os professores Oscar Sala e Ernst Hamburger. Ali teve os primeiros contatos com a pesquisa.</p>
<p>De volta ao Instituto de Física da UFRGS, iniciou e coordenou um grupo de pesquisa experimental na área de Física Nuclear. Orientado pelo professor John D. Rogers, obteve o título de doutor em 1967, aprovado com louvor, tornando-se o primeiro doutor em Física formado pela UFRGS. Entre 1968 e 1970, realizou pós-doutorado no California Institute of Technology (Caltech), em Pasadena (EUA), passando a atuar na área de Física do estado sólido.</p>
<p>Durante a década de 1970, coordenou em Porto Alegre um grupo de pesquisa nessa área que alcançou projeção internacional. Em 1979/1980, mudou sua linha de investigação para o campo da implantação iônica e do uso de técnicas de feixes de íons para modificação e análise de materiais. Com esse objetivo, adquiriu, em 1980/1981, um acelerador de 400 kV e atuou como pesquisador visitante por um ano no Laboratório de Implantação Iônica de Orsay, da Universidade de Paris, na França.</p>
<p>Em 1996, adquiriu um novo acelerador de 3 MV, ampliando as atividades de pesquisa para áreas como semicondutores, polímeros, metais e ligas metálicas. Esses equipamentos deram origem ao Laboratório de Implantação Iônica, do qual foi coordenador desde sua fundação, em 1981.</p>
<p>Ao longo da década de 1990, Zawislak participou do planejamento e da captação de recursos para a criação do Centro de Microscopia Eletrônica da UFRGS e foi idealizador e proponente do Programa de Pós-Graduação em Ciência dos Materiais (PGCIMAT), criado em 1992. Atuou de forma permanente em atividades acadêmicas da Universidade, em política científica e em órgãos de fomento à pesquisa, destacando-se também como coordenador do Projeto Multinacional de Física da OEA.</p>
<p>Durante sua carreira, orientou 14 doutores e 16 mestres, publicou mais de 160 artigos científicos em revistas internacionais indexadas e foi chairman de importantes conferências internacionais, entre elas a Ion Beam Modification of Materials (Canela, RS, 2000) e a Radiation Effects in Insulators (Gramado, RS, 2003), ambas realizadas pela primeira vez em um país latino-americano.</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Legado na Física da UFRGS</strong></p>
<p>Zawislak foi uma figura central na consolidação da dimensão experimental do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), conforme conta a reitora da instituição, professora Márcia Barbosa. Segundo ela, Zawislak conduziu a criação de toda a infraestrutura experimental do Instituto e foi responsável pela implantação do Laboratório de Implantação Iônica, o maior da área na Universidade.</p>
<p>“Ele criou o nosso maior laboratório e fez história sendo o patrono de toda essa formação, que continua muito importante”, destaca. De acordo com a reitora, o laboratório segue em processo de consolidação e hoje integra iniciativas estratégicas da UFRGS, inclusive em articulação com a CETEC, para produção de chips.</p>
<p>Barbosa ressalta que Zawislak nunca se afastou do Instituto de Física, mesmo após a aposentadoria. “Ele parecia fazer parte da nossa história e da nossa infraestrutura”, afirma, lembrando que sua presença era constante, seja no acolhimento a visitantes, seja nas conversas que misturavam ciência, experiência acadêmica e um refinado gosto por vinhos.</p>
<p>Física teórica, a reitora destaca ainda a generosidade intelectual de Zawislak no ensino. “Mesmo já sendo um pesquisador consolidado, ele dava aulas brilhantes a parte experimental. Aprendi muitíssimo com ele”, conta ao Jornal da Ciência.</p>
<p>Fernando Zawislak recebeu diversas distinções acadêmicas, entre as quais a Ordem Nacional do Mérito Científico, nos graus de Comendador (1995) e Grã-Cruz (2004), a Medalha Sylvio Torres da FAPERGS (2007) e o título de Professor Emérito da UFRGS (2008). Era membro da Academia Brasileira de Ciências desde 1982. Foi membro coordenador do Comitê Assessor de Física e Astronomia do CNPq, integrou o Conselho Deliberativo do CNPq e presidiu a Sociedade Brasileira de Física (1991–1993).</p>
