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	<title>Jornal da Ciência &#187; Biológicas</title>
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		<title>A farmacopeia que reside na biodiversidade é uma das maiores riquezas do País</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 17:50:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Biológicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Pesquisadores discutem na 78ª Reunião Anual da SBPC o que falta para que se concretize o potencial para o desenvolvimento de medicamentos a partir de produtos naturais]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadores discutem na 78ª Reunião Anual da SBPC o que falta para que se concretize o potencial para o desenvolvimento de medicamentos a partir de produtos naturais</em></p>
<div id="attachment_30437" style="width: 663px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2026/07/biodiversidade.jpg"><img class="wp-image-30437 size-post img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2026/07/biodiversidade-653x350.jpg" alt="biodiversidade" width="653" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Jardel Rodrigues/SBPC</p></div>
<p>Entre as riquezas das quais o Brasil é morada, está o potencial farmacológico produzido por animais e plantas e utilizado por populações tradicionais. “A beleza invisível da biodiversidade é a biblioteca molecular”, disse a química Vanderlan Bolzani, do <em>campus </em>de Araraquara da Universidade Estadual Paulista (Unesp), na abertura da mesa-redonda que coordenou nesta segunda-feira (27), na 78ª Reunião Anual da SBPC.</p>
<p>Não é novidade: o catálogo <em>Farmacopeia brasileira</em> foi publicado pela primeira vez há 100 anos, e acaba de ter sua oitava edição publicada e aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), conforme mostrou a farmacologista Laila Espíndola, coordenadora do Laboratório de Farmacognosia da Universidade de Brasília (UnB) e integrante da Diretoria da SBPC. Ela lamentou que o Brasil importe a maior parte dos fitoterápicos presentes no mercado, enquanto desdenha do conhecimento tradicional sobre o uso medicinal da biodiversidade.</p>
<p>“O Brasil precisa reconhecer, proteger e reparar os povos originários”, diz ela, propondo conectar “raizeiros”, quilombolas, indígenas e pesquisadores acadêmicos. É comum que a população informada olhe as “garrafadas” com condescendência ou desprezo, sem que se leve em conta que essas combinações de ervas podem de fato conter ativos que ajudem a salvar vidas. Para mudar esse quadro, ela afirma, seria necessário incluir os guardiões do conhecimento nas equipes de pesquisa. “A Anvisa tem 173 medicamentos fitoterápicos registrados, dos quais 13 são exclusivamente de plantas brasileiras e 156 apenas com espécies exóticas”, mostrou.</p>
<p>O quadro pode estar mais próximo de mudar, já que em abril deste ano o governo aprovou o Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia, que enxerga a biodiversidade como vetor do desenvolvimento econômico sustentável, com investimento de R$ 350 milhões do Fundo Amazônia. As metas incluem, até 2035, elevar a participação de fitoterápicos fabricados no Brasil para pelo menos 5% do faturamento do mercado farmacêutico e disponibilizar ao menos 15 novos medicamentos no SUS.</p>
<p>A lei reconhece quilombolas, indígenas e agricultores familiares como detentores do conhecimento tradicional a esse respeito. São eles, de acordo com Laila Espíndola, que podem cultivar plantas medicinais para que haja uma produção suficiente para o uso industrial. “Só falta arregaçar as mangas”, disse ela, celebrando que existe financiamento e vontade política. “É preciso fazer a domesticação e o plantio das espécies; isso leva tempo e não temos a cultura”, arrematou Vanderlan Bolzani.</p>
<p>O Farmacologista José Angelo Zuanazzi, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), também lamentou que o Brasil não tenha relevância no mercado de medicamentos de origem natural. Não é facilmente explicável, já que temos matéria-prima da biodiversidade, pesquisa científica de qualidade, indústria farmacêutica estruturada e que detém uma economia robusta. Há uma certa falta de incentivo, uma vez que as políticas de governo, sem serem regulamentadas como de Estado, sofrem com descontinuidades à mercê da alternância de poder. “Nosso papel é fornecer commodities e importar tecnologia”, reclamou, pedindo soberania e autonomia.</p>
<p>O farmacêutico Norberto Peporine Lopes, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (FCFRP-USP), propôs mudar a cultura de como lidar com o sistema. Segundo ele, foi uma mudança de cultura que fez a China tornar-se uma potência dos medicamentos feitos a partir de plantas. “Eles criaram uma universidade de plantas medicinais que tem uma faculdade de Medicina, então os estudantes aprendem a usar esses fármacos”, disse. Ele mostrou que boa parte das patentes é registrada pelas universidades e outras instituições públicas de pesquisa e ensino, portanto, é onde reside a inovação. No entanto, a falta de conexão com o mercado faz com que poucos produtos sejam desenvolvidos.</p>
<p>Seria necessário, afirma Lopes, ter escritórios da Anvisa dentro dos laboratórios, para que os experimentos fossem desenvolvidos dentro dos parâmetros de qualidade necessários ao desenvolvimento de fármacos. “Fazemos experimentos que rendem ótimos artigos científicos, mas só mais adiante descobrimos que não servem para a indústria farmacêutica”, lamentou. Profissionais que façam a interface com o mercado, trazendo a visão do que há de demanda, também seriam essenciais nesse ecossistema acadêmico.</p>
<p><em>Maria Guimarães &#8211; Jornal da Ciência</em></p>
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		<title>Trinta anos contra o vivax</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 15:44:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Áreas da Ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[Vivaxin chega aos testes clínicos como a única candidata a vacina contra a malária que predomina no Brasil e nas Américas. Baixe gratuitamente a nova edição do Jornal da Ciência Especial]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Vivaxin chega aos testes clínicos como a única candidata a vacina contra a malária que predomina no Brasil e nas Américas. Baixe gratuitamente a nova edição do Jornal da Ciência Especial</em></p>
<div id="attachment_29561" style="width: 527px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2026/04/vivax.png"><img class="wp-image-29561 size-post img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2026/04/vivax-517x350.png" alt="vivax" width="517" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">Frasco contendo a Vivaxin, em lote dedicado ao uso para pesquisa. Vacina tem potencial para combater três variantes da doença (Foto: Divulgação)</p></div>
<p>Irene Soares trabalha com malária há trinta anos. Começou em 1995, no doutorado, coletando sangue e células de pacientes em áreas endêmicas da Amazônia, sempre com foco imunológico. A vacina veio mais tarde. “A gente entrou mesmo em vacina com essa formulação em 2009, 2010”, diz ela, professora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP). A candidata a vacina desenvolvida nesse percurso, chamada Vivaxin, está aguardando autorização das agências regulatórias para iniciar os testes clínicos em humanos.</p>
<p>O alvo é o Plasmodium vivax — o parasita responsável por mais de 80% dos casos de malária no Brasil e pela maioria dos casos fora da África. A distinção importa porque as duas vacinas contra malária recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a Mosquirix e a R21, foram desenvolvidas para o Plasmodium falciparum, espécie predominante na África subsaariana e responsável pela maior mortalidade global.</p>
<p>“Essas vacinas não protegem contra o vivax”, explica a cientista. “A sequência [genética] delas é muito diferente.” O vivax, dominante nas Américas e na Ásia, segue sendo considerado negligenciado — recebe menos atenção e menos financiamento internacional, em parte porque os grandes apoiadores globais concentraram esforços no falciparum, o mais letal.</p>
<p>No Brasil, o vivax não tem o perfil do falciparum africano, que mata crianças menores de cinco anos em larga escala. Aqui, o parasita incide principalmente sobre adultos em atividade. “É um problema sério em áreas de garimpo, em áreas indígenas, em áreas de assentamento rural”, diz Soares. “Diferente do falciparum na África, aqui atinge o trabalhador.”</p>