<p>A SBPC se solidariza com os familiares, amigos e com toda a comunidade científica neste momento de luto.</p>
<p>SBPC</p>
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		<title>“Fui para a Ciência aprender sobre o que me intrigava”, conta ganhadora do Prêmio Carolina Bori</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 16:05:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Exatas]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres cientistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da SBPC]]></category>

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		<description><![CDATA[Vencedora na área de Exatas e Ciências da Terra, Iris Concepcion Linares de Torriani é professora da Unicamp; cerimônia de entrega do prêmio será nesta quarta-feira, 11 de fevereiro, com transmissão pelo canal da SBPC no YouTube]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Vencedora na área de Exatas e Ciências da Terra, Iris Concepcion Linares de Torriani é professora da Unicamp; cerimônia de entrega do prêmio será nesta quarta-feira, 11 de fevereiro, com transmissão pelo canal da SBPC no YouTube</em></p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-09-at-15.44.07.jpeg"><img class="alignright size-medium wp-image-29121 img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-09-at-15.44.07-300x300.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-02-09 at 15.44.07" width="300" height="300" /></a>Ganhadora do 7º Prêmio “Carolina Bori Ciência &amp; Mulher” na área de Exatas e Ciências da Terra, a professora Iris Concepcion Linares de Torriani, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), afirma que foi fisgada pela área científica por conta de suas curiosidades sobre o mundo.</p>
<p>“Fui primeiro descartando profissões e áreas que não gostaria de fazer, como trabalhar em comércio, contabilidade, advocacia, entre outros. No fim, escolhi aprender sobre o que me intrigava, que eram as questões da natureza e os fenômenos da vida no planeta.”</p>
<p>Nascida na cidade de Buenos Aires, na Argentina, em 1934, se formou em Física pela Universidade de Buenos Aires e Universidade Nacional de La Plata em 1965. Em seguida, cursou o doutorado na área em um convênio entre a Universidade de Pensilvânia e a Johnson Foundation. Em 1976, chegou ao Brasil, quando foi contratada para ser professora da Unicamp.</p>
<p>Especialista em estruturas de membranas biológicas e cristalografia, Torriani teve um papel importante na instrumentação das primeiras duas linhas de luz síncrotron do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS) antes do surgimento do Sirius, o maior acelerador de partículas da América Latina e um dos maiores do planeta. Também liderou o Laboratório de Cristalografia Aplicada e Raios X da Unicamp de 1989 até 2004.</p>
<p>Na sua trajetória, atuou essencialmente em Física da Matéria Condensada, trabalhando principalmente com os temas: Cristalografia de materiais orgânicos e inorgânicos; Difração e espalhamento de raios X na área de materiais nanoestruturados e biomateriais; Instrumentação para radiação de síncrotron; e estudo estrutural de macromoléculas, polímeros e sistemas biológicos.</p>
<p>Foi também presidente da Associação Brasileira de Cristalografia em dois períodos: 1990-1993 e 2003-2007, e posteriormente atuou no Conselho da entidade, de 2008 a 2012, e como secretária, de 2012 a 2016. Torriani tem ainda uma larga articulação na União Internacional de Cristalografia (IUCr, da sigla em inglês), onde foi membro do comitê executivo (2003-2008), vice-presidente (2005-2008) e onde continua atuando até os dias de hoje, em comissões.</p>
<p>Das principais dificuldades encontradas na carreira acadêmica, conta que a falta de dinheiro foi um grande obstáculo. Para concluir a sua formação, chegou a conciliar os estudos com um trabalho de secretária em uma das filiais do Banco de Boston, em Buenos Aires. Anos mais tarde, também enfrentou a falta de tempo, ao administrar o fazer ciência com a maternidade.</p>
<p>Entretanto, mesmo com obstáculos e desafios, se orgulha muito da carreira que construiu. Honrada em ter sido uma das ganhadoras do 7º Prêmio “Carolina Bori Ciência &amp; Mulher”, promovido pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Torriani é categórica sobre o incentivo aos novos cientistas: para ela, os desafios sempre existirão, mas a solução é seguir em frente.</p>
<p>Ao ponderar sobre a Ciência no Brasil, a professora lamenta que o País tem um histórico político de desestimular a carreira acadêmica e o desenvolvimento de pesquisas, mas, mesmo com adversidades, o setor segue crescendo.</p>
<p>“A Ciência tem avançado enormemente no Brasil nos últimos 30 anos, o andar das pesquisas científicas continua muito bom. E acho que o Brasil, apesar de alguns percalços, valoriza a Ciência – e nela sempre podemos confiar, porque com ela sempre haverá soluções do mundo”, conclui.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p><a href="https://www.sbfisica.org.br/v1/sbf/vencedora-do-carolina-bori-iris-torriani-revela-que-sua-maior-alegria-e-inspirar-pessoas/" target="_blank">Vencedora do Carolina Bori, Iris Torriani revela que sua maior alegria é inspirar pessoas &#8211; Sociedade Brasileira de Física</a></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">O Prêmio</strong></p>
<p>Além de <strong style="font-weight: bold !important;">Iris Concepcion Linares de Torriani</strong>, foram premiadas <strong style="font-weight: bold !important;">Ana Mae Tavares Bastos Barbosa</strong>, professora emérita da Universidade de São Paulo (USP), na categoria Humanidades; e <strong style="font-weight: bold !important;">Luisa Lina Villa</strong>, docente da USP, na categoria Ciências Biológicas e da Saúde.</p>
<p>A 7ª edição do Prêmio Carolina Bori Ciência &amp; Mulher ainda concedeu três menções honrosas. Na área de Humanidades, foi reconhecida <strong style="font-weight: bold !important;">Maria Arminda do Nascimento Arruda</strong>, professora da Universidade de São Paulo. Em Exatas e Ciências da Terra, a homenagem foi concedida a <strong style="font-weight: bold !important;">Marilia Oliveira Fonseca Goulart</strong>, docente da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Já na área de Ciências Biológicas e da Saúde, a menção honrosa foi atribuída a <strong style="font-weight: bold !important;">Nísia Verônica Trindade Lima</strong>, professora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>
<p>O prêmio é realizado anualmente, alternando duas categorias – “Mulheres Cientistas” e “Meninas na Ciência”. Esta edição foi dedicada às “Mulheres Cientistas”, que homenageia pesquisadoras com trajetórias de destaque em três grandes áreas do conhecimento: Humanidades; Ciências Biológicas e da Saúde; e Engenharias, Exatas e Ciências da Terra.</p>
<p>Nesta edição, a premiação recebeu 92 indicações de candidatas válidas, enviadas por 77 Sociedades Científicas Afiliadas à SBPC, um crescimento de 64% em relação à edição anterior desta categoria, realizada em 2023, que recebeu 56 indicações de 52 sociedades.</p>
<p>A cerimônia de entrega do Prêmio será no dia <strong style="font-weight: bold !important;">11 de fevereiro</strong>, a partir das 14h, no Salão Nobre do Centro MariAntonia da USP (Rua Maria Antônia, 294 – 3º andar), com transmissão ao vivo pelo <a href="http://www.youtube.com/canalsbpc" target="_blank">canal da SBPC no YouTube</a>, em celebração ao Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência. O evento é gratuito e aberto a todos.</p>
<p>Esta 7ª edição do Prêmio Carolina Bori Ciência &amp; Mulher tem o patrocínio da Fundação Conrado Wessel e da Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema); e apoio da Fundação Péter Murányi, do CGEE (Centro de Gestão e Estudos Estratégicos) e do Centro MariAntonia.</p>
<p><em>Rafael Revadam – Jornal da Ciência, com informações da Sociedade Brasileira de Física</em></p>
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		<title>Robótica ganha destaque nos minicursos da 77ª Reunião Anual da SBPC</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 17:40:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Áreas da Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Exatas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da SBPC]]></category>