<p>A doença provoca afastamento por muitos dias, compromete a capacidade produtiva e, em populações sem acesso regular a serviços de saúde, tende a se repetir. O vivax tem uma característica biológica peculiar: o hipnozoíto, uma forma dormente do parasita que se aloja no fígado após a infecção inicial e pode causar recaídas meses ou até anos depois, independentemente de uma nova picada.</p>
<p>O tratamento padrão inclui a primaquina, um fármaco tomado por vários dias consecutivos, e que, quando abandonado antes do prazo, deixa o paciente exposto a recaídas.</p>
<p>A proteína escolhida como alvo da Vivaxin é a circunsporozoíta do vivax, proteína que recobre a superfície do esporozoíto, a forma do parasita que entra na corrente sanguínea no momento da picada do mosquito Anopheles e migra para o fígado, onde inicia a infecção. É ela que o sistema imune precisa reconhecer rapidamente para bloquear a instalação do parasita.</p>
<p>Essa mesma classe de proteína é o alvo das vacinas contra o falciparum — mas, no caso do vivax, ela existe em três variantes que circulam simultaneamente no mundo. As três estão presentes no Brasil. Uma vacina desenhada para cobrir apenas a variante mais prevalente, a VK210, deixaria parte da população sem proteção.</p>
<p>“Com o objetivo de criar uma vacina eficiente contra as três variantes, a gente fez uma proteína híbrida”, explica Soares. A proteína quimérica combina as regiões imunodominantes das três variantes numa única molécula. Nenhuma das poucas candidatas a vacina contra vivax que chegaram a testes no homem antes da Vivaxin havia feito esse tipo de arranjo molecular.</p>
<p>O adjuvante (composto que potencializa a resposta do sistema imune ao antígeno) foi uma escolha que pesou custo e viabilidade regulatória desde o início. O grupo testou um adjuvante de uma empresa americana. “Fizemos estudos pré-clínicos, segurança e tudo em coelho, mas os custos eram muito altos para seguir adiante com ele”, diz a cientista. A solução veio de uma parceria com o CTVacinas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG): testar o mesmo adjuvante à base de esqualeno usado na SpiN-TEC, barato e com perfil regulatório favorável por ser semelhante à alternativa, que já era licenciada para uso humano em outras vacinas.</p>
<p>O vivax não infecta roedores, o que exige um modelo experimental específico: o grupo usa o Plasmodium berghei modificado para expressar a proteína circunsporozoíta do vivax.  É esse parasita transgênico que permite o teste de desafio em camundongos. Com o adjuvante de esqualeno, a proteção chegou a 83% nos primeiros ensaios e a 100% no último. “Com base nesse dado, a gente começou a preparar toda a documentação para levar aos testes clínicos”, relata Soares.</p>
<p>A produção do lote clínico foi feita na Universidade de Nebraska, em 2018, por falta de infraestrutura certificada disponível no Brasil à época. O grupo desenvolveu aqui os protocolos de purificação e obtenção da proteína; Nebraska os executou e enviou os lotes para os estudos pré-clínicos e clínicos. “A concepção é brasileira, isso tem que ficar claro”, afirma a professora. “Foi contratação de serviço, mas a concepção é nacional de pesquisadores brasileiros.” O financiamento do percurso veio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), que cobriu os estudos iniciais até a produção dos lotes clínicos, de dois editais da Finep para os testes, e mais recentemente de um edital do PDIL, o programa do Ministério da Saúde para desenvolvimento e inovação local.</p>
<p>Os ensaios clínicos de uma vacina seguem três fases progressivas. A fase 1, Frasco contendo a Vivaxin, em lote dedicado ao uso para pesquisa. Vacina tem potencial  para combater três variantes da doença Ainda estamos muito atrás em desenvolvimento  de vacinas. Mas um produto concebido no Brasil chegar a testes clínicos no homem, é disso que o Brasil está precisando irene soares, UsP tipicamente com algumas dezenas de voluntários saudáveis, serve para verificar se o produto é seguro — se os efeitos adversos são toleráveis e se o organismo responde imunologicamente ao que foi injetado. Na fase 2, com centenas de participantes, o foco se amplia: avalia-se a dosagem, a resposta imune com maior precisão e os primeiros sinais de eficácia. A fase 3 é o teste definitivo — envolve milhares de pessoas em áreas onde a doença circula, e é ela que sustenta o pedido de registro junto às agências regulatórias.</p>
<p>Para a Vivaxin, a fase 1 pode ser conduzida em qualquer centro de pesquisa. “A fase 1 é segurança”, resume Soares. “A gente vai ver se essa vacina é segura.” A fase 3, conta a cientista, com certeza será na Amazônia e possivelmente em outros países onde o vivax é prevalente.</p>
<p>“Ainda estamos muito atrás em desenvolvimento de vacinas. Mas um produto concebido no Brasil chegar a testes clínicos no homem, é disso que o Brasil está precisando.”</p>
<p>A vacina foi desenhada para bloquear a infecção no momento da entrada do esporozoíto na corrente sanguínea — antes de o parasita alcançar o fígado. Se ela vai impedir que hipnozoítos já instalados causem recaídas, é algo que está em aberto. “A gente vai descobrir isso ao longo dos testes clínicos”, projeta a cientista.</p>
<p><a href="http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2026/04/JC_815.pdf" target="_blank"><strong style="font-weight: bold !important;">A nova edição completa do Jornal da Ciência Especial está disponível gratuitamente neste link. Acesse e compartilhe!</strong></a></p>
<p>Gabriel Alves – Jornal da Ciência</p>
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		<title>O encontro da medicina com a física quântica</title>
		<link>http://www.jornaldaciencia.org.br/o-encontro-da-medicina-com-a-fisica-quantica/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 13:36:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Reportagem da nova edição da Ciência &#038; Cultura aborda tecnologias quânticas em diagnósticos, tratamentos e pesquisas]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reportagem da nova edição da Ciência &amp; Cultura aborda tecnologias quânticas em diagnósticos, tratamentos e pesquisas</em></p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-05-at-09.14.28.jpeg"><img class="alignright size-medium wp-image-27233 img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-05-at-09.14.28-300x300.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-06-05 at 09.14.28" width="300" height="300" /></a>Quando o mundo se torna pequeno demais para que as leis tradicionais da física sejam aplicáveis, entra em cena a física quântica — um conjunto especial de princípios que explica como as partículas menores que um átomo interagem. Prestes a completar cem anos, essa área da ciência não é apenas um fascinante campo teórico: ela está por trás de muitas tecnologias já incorporadas ao nosso cotidiano, como o GPS, as canetas laser e os chips que equipam smartphones. Mais recentemente, cientistas vêm descobrindo que os fenômenos quânticos não se restringem a laboratórios ou equipamentos sofisticados: eles estão presentes, de maneira muito mais íntima do que se imaginava, nas células dos organismos vivos. Essa constatação abre caminho para novas abordagens na área da saúde, aproximando física e medicina e dando origem a um campo emergente conhecido como “medicina quântica”. Isso é o que discute artigo da nova edição da revista <a href="https://revistacienciaecultura.org.br/" target="_blank">Ciência &amp; Cultura</a>, que celebra o Ano Internacional da Ciência e Tecnologia Quânticas.</p>
<p>Embora o termo “medicina quântica” seja, muitas vezes, associado a práticas alternativas sem respaldo científico, na comunidade acadêmica ele se refere a aplicações legítimas da física quântica em diagnósticos e tratamentos médicos, com foco em resultados testáveis. Tecnologias que parecem saídas da ficção científica, como sensores capazes de identificar doenças antes mesmo do aparecimento dos sintomas, já estão em desenvolvimento. De fato, algumas dessas inovações já fazem parte do cotidiano hospitalar — um exemplo clássico é a ressonância magnética, que utiliza propriedades quânticas para gerar imagens detalhadas do interior do corpo humano, sem oferecer riscos à saúde. “Enquanto a biologia quântica investiga se e como fenômenos quânticos podem persistir de forma relevante em organismos vivos, a medicina quântica procura utilizar tal conhecimento no tratamento de certas doenças, por exemplo”, explica o físico Vanderlei Bagnato, do Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica da Universidade de São Paulo (USP).</p>