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		<description><![CDATA[Matricule-se em um dos 47 cursos ofertados no campus UFRPE, com temas em diversas áreas do conhecimento. A SBPC também oferece 17 webminicursos. As vagas são limitadas, garanta a sua!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Matricule-se em um dos 47 cursos ofertados no campus UFRPE, com temas em diversas áreas do conhecimento. A SBPC também oferece 17 webminicursos. As vagas são limitadas, garanta a sua!</em></p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2025/06/cartaz_18_06_page-0001.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-27417 img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2025/06/cartaz_18_06_page-0001-200x300.jpg" alt="cartaz_18_06_page-0001" width="200" height="300" /></a>A 77ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) traz a robótica como um dos focos da programação de minicursos, que ocorrerão ao longo da semana do evento. Ao todo, serão oferecidos 64 cursos, sendo 47 presenciais e 17 online (webminicursos), contemplando diversas áreas do conhecimento com ênfase na formação docente e na atualização de práticas pedagógicas.</p>
<p>As inscrições podem ser realizadas até 13 de julho, por meio do site oficial do evento: <a href="https://ra.sbpcnet.org.br/77RA/" target="_blank">https://ra.sbpcnet.org.br/77RA/</a>, onde também estão disponíveis o regulamento, a ficha de inscrição e a programação completa.</p>
<p>Entre os destaques está o minicurso <strong style="font-weight: bold !important;">“Oficina prática de construção de robôs didáticos e de competição”</strong>, ministrado por Abner Corrêa Barros (UFRPE), Paulo Hugo Espírito Santo Lima (UPE) e Jadson Cavalcanti de Amorim (SEE/Recife). O curso abordará desde o projeto básico de um robô didático até estratégias de resolução de problemas e categorias de competições existentes, culminando em uma atividade prática: uma competição entre robôs desenvolvidos pelos próprios participantes.</p>
<p>Outro minicurso de relevância é <strong style="font-weight: bold !important;">“Robótica educacional com arduino: explorando aplicações em computação e matemática”</strong>, conduzido presencialmente por Alceu Domingues Alves (UFRPE). A proposta é oferecer uma imersão no uso da plataforma Arduino como ferramenta pedagógica, explorando aplicações concretas da robótica no ensino de computação e matemática. Os participantes terão a oportunidade de desenvolver habilidades práticas e integrar a robótica como recurso didático inovador e motivador.</p>
<p>Nesta edição, quem optar pela modalidade presencial poderá se inscrever em <strong style="font-weight: bold !important;">apenas um minicurso</strong>, pois todos ocorrerão simultaneamente, das <strong style="font-weight: bold !important;">8h às 9h30</strong>, nos dias <strong style="font-weight: bold !important;">15, 16, 17 e 18 de julho</strong>, no campus da UFRPE. Cada curso terá <strong style="font-weight: bold !important;">6 horas de carga horária</strong> e é necessário cumprir, no mínimo, <strong style="font-weight: bold !important;">75% de presença</strong> para obter o certificado.</p>
<p>Os <strong style="font-weight: bold !important;">webminicursos</strong> terão<strong style="font-weight: bold !important;"> 6 horas de aulas gravadas</strong>, que poderão ser assistidas até<strong style="font-weight: bold !important;"> 30 de julho</strong>. Nessa categoria é necessário ter 100% de audiência das aulas online para ter direito ao certificado.</p>
<p>A taxa de matrícula é de <strong style="font-weight: bold !important;">R$ 15,00 para sócios quites da SBPC</strong> e <strong style="font-weight: bold !important;">R$ 30,00 para não sócios</strong>. Para quem se inscrever em mais de um webminicurso, será concedido <strong style="font-weight: bold !important;">desconto no valor total</strong>.</p>
<p>As matrículas para ambas as modalidades poderão ser realizadas até <strong style="font-weight: bold !important;">13 de julho</strong>, pelo site da 77ª Reunião Anual da SBPC (<a href="https://ra.sbpcnet.org.br/77RA" target="_blank"><span style="color: #428bca;">https://ra.sbpcnet.org.br/77RA</span></a>), onde também constam a lista completa de cursos, as normas, a ficha de inscrição para o evento e demais informações.</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">A Reunião Anual</strong></p>
<p>Criada em 1948, a SBPC é uma entidade voltada à defesa do avanço científico e tecnológico e do desenvolvimento educacional e cultural do Brasil. Desde 1949, a entidade realiza, ininterruptamente, as Reuniões Anuais, com os objetivos de difundir para toda a população os avanços da Ciência nacional nas diversas áreas do conhecimento, além de debater políticas públicas nas áreas de Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação.</p>
<p>As atividades do evento têm livre acesso e os participantes podem consultar a programação gratuitamente no site e se programar para visitar o evento e assistir às atividades. As únicas atividades que requerem matrícula antecipada (e com taxa) são os minicursos e webminicursos.</p>
<p>Informações sobre programação e todo o evento podem ser acessadas no site: <a href="https://ra.sbpcnet.org.br/77RA" target="_blank"><span style="color: #428bca;">https://ra.sbpcnet.org.br/77RA</span></a></p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Os jornalistas interessados em cobrir as atividades do encontro já podem fazer seu credenciamento <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSddbc-3saldygKs5FDJ-ACexui18CLESjJL0I-VJO96GVXvXQ/viewform" target="_blank"><span style="color: #428bca;">acessando este link</span></a>.</strong></p>
<p>A 77ª edição é uma realização da UFRPE e da SBPC, que tem como sócios institucionais a Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto de Ciência, Tecnologia e Inovação de Maricá (ICTIM). Os patrocinadores são Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Finep, Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Facepe) e Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).</p>
<p><em>Vivian Costa – Jornal da Ciência</em></p>
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		<title>O encontro da medicina com a física quântica</title>
		<link>http://www.jornaldaciencia.org.br/o-encontro-da-medicina-com-a-fisica-quantica/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 13:36:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Áreas da Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Exatas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da SBPC]]></category>

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		<description><![CDATA[Reportagem da nova edição da Ciência &#038; Cultura aborda tecnologias quânticas em diagnósticos, tratamentos e pesquisas]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reportagem da nova edição da Ciência &amp; Cultura aborda tecnologias quânticas em diagnósticos, tratamentos e pesquisas</em></p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-05-at-09.14.28.jpeg"><img class="alignright size-medium wp-image-27233 img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-05-at-09.14.28-300x300.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-06-05 at 09.14.28" width="300" height="300" /></a>Quando o mundo se torna pequeno demais para que as leis tradicionais da física sejam aplicáveis, entra em cena a física quântica — um conjunto especial de princípios que explica como as partículas menores que um átomo interagem. Prestes a completar cem anos, essa área da ciência não é apenas um fascinante campo teórico: ela está por trás de muitas tecnologias já incorporadas ao nosso cotidiano, como o GPS, as canetas laser e os chips que equipam smartphones. Mais recentemente, cientistas vêm descobrindo que os fenômenos quânticos não se restringem a laboratórios ou equipamentos sofisticados: eles estão presentes, de maneira muito mais íntima do que se imaginava, nas células dos organismos vivos. Essa constatação abre caminho para novas abordagens na área da saúde, aproximando física e medicina e dando origem a um campo emergente conhecido como “medicina quântica”. Isso é o que discute artigo da nova edição da revista <a href="https://revistacienciaecultura.org.br/" target="_blank">Ciência &amp; Cultura</a>, que celebra o Ano Internacional da Ciência e Tecnologia Quânticas.</p>