<p>Esse exame, presente em hospitais do mundo todo, baseia-se em uma característica fundamental das partículas subatômicas chamada spin. Campos magnéticos extremamente fortes são usados para manipular o spin de átomos presentes nos tecidos humanos, alinhando-os temporariamente. Quando o campo é desligado, os átomos retornam ao seu estado original, emitindo sinais que são captados e transformados em imagens. Assim, a ressonância magnética exemplifica perfeitamente como um princípio quântico pode ser aplicado em benefício da saúde, permitindo diagnósticos precisos e não invasivos.</p>
<p>Além do diagnóstico por imagem, pesquisas recentes exploram o uso de propriedades quânticas em áreas como a detecção ultrassensível de proteínas. Essa descoberta abre possibilidades para o desenvolvimento de sensores biológicos extremamente precisos. Tais sensores poderiam, por exemplo, monitorar processos celulares em tempo real, detectando alterações sutis que indicam o surgimento de doenças ou disfunções, com aplicações promissoras para diagnósticos mais rápidos e intervenções precoces.</p>
<p>Os sensores quânticos, aliás, já oferecem resultados impressionantes. Em 2018, pesquisadores da Universidade de Copenhague demonstraram que, utilizando as propriedades quânticas do vapor de césio, é possível medir com alta precisão os sinais cardíacos de um feto, sem qualquer intervenção invasiva. Tais sensores se baseiam na extrema precisão com que a física quântica permite medir oscilações de energia. Além disso, essa perspectiva quântica também pode revolucionar a prevenção de doenças. Compreender mutações genéticas por meio da física quântica pode permitir prever o surgimento de certos tipos de câncer antes mesmo que eles se manifestem clinicamente. “A física quântica já tem cem anos de vida, mas, antigamente nós não tínhamos tanto controle sobre as propriedades quânticas”, pontua Gabriel Landi, professor do Instituto de Física e coordenador do grupo de Termodinâmica Quântica e Transporte Quântico da USP.</p>
<p><strong style="font-weight: bold !important;">Leia a reportagem completa:</strong></p>
<p><a href="https://revistacienciaecultura.org.br/?p=8305" target="_blank">https://revistacienciaecultura.org.br/?p=8305</a></p>
<p>Ciência &amp; Cultura</p>
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		<title>Em cerimônia emocionante, SBPC entrega Prêmio Carolina Bori às meninas cientistas</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Feb 2025 17:14:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foram seis vencedoras, três na categoria Ensino Médio e três na de Graduação, além de uma menção honrosa]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Foram seis vencedoras, três na categoria Ensino Médio e três na de Graduação, além de uma menção honrosa</em></p>
<div id="attachment_26250" style="width: 663px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2025/02/0S0A3793.jpg"><img class="wp-image-26250 size-post img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2025/02/0S0A3793-653x350.jpg" alt="0S0A3793" width="653" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Jardel Rodrigues/SBPC</p></div>
<p>A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) realizou nesta terça-feira, 11 de fevereiro, Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, a cerimônia de entrega do 6º Prêmio “Carolina Bori Ciência &amp; Mulher”, este ano na categoria Meninas na Ciência, em São Paulo.</p>
<p>Foram seis vencedoras, três na categoria Ensino Médio e três na Graduação. Nesta 6ª edição, as estudantes vencedoras na categoria Ensino Médio receberam um prêmio em dinheiro no valor de R$ 7 mil cada e as da Graduação, R$ 10 mil cada uma. Além do prêmio em dinheiro, as seis laureadas terão acesso a uma série de oportunidades para impulsionar suas carreiras científicas. Elas apresentarão seus projetos na 77ª Reunião Anual da SBPC, que ocorrerá em julho de 2025, em Recife (PE), e participarão de uma mentoria exclusiva com pesquisadores de destaque, ampliando suas perspectivas acadêmicas e profissionais.</p>
<p>As premiadas também foram contempladas com uma visita guiada ao Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas onde está localizado o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron, a única fonte de luz síncrotron da América Latina.</p>
<p>Lançado em 2019 e alternando a cada ano as categorias “Mulheres Cientistas” e “Meninas na Ciência”, a SBPC teve para a premiação deste ano 765 indicações válidas de estudantes do Ensino Médio e Graduação de todo o País, representando um aumento de 71,5% em relação à edição anterior, em 2022.</p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2025/02/0S0A4543.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-26251 img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2025/02/0S0A4543-300x200.jpg" alt="0S0A4543" width="300" height="200" /></a>“Não podemos esquecer que quando estamos premiando vocês, estamos premiando o Brasil, estamos premiando as mulheres, estamos premiando o futuro em geral.  Cada uma de vocês porta um conjunto de valores e de possibilidades que ultrapassa a personalidade de vocês”, comentou o presidente da SBPC, Renato Janine Ribeiro, em pronunciamento por vídeo.</p>
<p>Destacando o número recorde de inscrições, a vice-presidente da SBPC e coordenadora desta edição do prêmio, Francilene Garcia Procópio, falou das mudanças implementadas neste ano, com a inclusão de coordenadores da iniciativa “SBPC vai à Escola” entre os avaliadores dos trabalhos apresentados e a premiação em dinheiro possibilitada pelos patrocinadores, entre elesl, instituições renomadas como a Fundação Conrado Wessel, o Instituto Serrapilheira e a Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema). “Isso é fundamental para as meninas que estão construindo sua carreira científica”, comentou.</p>
<p>Ao apresentar as vencedoras na área de Humanidades, a diretora da SBPC, Fernanda Sobral, chamou a atenção para a diversidade regional e de instituições das candidatas e os temas de pesquisa por elas escolhidos, “todos candentes” como as questões racial e de gênero, o desenvolvimento sustentável e a Inteligência Artificial. “O futuro me dá esperança quando eu vejo o trabalho dessas meninas”, afirmou.</p>
<p>Sobral entregou o troféu para a estudante Isadora Abreu Leite, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), premiada pelo projeto “Sementes da Maré: saberes e fazeres de marisqueiras da costa de manguezais de macromaré da Amazônia”. Emocionada, Isadora disse que estava honrada de ser a única nordestina, representando as cientistas de seu estado.</p>
<p>Na mesma área, Humanidades, a premiada da graduação foi Angélica Azevedo e Silva, do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (UnB), pelo trabalho “Diagnóstico das dimensões da sustentabilidade urbana no município de Cavalcante (GO) e Urbanismo Kalunga: sustentabilidade, ancestralidade e identidade”.</p>
<p>A diretora da SBPC, Laila Salmen, que apresentou as vencedoras na área de Biológicas e Saúde, citou o cantor e compositor Milton Nascimento para saudar as meninas premiadas que ela chamou carinhosamente de “Carolinazinhas”, em referência a Carolina Bori: “Mas renova-se a esperança, nova aurora a cada dia e há que se cuidar do broto para que a vida nos dê flor, flor e fruto”.</p>
<p>Ela entregou o prêmio da categoria graduação à Beatriz Oliveira Santos, estudante do curso de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, pelo trabalho “Projeto de Pesquisa: Disputas e Arranjos em Torno da Alimentação no Contexto Prisional”. No Ensino Médio, a vencedora dessa área do conhecimento foi Ana Elisa Brechane da Silva, estudante da Escola Estadual Prof.ª Maria das Dores Ferreira da Rocha, de Santa Rita d ́Oeste (SP), pelo trabalho “ConnectBreathe: Sistema Biomédico Multiplataforma para Fisioterapia Respiratória com Gameterapia”. A premiada recebeu o troféu das mãos da presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Helena Nader.</p>
<p>Francilene Procópio Garcia entregou os prêmios na área de Engenharias, Exatas e Ciências da Terra.  “Tivemos a grata satisfação de receber trabalhos ricos, diversos, com profunda conexão com as problemáticas que enfrentamos nos dias atuais”, comentou.</p>