<p>Embora o termo “medicina quântica” seja, muitas vezes, associado a práticas alternativas sem respaldo científico, na comunidade acadêmica ele se refere a aplicações legítimas da física quântica em diagnósticos e tratamentos médicos, com foco em resultados testáveis. Tecnologias que parecem saídas da ficção científica, como sensores capazes de identificar doenças antes mesmo do aparecimento dos sintomas, já estão em desenvolvimento. De fato, algumas dessas inovações já fazem parte do cotidiano hospitalar — um exemplo clássico é a ressonância magnética, que utiliza propriedades quânticas para gerar imagens detalhadas do interior do corpo humano, sem oferecer riscos à saúde. “Enquanto a biologia quântica investiga se e como fenômenos quânticos podem persistir de forma relevante em organismos vivos, a medicina quântica procura utilizar tal conhecimento no tratamento de certas doenças, por exemplo”, explica o físico Vanderlei Bagnato, do Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica da Universidade de São Paulo (USP).</p>
<p>Esse exame, presente em hospitais do mundo todo, baseia-se em uma característica fundamental das partículas subatômicas chamada spin. Campos magnéticos extremamente fortes são usados para manipular o spin de átomos presentes nos tecidos humanos, alinhando-os temporariamente. Quando o campo é desligado, os átomos retornam ao seu estado original, emitindo sinais que são captados e transformados em imagens. Assim, a ressonância magnética exemplifica perfeitamente como um princípio quântico pode ser aplicado em benefício da saúde, permitindo diagnósticos precisos e não invasivos.</p>
<p>Além do diagnóstico por imagem, pesquisas recentes exploram o uso de propriedades quânticas em áreas como a detecção ultrassensível de proteínas. Essa descoberta abre possibilidades para o desenvolvimento de sensores biológicos extremamente precisos. Tais sensores poderiam, por exemplo, monitorar processos celulares em tempo real, detectando alterações sutis que indicam o surgimento de doenças ou disfunções, com aplicações promissoras para diagnósticos mais rápidos e intervenções precoces.</p>
<p>Os sensores quânticos, aliás, já oferecem resultados impressionantes. Em 2018, pesquisadores da Universidade de Copenhague demonstraram que, utilizando as propriedades quânticas do vapor de césio, é possível medir com alta precisão os sinais cardíacos de um feto, sem qualquer intervenção invasiva. Tais sensores se baseiam na extrema precisão com que a física quântica permite medir oscilações de energia. Além disso, essa perspectiva quântica também pode revolucionar a prevenção de doenças. Compreender mutações genéticas por meio da física quântica pode permitir prever o surgimento de certos tipos de câncer antes mesmo que eles se manifestem clinicamente. “A física quântica já tem cem anos de vida, mas, antigamente nós não tínhamos tanto controle sobre as propriedades quânticas”, pontua Gabriel Landi, professor do Instituto de Física e coordenador do grupo de Termodinâmica Quântica e Transporte Quântico da USP.</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Leia a reportagem completa:</strong></p>
<p><a href="https://revistacienciaecultura.org.br/?p=8305" target="_blank">https://revistacienciaecultura.org.br/?p=8305</a></p>
<p>Ciência &amp; Cultura</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cortes Quânticos</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 16:02:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Áreas da Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Exatas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da SBPC]]></category>