<p>No Ensino Médio, a vencedora foi Millena Xavier Martins, estudante do Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa (UFV), pelo trabalho “Autinosis: Inteligência Artificial na Triagem do Diagnóstico de Autismo”. Na graduação, o prêmio foi para Narayane Ribeiro Medeiros, estudante do curso de Engenharia Aeroespacial do Instituto Tecnológico de Aeronáutica pelo trabalho “Modelagem Preditiva e Visualização Interativa de dados geoespaciais de Emissões de Gases de Efeito Estufa”.</p>
<p>“Nunca pensei na minha vida chegar até aqui”, disse Lucia Ferreira da Silva, estudante do curso de Engenharia Agronômica do Instituto Federal do Amapá, campus Porto Grande, que recebeu a menção honrosa pelo trabalho “Associativismo e o fortalecimento de lideranças femininas da Associação dos Artesãos de Porto Grande”. Mirlene Simões, secretária regional da SBPC, que integrou o júri da área de Ciências humanas, disse que o prêmio a Lucia Silva, um mulher de 44 anos, que, superando todas as adversidades, tem persitindo heroicamente, em seguir a carreira científica, “foi concedido por unanimidade pela comissão julgadora”.</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=wjW7oCOsewE" target="_blank">Assista à cerimônia na íntegra pelo canal da SBPC no Youtube</a></p>
<p><em>Janes Rocha – Jornal da Ciência</em></p>
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		<title>Conheça os webminicursos da 76ª Reunião Anual da SBPC e participe</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jun 2024 17:32:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[São 78 minicursos ofertados, sendo 46 presenciais e 32 online, com temas em diversas áreas do conhecimento, e que dão direito a certificado de participação. As inscrições já estão abertas e estão limitadas ao número de vagas disponíveis. Garanta sua vaga!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>São 78 minicursos ofertados, sendo 46 presenciais e 32 online, com temas em diversas áreas do conhecimento, e que dão direito a certificado de participação. As inscrições já estão abertas e estão limitadas ao número de vagas disponíveis. Garanta sua vaga!</em></p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/06/rasbpc.png"><img class="aligncenter wp-image-24075 size-post img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/06/rasbpc-653x350.png" alt="rasbpc" width="653" height="350" /></a></p>
<p>Estão abertas até 7 de julho as matrículas para os 78 minicursos da 76ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Nesta edição, a entidade retomará, após quatro anos, os minicursos presenciais. Serão oferecidos 46 minicursos no campus Guamá da Universidade Federal do Pará (UFPA), além de 32 webminicursos que serão disponibilizados online para quem estiver distante. Com o tema “Ciência para um futuro sustentável e inclusivo: por um novo contrato social com a natureza”, o evento será realizado de 7 a 13 de julho, em Belém (PA).</p>
<p>Os<strong> minicursos </strong>abrangem diversas áreas do conhecimento e são organizados por instituições de todo o País. <strong>As inscrições já estão abertas e estão limitadas ao número de vagas disponíveis.</strong></p>
<p>Claudia Linhares Sales, secretária-geral da SBPC, comenta que a pandemia interrompeu muitas atividades importantes e ao mesmo tempo fez com que as pessoas e instituições se reinventassem. “A SBPC não ficou parada, inovou e, gradativamente, foi retomando as atividades presenciais em seu principal evento. Após um intervalo de quatro anos, chegou a hora dos minicursos retornarem à programação da Reunião Anual.”</p>
<p>A diretora da SBPC ressalta que a entidade não deixará de oferecer as atividades online criadas durante a pandemia, pelo contrário, elas seguirão incorporadas à programação da Reunião Anual. “Essa é uma maneira de manter conectado aquele público que não terá a oportunidade de participar presencialmente do evento em Belém”, ressalta.</p>
<p>Este retorno será desafiador para a SBPC, conforme conta Sales. Isso se deve ao grande número de cursos ofertados. Os minicursos sempre foram muito procurados durante as Reuniões Anuais da SBPC, porque além de proporcionar uma ampliação de um conhecimento, eles também proporcionam o primeiro contato com diversos assuntos. “Os minicursos são atividades importantes para promover a transmissão do conhecimento. Eles são ferramentas muito eficientes de divulgação e popularização da ciência”, afirma.</p>
<p>Nesta edição, quem optar pelo <strong>minicurso presencial</strong> poderá cursar apenas um, pois todos ocorrerão simultaneamente, das 8h às 09h30, nos dias 9, 10, 11 e 12 de julho, no campus Guamá da UFPA. Os minicursos presenciais terão carga horária de 6 horas e, para receber o certificado, será preciso ter, pelo menos, 75% de presença nas aulas.</p>
<p>Os <strong>webminicursos </strong>terão uma carga horária que varia entre<strong> 4 e 6 horas</strong> de aulas gravadas, mas elas podem ser assistidas de 3 de junho a 30 de julho. E os interessados podem se inscrever em até cinco atividades, se houver vagas disponíveis.</p>
<p>As matrículas para ambas as modalidades poderão ser realizadas até<strong> 07 de julho</strong><strong>,</strong> pelo site da 76ª Reunião Anual da SBPC (<a href="https://ra.sbpcnet.org.br/76RA">https://ra.sbpcnet.org.br/76RA</a>),  onde também constam as normas, a ficha de inscrição para o evento e mais informações.</p>
<p>A taxa de matrícula é R$ 15,00 para sócios quites da SBPC e R$ 30,00 para não sócios. Quem optar por matricular-se em mais de uma opção dos <strong>webminicursos</strong> (e no máximo cinco) obterá desconto no valor total.</p>
<p><strong>Veja abaixo a lista dos MINICURSOS PRESENCIAIS: </strong></p>
<ul>
<li>A constituição do pesquisador narrativo para a educação em ciências na Amazônia</li>
<li>Análise de índices da plataforma adaptabrasil para gestão do setor saúde frente às mudanças climáticas</li>
<li>Anatomia do Breaking: poéticas e estratégias metodológicas para o ensino da dança</li>
<li>Como crescer nas redes sociais falando de ciência</li>
<li>Como registrar e manter línguas e culturas indígenas através de gravações de áudio e vídeo usando o modelo enciclopédia digital</li>
<li>Compreendendo o patrimônio cultural da saúde de Belém/PA</li>
<li>Computação na educação básica</li>
<li>Construção de materiais neuropsicopedagógico para crianças com TEA</li>
<li>Curadoria e conservação de material zoológico para coleções didático-científicas na Amazônia</li>
<li>Debates afrocentrados para a construção de políticas públicas educativas e práticas pedagógicas de combate ao racismo</li>
<li>Descolonização dos produtos derivados do cacau</li>
<li>Educação em saúde: das bases conceituais ao planejamento educativo</li>
<li>Educação escolar indígena: (des)caminhos, direitos e possibilidades nas Amazônias</li>
<li>Entre lutas e feminismos: o protagonismo das mulheres na proteção dos territórios das Amazônias</li>
<li>Estuários e tidal rivers da zona costeira amazônica: geomorfologia e dinâmica sedimentar</li>
<li>Etnografia e história oral em comunidades amazônicas</li>
<li>Evolução humana: origens, trajetória biocultural e história profunda na Amazônia</li>
<li>Explorando o sistema aquífero Amazônia (saga) na educação: desenvolvendo consciência ambiental e práticas sustentáveis na formação de professores</li>
<li>Fazendo ciência na floresta: populações indígenas na formação dos professores</li>
<li>Genética forense de pescado amazônico</li>
<li>Geotecnologia e desastres naturais: análise e mapeamento</li>
<li>Inovação em bioeconomia na Amazônia</li>
<li>Insetos forenses: a biodiversidade a favor da lei</li>
<li>Inteligência artificial para a predição e controle de epidemias</li>
<li><em>Macrobrachium rosenbergii (camarão gigante-da-malásia): um gigante também na invasão de águas amazônicas</em></li>
<li>Matemática acessível e justiça social: potencialidades da audiodescrição e dos materiais manipulativos</li>
<li>Metodologias ativas e o cérebro aprendiz</li>
<li>Monitoramento ambiental territorial independente da volta grande do xingu: importância da pesquisa colaborativa na defesa da partilha e dos usos múltiplos da água no contexto do sistema de operação da usina hidrelétrica de Belo Monte</li>
<li>Morosidade estatal ante o direito fundamental à titulação quilombola</li>
<li>Mudanças climáticas e a necessidade de cidades resilientes</li>
<li>Museus e mapas na descrição etnográfica: os centros de ciências e saberes</li>
<li>Nova cartografia social e trabalho de campo</li>
<li>O universo extremo</li>
<li>Objetivos de desenvolvimento sustentável no brasil e produção audiovisual</li>
<li>Peixes comercializados na Amazônia costeira: reconhecendo os principais grupos</li>
<li>Percepção corporal a partir do método Gyrokinesis®</li>
<li>Pesquisa perfil-opinião em museus: dados quantitativos para visitas de qualidade</li>
<li>Plantas da Amazônia costeira</li>
<li>Popularização da ciência e jornalismo socioambiental na Amazônia, com foco na produção e distribuição de conteúdo sonoro</li>
<li>Povos indígenas brasileiros: suas línguas, culturas, cosmologias e vivências na Amazônia</li>
<li>Povos indígenas e o direito à consulta livre, prévia e informada</li>
<li>Povos indígenas, história e meio ambiente na Amazônia</li>
<li>Uma incursão à história social da língua geral no período colonial por meio de fontes documentais</li>
<li>Urbanismo dos povos da floresta – a perspectiva das espacialidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas</li>
<li>Urbanismo, paisagismo e percepção sensorial: lições de convivência e sustentabilidade a partir do entorno do rio Sapucajuba no campus de saúde da UFPA</li>
<li>Utilização de óleo de cozinha residual, cascas de frutas e sementes na produção de sabão</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Veja abaixo a lista dos WEBMINICURSOS:</strong></p>
<ul>
<li>A inclusão da epilepsia no contexto amazônico</li>
<li>Abordagem multinível na análise comparada da adesão à democracia na américa latina</li>
<li>Bases e análise de dados para políticas públicas</li>
<li>Bioacústica e suas aplicações para estudos da biodiversidade</li>
<li>Ciência aberta, inteligência artificial: o que muda e o que não muda na redação do artigo científico</li>
<li>Compreendendo e estimando a poluição luminosa por meio da escala de Bortle e do Stellarium</li>
<li>Comunicação audiovisual: usando as redes sociais como ferramentas para o engajamento sustentável e inclusivo</li>
<li>Cultivo do camarão-da-Amazônia <em>macrobrachium amazonicum</em>: potencial de desenvolvimento da carcinicultura na Amazônia</li>
<li>Desenvolvimento de fármacos a partir do tesouro verde da caatinga e do cerrado</li>
<li>Direito do consumidor e segurança digital</li>
<li>Enem e química: matriz de referência e microdados como instrumentos potencializadores do ensino</li>
<li>Estado laico na prática: direito, saúde e educação</li>
<li>Experiências de patrimonialização na Amazônia</li>
<li>Experimentos de demonstrações para o ensino de ciências</li>
<li>Inclusão de pessoas autistas no contexto educacional da Amazônia</li>
<li>Inovações em ciências sociais na educação escolar: os nexos contemporâneos entre formação docente e prática de ensino</li>
<li>Introdução a arte rupestre brasileira</li>
<li>Morfologia urbana das cidades amazônicas</li>
<li>Museus indígenas virtuais: educação na Amazônia e memória ancestral nas telas</li>
<li>O clube de ciências da UFPA e o ensino de ciências por/com pesquisa e gêneros textuais na educação básica: aspectos teóricos e práticos</li>
<li>O ensino de astronomia em ciências com o uso do Stellarium</li>
<li>O papel das governanças locais de povos tradicionais da Amazônia paraense no período da pandemia da covid-19</li>
<li>O pensamento social de Lélia Gonzalez e o ensino de sociologia</li>
<li>Pedagogias feministas no trato com as práticas corporais e esportivas: combatendo estereótipos nocivos de gênero</li>
<li>Por outros modelos de formação: a curricularização da extensão universitária e a construção de universidades democráticas</li>
<li>Práticas educativas em espaços não formais</li>
<li>Redesenho da paisagem rural: sistemas agroflorestais como alternativa para a readequação ambiental</li>
<li>Regionalização do saneamento: desafios à universalização e a agenda 2030 da ONU (ODS6)</li>
<li>Relações homem-natureza</li>
<li>Saneamento, sustentabilidade, inclusão social e promoção da saúde: uma combinação necessária na Amazônia</li>
<li>Software QGIS: introdução e aplicações</li>
<li>Turismo sustentável e mudanças climáticas na Amazônia</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>O evento é uma realização da SBPC e da UFPA, que tem como sócios institucionais a Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Os patrocinadores são a Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp), a Finep, Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).</p>
<p>Esta Reunião Anual tem como parceiros institucionais a Universidade do Estado do Pará (Uepa), o Instituto Federal do Pará (IFPA), a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) e o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG).</p>
<p>Conta, também, com o apoio da Prefeitura de Belém, da Semec, da Secretaria de Estado de Cultura-SECULT-PA, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Ministério da Educação, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e Ministério de Desenvolvimento Social.</p>
<p>Programe-se e participe!</p>
<p>Para mais informações: <a href="https://ra.sbpcnet.org.br/76RA/" target="_blank">https://ra.sbpcnet.org.br/76RA/</a></p>
<p><em>Vivian Costa – Jornal da Ciência</em></p>
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		<title>Inscrições abertas para o “X Prêmio SBPC/GO de Popularização da Ciência &#8211; 2024”</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jun 2024 17:30:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os interessados podem se inscrever até o dia 31 de julho]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Os interessados podem se inscrever até o dia 31 de julho</em></p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/06/fese.png"><img class="alignright wp-image-24008 size-medium img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2024/06/fese-300x238.png" alt="fese" width="300" height="238" /></a>As inscrições para o “X Prêmio SBPC/GO de Popularização da Ciência &#8211; 2024”, promovido pela Secretaria Regional da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência em Goiás (SBPC-GO), estão abertas até 31 de julho. O Prêmio tem como objetivo promover a popularização da ciência e do conhecimento, e diminuir a distância entre a produção dos saberes científicos e a população do Estado.</p>
<p>O Prêmio é um incentivo aos estudantes de graduação e pós-graduação, podendo ainda concorrer os concluintes dos cursos (colação de grau ou defesa pública de monografia, dissertação ou tese) a partir de janeiro de 2023, e contempla as seguintes áreas de conhecimento:</p>
<ul>
<li>Ciências Exatas e da Terra (inclui Engenharias e Ciências Agrárias)</li>
<li>Ciências Biológicas</li>
<li>Ciências da Saúde</li>
<li>Ciências Humanas e Sociais Aplicadas</li>
<li>Letras e Linguística.</li>
<li>Música e Artes</li>
</ul>
<p>Para saber mais, acesse: <a href="https://www.sbpcgoias.com/" target="_blank">https://www.sbpcgoias.com/</a></p>
<p><em>Jornal da Ciência</em></p>
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		</item>
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		<title>Matrículas abertas para 8º ciclo dos cursos bimestrais da SBPC</title>
		<link>http://www.jornaldaciencia.org.br/matriculas-abertas-para-8o-ciclo-dos-cursos-bimestrais-da-sbpc-4/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Apr 2024 16:05:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias da SBPC]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnológicas]]></category>

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		<description><![CDATA[São 47 webminicursos de várias áreas do conhecimento, com direito a certificado de participação. As matrículas se encerram no dia 20 de maio de 2024]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>São 47 webminicursos de várias áreas do conhecimento, com direito a certificado de participação. As matrículas se encerram no dia 20 de maio de 2024</em></p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2023/10/Posts-2023-10-16T144643.685.jpg"><img class="alignright wp-image-22293 size-medium img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2023/10/Posts-2023-10-16T144643.685-300x300.jpg" alt="Posts - 2023-10-16T144643.685" width="300" height="300" /></a>Estão abertas as matrículas do 8º ciclo de webminicursos da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em sua plataforma de cursos online (<a href="https://cursos.sbpcnet.org.br/"><span style="color: #428bca;">https://cursos.sbpcnet.org.br/</span></a>). A cada bimestre são relançados webminicursos de várias áreas do conhecimento e temas contemporâneos, ministrados por professores de diversas instituições do País.</p>