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		<description><![CDATA[Em artigo da nova edição da Ciência &#38; Cultura, Renan Siqueira da Silva, pesquisador colaborador da Universidade Federal do ABC, discute percepção, mediação e encantamento no cinema e na física No início do século XX, dois acontecimentos transformaram radicalmente a maneira como percebemos e representamos a realidade: o surgimento do Cinema e o desenvolvimento da [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em artigo da nova edição da Ciência &amp; Cultura, Renan Siqueira da Silva, pesquisador colaborador da Universidade Federal do ABC, discute percepção, mediação e encantamento no cinema e na física</em></p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-03-at-09.05.27.jpeg"><img class="alignright size-medium wp-image-27184 img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-03-at-09.05.27-300x300.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-06-03 at 09.05.27" width="300" height="300" /></a>No início do século XX, dois acontecimentos transformaram radicalmente a maneira como percebemos e representamos a realidade: o surgimento do Cinema e o desenvolvimento da Física Quântica. Embora pertençam a esferas distintas — a Arte e a Ciência — esses campos compartilham notáveis semelhanças em suas trajetórias históricas e nos modos como mediamos e interpretamos o mundo. Isso é o que discute artigo da nova edição da revista <a href="https://revistacienciaecultura.org.br/"><strong style="font-weight: bold !important;">Ciência &amp; Cultura</strong></a>, que celebra o Ano Internacional da Ciência e Tecnologia Quânticas.</p>
<p>Tanto o Cinema quanto a Física Quântica nasceram de um mesmo contexto tecnológico e científico, impulsionado por avanços significativos em óptica, eletricidade e processos industriais que redefiniram formas de ver e representar o mundo. O cinema não surgiu espontaneamente, mas a partir da convergência de invenções como a fotografia, os estudos sobre o movimento e práticas narrativas do teatro — um período conhecido como pré-cinema. Já a Física Quântica emergiu das tentativas de diversos cientistas em resolver problemas que a Física Clássica não conseguia explicar. “Os precursores não previram o quão disruptivo cada empreendimento seria para cada campo do saber”, ressalta Renan Siqueira da Silva, doutor em Ensino e História das Ciências pela Universidade Federal do ABC e licenciado em Física pela Universidade de São Paulo (USP).</p>
<p>Hoje, a relação entre a Física Quântica e o Cinema se evidencia, entre outros aspectos, no fascínio do público pelos filmes de ficção científica. Mas por que essas produções atraem tanto? Acredita-se que a física quântica oferece um raro misto de assombro intelectual e possibilidade radical: ela sugere que a realidade pode ser mais estranha, mais flexível e cheia de potencial do que aquilo que nossos sentidos indicam. O sucesso desses filmes revela um desejo humano fundamental: compreender o incompreensível e, simultaneamente, escapar das limitações do mundo tradicional, ainda que por meio de metáforas imperfeitas.</p>
<p>Celebrar o Ano Internacional da Ciência e Tecnologia Quânticas é também celebrar esse impulso humano comum — presente tanto nos experimentos científicos quanto nas narrativas cinematográficas — de decifrar e “reencantar” a realidade. Contudo, é preciso estar atento: nem todo encantamento é benéfico. A apropriação acrítica dos conceitos da Física Quântica, como ocorre no chamado “misticismo quântico”, transforma ideias rigorosas, como emaranhamento e superposição, em slogans vazios que alimentam pseudociências e terapias duvidosas. Esse risco também existe no Cinema, onde a ausência de letramento midiático pode levar à aceitação acrítica de versões distorcidas da ciência, moldando subjetividades e crenças equivocadas. <em>“</em>A quântica oferece um raro misto de assombro intelectual e possibilidade radical”, finaliza Renan Siqueira da Silva.</p>
<p>Leia o artigo completo:</p>
<p><a href="https://revistacienciaecultura.org.br/?p=8322" target="_blank">https://revistacienciaecultura.org.br/?p=8322</a></p>
<p><em>Ciência &amp; Cultura</em></p>