<p>Os webminicursos têm duração de seis ou oito horas, com aulas previamente gravadas. Os inscritos podem assisti-los quantas vezes quiserem e de forma mais flexível, dentro de sua disponibilidade de tempo. O formato virtual também permite aos interessados participar de qualquer lugar do País ou até mesmo do exterior.</p>
<p>Já veiculados em Reuniões Anuais da SBPC anteriores, os webminicursos são, portanto, relançamentos. Quando houver lançamento inédito, este estará assinalado na ementa.</p>
<p>Acesse no site <a href="https://cursos.sbpcnet.org.br/" target="_blank"><span style="color: #428bca;">https://cursos.sbpcnet.org.br/</span></a> as Normas de Matrícula e consulte as informações detalhadas. As inscrições serão recebidas até 20/05/2024 e o prazo para assistir às aulas é 30/05/2024. Portanto, não deixe para a última hora e antecipe sua matrícula para aproveitar esta oportunidade e frequentar as aulas com antecedência.</p>
<p>Ao final do prazo, os inscritos que completaram a audiência das aulas poderão emitir o certificado online.</p>
<p>Sócios quites da SBPC têm desconto na taxa de matrícula e novos sócios da SBPC (no primeiro ano de filiação) ganham um webminicurso gratuito, além de desconto na taxa dos demais webminicursos que escolher.</p>
<p>A taxa de matrícula para cada webminicurso é R$ 30,00 para sócio quite da SBPC e R$ 50,00 para não sócio.</p>
<p>É permitido fazer a matrícula em vários webminicursos simultaneamente ou escolher apenas um.</p>
<p>Veja abaixo a relação dos webminicursos e os ministrantes. No site dos cursos, é possível conferir informações mais detalhadas, como a ementa e o público-alvo descritos pelos professores.</p>
<p>Acesse agora e participe! <a href="https://cursos.sbpcnet.org.br/" target="_blank"><span style="color: #428bca;">https://cursos.sbpcnet.org.br/</span></a></p>
<p><strong>Lista de webminicursos de Cursos da SBPC </strong></p>
<p>A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA COMO FERRAMENTA PARA A CONSTRUÇÃO DO PENSAMENTO CRÍTICO. Ministrantes: Talita Ferreira Marques Aguiar (Columbia Univ), Andreia Juliana Rodrigues Caldeira (UEG) e Luciana Schleder Gonçalves (UFPR).</p>
<p>A ERA DOS GRANDES OBSERVATÓRIOS E O IMPACTO NO DESENVOLVIMENTO DA CIÊNCIA. Ministrantes: Rita de Cássia dos Anjos (UFPR), Alexandre José Tuoto Silveira Mello (UTFPR) e André Fabiano Steklain Lisbôa (UTFPR).</p>
<p>ANÁLISE DE VARIANTES GENÉTICAS E TÉCNICAS EM PATOLOGIA MOLECULAR. Ministrantes: Caroline Ferreira Fratelli (UnB) e Ligia Canongia de Abreu Cardoso Duarte (UnB).</p>
<p>APLICAÇÕES DA ENERGIA NUCLEAR NA SAÚDE. Ministrante: Silvia Maria Velasques de Oliveira (CNEN).</p>
<p>APLICAÇÕES ESTÁVEIS ENTRE SUPERFÍCIES. Ministrantes: Alana Cavalcante Felippe (UFV) e Catarina Mendes de Jesus Sánchez (UFJF).</p>
<p>ASPECTOS ÉTICOS DA PESQUISA ACADÊMICA COM SERES HUMANOS NA EDUCAÇÃO. Ministrantes: Leandro Silva Costa (IFRN) e Lenina Lopes Soares Silva (IFRN).</p>
<p>BIOESTATÍSTICA: DA BANCADA À METANÁLISE. Ministrantes: Quelen Iane Garlet (UFPR), Cláudia Sirlene de Oliveira (IPPPP) e Diancarlos Pereira de Andrade (FPP).</p>
<p>COMO A EXPRESSÃO DE SEUS GENES É REGULADA? Ministrante: Ana Maria Bonetti (SBPC/UFU).</p>
<p>COMPREENDENDO O CÉREBRO. Ministrantes: Sidarta Ribeiro (UFRN), Kerstin Schmidt (UFRN), Claudio Marcos Teixeira de Queiroz (UFRN) e Sergio Neuenschwander (UFRN).</p>
<p>CONSTITUCIONALISMO FEMINISTA E A DEMOCRATIZAÇÃO DO ENSINO JURÍDICO. Ministrantes: Ana Cláudia Milani e Silva (UFPR), Emmanuella Magro Denora (UFPR) e Fábio Rezende Braga (UFPR).</p>
<p>DAS PAIXÕES ÀS EMOÇÕES: A CONTRIBUIÇÃO DAS TEORIAS DE DARWIN. Ministrantes: Wilson Antonio Frezzatti Jr. (UNIOESTE) e Frederico Ramalho Romero (UNIOESTE).</p>
<p>DESENVOLVIMENTO E SUSTENTABILIDADE: UMA VISÃO ECONÔMICO-ECOLÓGICA. Ministrantes: José Luiz de Attayde (UFRN), Daniel Caixeta Andrade (UFU) e Maria Amélia Rodrigues Enríquez (UFPA).</p>
<p>DESENVOLVIMENTO EM UM MUNDO PÓS-PANDÊMICO: INTEGRANDO AS VISÕES DA ECONOMIA E ECOLOGIA. Ministrantes: Daniel Caixeta Andrade (UFU), Lucas Ferreira Lima (UNICAMP) e Beatriz Macchione Saes (UNIFESP).</p>
<p>DESIGN DE SERVIÇO APLICADO À PRESERVAÇÃO DAS ABELHAS SEM FERRÃO. Ministrantes: Naotake Fukushima (UFPR), Aguinaldo dos Santos (UFPR) e Félix Vieira Varejão Neto (UFPR).</p>
<p>DIREITO À EDUCAÇÃO E À EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA: DIÁLOGOS COM O USO DE MATERIAIS DIDÁTICOS DIGITAIS INTERATIVOS NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR. Ministrantes: Allyson Carvalho de Araujo (UFRN), Giuliano Gomes de Assis Pimentel (UEM) e Braulio Nogueira de Oliveira (IFCE).</p>
<p>DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA: O DESAFIO DE INCLUIR DIFERENTES PÚBLICOS. Ministrantes: Diélen dos Reis Borges Almeida (UFU), Bárbara Bastos de Lima Duque (UFJF) e Sônia Miranda de Oliveira (Cefet-MG).</p>
<p>EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA E FILOSOFIA DA TECNOLOGIA: ABRIR OU NÃO ABRIR A “CAIXA-PRETA” DOS ARTEFATOS? Ministrantes: Alex Calazans (UTFPR) e Veronica Bahr Calazans (UTFPR).</p>
<p>EDUCOMUNICAÇÃO E COMUNICAÇÃO PÚBLICA DA CIÊNCIA. Ministrantes: Diogo Lopes de Oliveira (UFCG), Graciele Almeida de Oliveira (FCC) e Rafael Gué Martini (UDESC).</p>
<p>ENFRENTAMENTO DAS DESIGUALDADES E INTERSECCIONALIDADES: CONTRIBUIÇÕES DA SAÚDE COLETIVA PARA REPENSAR O BRASIL. Ministrantes: Rosana Teresa Onocko Campos (UNICAMP), Tatiana Engel Gerhardt (UFRGS) e Diana Anunciação Santos (UFRB).</p>
<p>ESTRATÉGIAS PUBLICITÁRIAS: INOVAÇÃO (E RENOVAÇÃO) NO DIGITAL. Ministrantes: Breno da Silva Carvalho (UFRN) e Rebecca Lopes Lyrio (Consultoria e Estratégia Digital).</p>
<p>ESTUDO DE PLANTAS MEDICINAIS COM AÇÃO NO SISTEMA NERVOSO CENTRAL: PASSEANDO ENTRE A QUÍMICA E A FARMACOLOGIA. Ministrantes: Silvânia Maria Mendes Vasconcelos (UFC), Jackson Roberto Guedes Almeida (UNIVASF) e Luzia Kalyne Almeida Moreira Leal (UFC).</p>
<p>FUNDAMENTOS DA CIÊNCIA ABERTA PARA UMA COMUNICAÇÃO CIDADÃ. Ministrantes: Rodrigo Arantes Reis (UFPR), Anabela Maria Gradim Alves (UBI) e Regiane Regina Ribeiro (UFPR).</p>
<p>HORMÔNIOS E COMPORTAMENTO. Ministrante: Maria Bernadete Cordeiro de Sousa (UFRN).</p>
<p>INTRODUÇÃO À PESQUISAS QUANTI-QUALITATIVA EM SAÚDE COLETIVA. Ministrantes: Waneska Alexandra Alves (UFJF), Lina Rodrigues Faria (UFSB) e Luciana Karen Calabria (UFU).</p>
<p>INTRODUÇÃO AO MANEJO DE DADOS EM SAÚDE PÚBLICA. Ministrantes: Milena de Oliveira Simões (UFJF), Eulilian Dias de Freitas (UFJF) e Waneska Alexandra Alves (UFJF).</p>
<p>INOVAÇÃO PARA CIENTISTAS: LEVANDO SUA PESQUISA DA BANCADA PARA O MERCADO. Ministrantes: Daniel Pimentel Neves (Emerge) e Lucas Silva Delgado (Emerge).</p>
<p>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E DIREITO À INFORMAÇÃO: LIMITES E TENSIONAMENTOS. Ministrantes: José Tarcísio da Silva Oliveira Filho (UFRR), Luiz Felipe Novais Falcão (UFJF) e Simone Teixeira Martins (UFJF).</p>
<p>MATEMÁTICA E REALIDADE ESPACIAL: RUPTURAS E APROXIMAÇÕES DE EUCLIDES A HILBERT. Ministrantes: Leônia Gabardo Negrelli (UTFPR) e José Carlos Cifuentes (UFPR).</p>
<p>MAPEANDO CONFLITOS AMBIENTAIS EM BUSCA DOS ODS. Ministrantes: Sandra Dalila Corbari (UEPG), Paula Turra Grechinski (Unicentro) e Patrícia Denkewicz (UNESP-Rosana).</p>
<p>METODOLOGIA E DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA. Ministrante: Débora Peres Menezes (UFSC).</p>
<p>MOVIMENTOS SOCIAIS POPULARES E EDUCAÇÃO DO CAMPO. Ministrantes: Dileno Dustan Lucas de Souza (UFJF), Guilherme Goretti Rodrigues (UFRRJ) e Simone da Silva Ribeiro (UFJF).</p>
<p>OFICINA DO SENTIR: UMA EXPERIÊNCIA POÉTICA DO MEU LUGAR CASA. Ministrantes: Sandrelena da Silva Monteiro (UFJF), Juliane Figueiredo Fonseca (UFJF) e Mônica Cristina Henriques Leite Olender (UFJF).</p>
<p>O LUGAR DA PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO FEMINISTA NA CIÊNCIA: TRANSVERSALIDADES, ASPECTOS SOCIOHISTÓRICOS E DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS. Ministrantes: Marlene Tamanini (UFPR), Henrique da Costa Valerio Quagliato (UFPR) e Fábio Augusto de Souza (UFPR).</p>
<p>O USO DOS EXPERIMENTOS MENTAIS COMO UMA POSSÍVEL METODOLOGIA DE ENSINO PARA MATEMÁTICA. Ministrante: Willian José da Cruz (UFJF).</p>
<p>PATRIMÔNIO CULTURAL E RELAÇÕES INTERNACIONAIS. Ministrante: Rodrigo Christofoletti (UFJF).</p>
<p>PLASTINAÇÃO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO. Ministrantes: Athelson Stefanon Bittencourt (UFES) e Yuri Favalessa Monteiro (UFES).</p>