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		<title>Filosofia da mecânica quântica</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 17:07:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Divulgação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Exatas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da SBPC]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas de CT&I]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigo especial a Ciência &#038; Cultura aborda os cem anos de interrogações sobre o real, o possível e o saber]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Artigo especial a Ciência &amp; Cultura aborda os cem anos de interrogações sobre o real, o possível e o saber</em></p>
<p><b><i>E<a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-02-at-09.07.00.jpeg"><img class="alignright size-medium wp-image-27161 img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-02-at-09.07.00-300x300.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-06-02 at 09.07.00" width="300" height="300" /></a></i></b>m 2025, celebramos o centenário da mecânica quântica, uma das mais revolucionárias conquistas da ciência, que transformou radicalmente a maneira como concebemos a realidade, o conhecimento e os limites da linguagem científica. Este marco convida a refletir sobre as origens e implicações filosóficas dessa teoria, desde os seus princípios fundadores, como a complementaridade de Niels Bohr e o princípio da incerteza de Werner Heisenberg, até as famosas discordâncias com figuras como Schrödinger e Einstein. Isso é o que discute artigo da nova edição da revista <a href="https://revistacienciaecultura.org.br/" target="_blank"><strong>Ciência &amp; Cultura</strong></a>, que celebra o Ano Internacional da Ciência e Tecnologia Quânticas.</p>
<p>A publicação do artigo de Werner Heisenberg, em 1925, seguida rapidamente pelas contribuições de Max Born, Pascual Jordan, Paul Dirac e Erwin Schrödinger, consolidou uma nova visão dos fenômenos naturais. Essa nova física não apenas remodelou os fundamentos teóricos da ciência, mas também subverteu conceitos clássicos como causalidade, objetividade e representação. Hoje, a mecânica quântica é uma das bases das tecnologias contemporâneas — da computação quântica ao laser, das ressonâncias magnéticas à física do estado sólido —, mas seu impacto vai muito além das aplicações técnicas, estendendo-se ao modo como pensamos sobre o próprio conhecimento e a natureza da realidade. “A mecânica quântica é, sem dúvida, um dos pilares das tecnologias contemporâneas”, afirma Patrícia Kauark Leite, professora no Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG-Brasil) e pesquisadora do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq-Brasil).</p>
<p>A filosofia da mecânica quântica não se resume a uma interpretação conceitual ou formalista; ela nos obriga a reconsiderar os limites da objetividade científica e a presença do sujeito nas práticas experimentais. A ideia de que um sistema físico só adquire determinadas propriedades no momento em que é medido, ou de que a natureza é constituída, em seu nível mais fundamental, por relações e possibilidades, e não por objetos com propriedades bem definidas, continua a provocar discussões intensas. Assim, cem anos após seu surgimento, a mecânica quântica permanece como uma chave para repensarmos o que significa conhecer.</p>
<p>No Brasil, esse campo de reflexão vem ganhando destaque nas últimas décadas, com a formação de uma tradição filosófica própria que articula fundamentos da física, lógica, epistemologia e contextos históricos. Este cenário mostra que a filosofia da mecânica quântica no Brasil não se limita a reproduzir debates internacionais, mas constrói caminhos originais e sofisticados, profundamente enraizados no diálogo com a história da ciência e as tradições filosóficas. “A pluralidade de interpretações contemporâneas revela que, cem anos após sua formulação, a teoria continua a desafiar nossos marcos conceituais”, declara Patrícia Kauark Leite.</p>
<p><strong>Leia o artigo completo:</strong></p>
<p><a href="https://revistacienciaecultura.org.br/?artigos=filosofia-da-mecanica-quantica-cem-anos-de-interrogacoes-sobre-o-real-o-possivel-e-o-saber" target="_blank">https://revistacienciaecultura.org.br/?artigos=filosofia-da-mecanica-quantica-cem-anos-de-interrogacoes-sobre-o-real-o-possivel-e-o-saber</a></p>
<p>Ciência &amp; Cultura</p>
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