<p>POR QUE DIVULGAR SUA PESQUISA? A IMPORTÂNCIA DA DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA NA PERSPECTIVA DA COMUNICAÇÃO PÚBLICA DA CIÊNCIA. Ministrantes: Juliana Marques Borghi (UFPR) e Chirlei Kohls (UFPR).</p>
<p>PRÁTICAS CORPORAIS E SAÚDE MENTAL. Ministrantes: Heitor Martins Pasquim (UNIFESP), Felipe Wachs (UNIFESP) e Sanderson Soares Silva (UFNT).</p>
<p>PRECONCEITO DE CLASSE SOCIAL: UMA COMPREENSÃO DE SUAS DIMENSÕES COGNITIVA, SOCIAL, AFETIVA E MORAL BASEADA EM EPISTEMOLOGIA GENÉTICA. Ministrante: Carlos Eduardo de Souza Gonçalves (IFPR).</p>
<p>PRODUÇÃO DE MUDAS DE ESPÉCIES AMEAÇADAS DE EXTINÇÃO. Ministrantes: André Cesar Furlaneto Sampaio (Sociedade Chauá), Pablo Melo Hoffmann (Sociedade Chauá) e Ollyver Mauricio Rech Bizarro (Sociedade Chauá).</p>
<p>RECURSOS E ESTRATÉGIAS PARA O ENSINO ONLINE E ATIVO DA QUÍMICA. Ministrantes: Guilherme Andrade Marson (USP), Alfredo Luis Martins Lameirão Mateus (UFMG) e Márlon Herbert Flora Barbosa Soares (UFG).</p>
<p>SEMICONDUTORES E APLICAÇÕES. Ministrantes: Jacobus Willibrordus Swart (UNICAMP), Roberto Ricardo Panepucci (MCTI) e Sergio Bampi (UFRGS).</p>
<p>TRÊS VISÕES DE MUNDO QUE REVOLUCIONARAM A CIÊNCIA: KEPLER, DESCARTES E NEWTON. Ministrantes: Claudemir Roque Tossato (UNIFESP), Paulo Tadeu da Silva (UFABC) e Eduardo Salles de Oliveira Barra (UFPR).</p>
<p>UMA UTOPIA PARA NOSSO TEMPO: TRANSUMANISMO E OUTRAS IDEIAS. Ministrantes: Renato Janine Ribeiro (SBPC/USP) e Alexey Dodsworth Magnavita de Carvalho (USP).</p>
<p>VIGILÂNCIA SANITÁRIA EM TEMPOS DE PANDEMIA. Ministrantes: Izabel Cristina Rodrigues da Silva (UnB) e Ruth da Conceição Costa e Silva Sacco (FIOCRUZ).</p>
<p>VOCABULÁRIO POLÍTICO: OLHARES SOBRE O POLÍTICO DA ANTIGUIDADE À CONTEMPORANEIDADE. Ministrantes: Priscilla Gontijo Leite (UFPB) e Igor Barbosa Cardoso (UFMG).</p>
<p>WALKING ETHNOGRAPHY NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA PENSAR NOVOS MUNDOS NO CAPITALOCENO. Ministrantes: Valéria Ghisloti Iared (UFPR), Sônia Mara Samsel Geraldo (UFPR) e Helen Abdom Gomes (UFPR).</p>
<p><em>SBPC</em></p>
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		<title>Inscrições para a Sessão de Pôsteres da 76ª Reunião Anual da SBPC se encerram dia 26 de março</title>
		<link>http://www.jornaldaciencia.org.br/inscricoes-para-a-sessao-de-posteres-da-76a-reuniao-anual-da-sbpc-se-encerram-dia-26-de-marco/</link>
		<comments>http://www.jornaldaciencia.org.br/inscricoes-para-a-sessao-de-posteres-da-76a-reuniao-anual-da-sbpc-se-encerram-dia-26-de-marco/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2024 17:55:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Áreas da Ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[Evento será realizado de 7 a 13 de julho na Universidade Federal do Pará (UFPA), com o tema “Ciência para um futuro sustentável e inclusivo: por um novo contrato social com a natureza”]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Evento será realizado de 7 a 13 de julho na Universidade Federal do Pará (UFPA), com o tema “Ciência para um futuro sustentável e inclusivo: por um novo contrato social com a</em><em> natureza”</em></p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2023/11/Cartaz-76ra.jpg"><img class="alignright wp-image-22458 size-medium img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2023/11/Cartaz-76ra-200x300.jpg" alt="Cartaz-76ra" width="200" height="300" /></a>Os interessados em participar da 76ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), com submissão de trabalho na Sessão de Pôsteres têm até 26 de março para se inscrever.  Com o tema “<strong>Ciência para um futuro sustentável e inclusivo: por um novo contrato social com a natureza”</strong>, o evento será realizado de 07 a 13 de julho de 2024 no campus Guamá da Universidade Federal do Pará (UFPA), em Belém.</p>
<p>Podem ser submetidos trabalhos desenvolvidos por estudantes (ensino básico, profissionalizante, graduação ou pós-graduação), professores (ensino superior, básico ou profissionalizante), pesquisadores e profissionais, que pretendem apresentar os resultados de pesquisas científicas ou descrição de atividades ligadas a ensino-aprendizagem. Para saber mais sobre o processo de submissão, acesse o site da <a href="https://ra.sbpcnet.org.br/76RA/atividades/sessao-de-posteres-e-jornada-nacional-de-iniciacao-cientifica/">76ª Reunião Anual</a>.</p>
<p>A Reunião Anual contará com conferências, mesas-redondas, painéis, minicursos presenciais e virtuais, sessão de pôsteres, atividades culturais, exposições, mostras interativas e outras programações, destinadas para estudantes e professores do ensino básico, técnico ou superior, pesquisadores, profissionais e público em geral.</p>
<p>A inscrição e o pagamento de taxa, cujo valor varia de R$ 40 a R$ 380, dependendo da categoria do inscrito, são necessários apenas para quem desejar participar de minicursos e webminicursos, submeter um trabalho ou adquirir o material do evento.</p>
<p>Para quem desejar submeter trabalhos para a Sessão de Pôsteres, o prazo é dia <strong>26 de março</strong>, ou enquanto houver vagas – <strong>o prazo de inscrição para a submissão de trabalho será antecipado se o limite de 400 trabalhos se esgotar antes do prazo e, automaticamente, esta categoria ficará indisponível.</strong></p>
<p>A cada ano, a Reunião Anual da SBPC é realizada em um estado brasileiro, prioritariamente em universidade pública. O evento reúne milhares de pessoas – cientistas, professores e estudantes de todos os níveis, profissionais liberais e visitantes, além de autoridades e gestores, formuladores de políticas públicas para ciência e tecnologia no País.</p>
<p>As reuniões anuais da SBPC têm, concomitantemente, os objetivos de debater políticas públicas nas áreas de Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação e de difundir os avanços da Ciência nas diversas áreas do conhecimento para toda a população.</p>
<p>Dentre as conferências, mesas-redondas e painéis, serão realizadas as atividades das programações da SBPC Inovação, SBPC Afro e Indígena e SBPC Educação.</p>
<p>Considerado o maior evento científico da América Latina, as Reuniões Anuais da SBPC são abertas a todos, com atrações para todas as idades e interesses. Programe-se e participe!</p>
<p>Para mais informações: <a href="https://ra.sbpcnet.org.br/76RA/" target="_blank">https://ra.sbpcnet.org.br/76RA/</a><em> </em></p>
<p><em>Jornal da Ciência</em></p>
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		<title>Últimos dias de matrículas para os cursos online da SBPC</title>
		<link>http://www.jornaldaciencia.org.br/ultimos-dias-de-matriculas-para-os-cursos-online-da-sbpc-4/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Feb 2024 16:39:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Áreas da Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Humanas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da SBPC]]></category>

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		<description><![CDATA[Interessados podem se inscrever até dia 19 de fevereiro. São 47 webminicursos de várias áreas do conhecimento, com direito a certificado de participação]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Interessados podem se inscrever até dia 19 de fevereiro. São 47 webminicursos de várias áreas do conhecimento, com direito a certificado de participação</em></p>
<p>As matrículas do 7º ciclo de webminicursos da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em sua plataforma de cursos online (<a href="https://cursos.sbpcnet.org.br/" target="_blank">https://cursos.sbpcnet.org.br/</a>) encerram no dia próximo dia 19. A cada bimestre são relançados webminicursos de várias áreas do conhecimento e temas contemporâneos, ministrados por professores de diversas instituições do País.</p>
<p>Os webminicursos têm duração de seis ou oito horas, com aulas previamente gravadas. Os inscritos podem assisti-los quantas vezes quiserem e de forma mais flexível, dentro de sua disponibilidade de tempo. O formato virtual também permite aos interessados participar de qualquer lugar do País ou até mesmo do exterior.</p>
<p>Já veiculados em Reuniões Anuais da SBPC anteriores, os webminicursos são, portanto, relançamentos. Quando houver lançamento inédito, este estará assinalado na ementa.</p>
<p>Acesse no site <a href="https://cursos.sbpcnet.org.br/">https://cursos.sbpcnet.org.br/</a> as Normas de Matrícula e consulte as informações detalhadas. As inscrições serão recebidas até 19/02/2024 e o prazo para assistir às aulas é 29/02/2024. Portanto, não deixe para a última hora e antecipe sua matrícula para aproveitar esta oportunidade e frequentar as aulas com antecedência.</p>
<p>Ao final do prazo, os inscritos que completaram a audiência das aulas poderão emitir o certificado online.</p>
<p>Sócios quites da SBPC têm desconto na taxa de matrícula e novos sócios da SBPC (no primeiro ano de filiação) ganham um webminicurso gratuito, além de desconto na taxa dos demais webminicursos que escolher.</p>
<p>A taxa de matrícula para cada webminicurso é R$ 30,00 para sócio quite da SBPC e R$ 50,00 para não sócio.</p>
<p>É permitido fazer a matrícula em vários webminicursos simultaneamente ou escolher apenas um.</p>
<p>Veja abaixo a relação dos webminicursos e os ministrantes. No site dos cursos, é possível conferir informações mais detalhadas, como a ementa e o público-alvo descritos pelos professores.</p>
<p>Acesse agora e participe! <a href="https://cursos.sbpcnet.org.br/" target="_blank">https://cursos.sbpcnet.org.br/</a></p>
<p><strong>Lista de webminicursos de Cursos da SBPC </strong></p>
<p>A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA COMO FERRAMENTA PARA A CONSTRUÇÃO DO PENSAMENTO CRÍTICO. Ministrantes: Talita Ferreira Marques Aguiar (Columbia Univ), Andreia Juliana Rodrigues Caldeira (UEG) e Luciana Schleder Gonçalves (UFPR).</p>
<p>A ERA DOS GRANDES OBSERVATÓRIOS E O IMPACTO NO DESENVOLVIMENTO DA CIÊNCIA. Ministrantes: Rita de Cássia dos Anjos (UFPR), Alexandre José Tuoto Silveira Mello (UTFPR) e André Fabiano Steklain Lisbôa (UTFPR).</p>
<p>ANÁLISE DE VARIANTES GENÉTICAS E TÉCNICAS EM PATOLOGIA MOLECULAR. Ministrantes: Caroline Ferreira Fratelli (UnB) e Ligia Canongia de Abreu Cardoso Duarte (UnB).</p>
<p>APLICAÇÕES DA ENERGIA NUCLEAR NA SAÚDE. Ministrante: Silvia Maria Velasques de Oliveira (CNEN).</p>
<p>APLICAÇÕES ESTÁVEIS ENTRE SUPERFÍCIES. Ministrantes: Alana Cavalcante Felippe (UFV) e Catarina Mendes de Jesus Sánchez (UFJF).</p>
<p>ASPECTOS ÉTICOS DA PESQUISA ACADÊMICA COM SERES HUMANOS NA EDUCAÇÃO. Ministrantes: Leandro Silva Costa (IFRN) e Lenina Lopes Soares Silva (IFRN).</p>
<p>BIOESTATÍSTICA: DA BANCADA À METANÁLISE. Ministrantes: Quelen Iane Garlet (UFPR), Cláudia Sirlene de Oliveira (IPPPP) e Diancarlos Pereira de Andrade (FPP).</p>
<p>COMO A EXPRESSÃO DE SEUS GENES É REGULADA? Ministrante: Ana Maria Bonetti (SBPC/UFU).</p>
<p>COMPREENDENDO O CÉREBRO. Ministrantes: Sidarta Ribeiro (UFRN), Kerstin Schmidt (UFRN), Claudio Marcos Teixeira de Queiroz (UFRN) e Sergio Neuenschwander (UFRN).</p>
<p>CONSTITUCIONALISMO FEMINISTA E A DEMOCRATIZAÇÃO DO ENSINO JURÍDICO. Ministrantes: Ana Cláudia Milani e Silva (UFPR), Emmanuella Magro Denora (UFPR) e Fábio Rezende Braga (UFPR).</p>
<p>DAS PAIXÕES ÀS EMOÇÕES: A CONTRIBUIÇÃO DAS TEORIAS DE DARWIN. Ministrantes: Wilson Antonio Frezzatti Jr. (UNIOESTE) e Frederico Ramalho Romero (UNIOESTE).</p>
<p>DESENVOLVIMENTO E SUSTENTABILIDADE: UMA VISÃO ECONÔMICO-ECOLÓGICA. Ministrantes: José Luiz de Attayde (UFRN), Daniel Caixeta Andrade (UFU) e Maria Amélia Rodrigues Enríquez (UFPA).</p>
<p>DESENVOLVIMENTO EM UM MUNDO PÓS-PANDÊMICO: INTEGRANDO AS VISÕES DA ECONOMIA E ECOLOGIA. Ministrantes: Daniel Caixeta Andrade (UFU), Lucas Ferreira Lima (UNICAMP) e Beatriz Macchione Saes (UNIFESP).</p>
<p>DESIGN DE SERVIÇO APLICADO À PRESERVAÇÃO DAS ABELHAS SEM FERRÃO. Ministrantes: Naotake Fukushima (UFPR), Aguinaldo dos Santos (UFPR) e Félix Vieira Varejão Neto (UFPR).</p>
<p>DIREITO À EDUCAÇÃO E À EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA: DIÁLOGOS COM O USO DE MATERIAIS DIDÁTICOS DIGITAIS INTERATIVOS NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR. Ministrantes: Allyson Carvalho de Araujo (UFRN), Giuliano Gomes de Assis Pimentel (UEM) e Braulio Nogueira de Oliveira (IFCE).</p>
<p>DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA: O DESAFIO DE INCLUIR DIFERENTES PÚBLICOS. Ministrantes: Diélen dos Reis Borges Almeida (UFU), Bárbara Bastos de Lima Duque (UFJF) e Sônia Miranda de Oliveira (Cefet-MG).</p>
<p>EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA E FILOSOFIA DA TECNOLOGIA: ABRIR OU NÃO ABRIR A “CAIXA-PRETA” DOS ARTEFATOS? Ministrantes: Alex Calazans (UTFPR) e Veronica Bahr Calazans (UTFPR).</p>
<p>EDUCOMUNICAÇÃO E COMUNICAÇÃO PÚBLICA DA CIÊNCIA. Ministrantes: Diogo Lopes de Oliveira (UFCG), Graciele Almeida de Oliveira (FCC) e Rafael Gué Martini (UDESC).</p>
<p>ENFRENTAMENTO DAS DESIGUALDADES E INTERSECCIONALIDADES: CONTRIBUIÇÕES DA SAÚDE COLETIVA PARA REPENSAR O BRASIL. Ministrantes: Rosana Teresa Onocko Campos (UNICAMP), Tatiana Engel Gerhardt (UFRGS) e Diana Anunciação Santos (UFRB).</p>
<p>ESTRATÉGIAS PUBLICITÁRIAS: INOVAÇÃO (E RENOVAÇÃO) NO DIGITAL. Ministrantes: Breno da Silva Carvalho (UFRN) e Rebecca Lopes Lyrio (Consultoria e Estratégia Digital).</p>
<p>ESTUDO DE PLANTAS MEDICINAIS COM AÇÃO NO SISTEMA NERVOSO CENTRAL: PASSEANDO ENTRE A QUÍMICA E A FARMACOLOGIA. Ministrantes: Silvânia Maria Mendes Vasconcelos (UFC), Jackson Roberto Guedes Almeida (UNIVASF) e Luzia Kalyne Almeida Moreira Leal (UFC).</p>
<p>FUNDAMENTOS DA CIÊNCIA ABERTA PARA UMA COMUNICAÇÃO CIDADÃ. Ministrantes: Rodrigo Arantes Reis (UFPR), Anabela Maria Gradim Alves (UBI) e Regiane Regina Ribeiro (UFPR).</p>
<p>HORMÔNIOS E COMPORTAMENTO. Ministrante: Maria Bernadete Cordeiro de Sousa (UFRN).</p>
<p>INTRODUÇÃO À PESQUISAS QUANTI-QUALITATIVA EM SAÚDE COLETIVA. Ministrantes: Waneska Alexandra Alves (UFJF), Lina Rodrigues Faria (UFSB) e Luciana Karen Calabria (UFU).</p>
<p>INTRODUÇÃO AO MANEJO DE DADOS EM SAÚDE PÚBLICA. Ministrantes: Milena de Oliveira Simões (UFJF), Eulilian Dias de Freitas (UFJF) e Waneska Alexandra Alves (UFJF).</p>
<p>INOVAÇÃO PARA CIENTISTAS: LEVANDO SUA PESQUISA DA BANCADA PARA O MERCADO. Ministrantes: Daniel Pimentel Neves (Emerge) e Lucas Silva Delgado (Emerge).</p>
<p>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E DIREITO À INFORMAÇÃO: LIMITES E TENSIONAMENTOS. Ministrantes: José Tarcísio da Silva Oliveira Filho (UFRR), Luiz Felipe Novais Falcão (UFJF) e Simone Teixeira Martins (UFJF).</p>
<p>MATEMÁTICA E REALIDADE ESPACIAL: RUPTURAS E APROXIMAÇÕES DE EUCLIDES A HILBERT. Ministrantes: Leônia Gabardo Negrelli (UTFPR) e José Carlos Cifuentes (UFPR).</p>
<p>MAPEANDO CONFLITOS AMBIENTAIS EM BUSCA DOS ODS. Ministrantes: Sandra Dalila Corbari (UEPG), Paula Turra Grechinski (Unicentro) e Patrícia Denkewicz (UNESP-Rosana).</p>
<p>METODOLOGIA E DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA. Ministrante: Débora Peres Menezes (UFSC).</p>
<p>MOVIMENTOS SOCIAIS POPULARES E EDUCAÇÃO DO CAMPO. Ministrantes: Dileno Dustan Lucas de Souza (UFJF), Guilherme Goretti Rodrigues (UFRRJ) e Simone da Silva Ribeiro (UFJF).</p>
<p>OFICINA DO SENTIR: UMA EXPERIÊNCIA POÉTICA DO MEU LUGAR CASA. Ministrantes: Sandrelena da Silva Monteiro (UFJF), Juliane Figueiredo Fonseca (UFJF) e Mônica Cristina Henriques Leite Olender (UFJF).</p>
<p>O LUGAR DA PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO FEMINISTA NA CIÊNCIA: TRANSVERSALIDADES, ASPECTOS SOCIOHISTÓRICOS E DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS. Ministrantes: Marlene Tamanini (UFPR), Henrique da Costa Valerio Quagliato (UFPR) e Fábio Augusto de Souza (UFPR).</p>
<p>O USO DOS EXPERIMENTOS MENTAIS COMO UMA POSSÍVEL METODOLOGIA DE ENSINO PARA MATEMÁTICA. Ministrante: Willian José da Cruz (UFJF).</p>
<p>PATRIMÔNIO CULTURAL E RELAÇÕES INTERNACIONAIS. Ministrante: Rodrigo Christofoletti (UFJF).</p>
<p>PLASTINAÇÃO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO. Ministrantes: Athelson Stefanon Bittencourt (UFES) e Yuri Favalessa Monteiro (UFES).</p>
<p>POR QUE DIVULGAR SUA PESQUISA? A IMPORTÂNCIA DA DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA NA PERSPECTIVA DA COMUNICAÇÃO PÚBLICA DA CIÊNCIA. Ministrantes: Juliana Marques Borghi (UFPR) e Chirlei Kohls (UFPR).</p>
<p>PRÁTICAS CORPORAIS E SAÚDE MENTAL. Ministrantes: Heitor Martins Pasquim (UNIFESP), Felipe Wachs (UNIFESP) e Sanderson Soares Silva (UFNT).</p>
<p>PRECONCEITO DE CLASSE SOCIAL: UMA COMPREENSÃO DE SUAS DIMENSÕES COGNITIVA, SOCIAL, AFETIVA E MORAL BASEADA EM EPISTEMOLOGIA GENÉTICA. Ministrante: Carlos Eduardo de Souza Gonçalves (IFPR).</p>
<p>PRODUÇÃO DE MUDAS DE ESPÉCIES AMEAÇADAS DE EXTINÇÃO. Ministrantes: André Cesar Furlaneto Sampaio (Sociedade Chauá), Pablo Melo Hoffmann (Sociedade Chauá) e Ollyver Mauricio Rech Bizarro (Sociedade Chauá).</p>
<p>RECURSOS E ESTRATÉGIAS PARA O ENSINO ONLINE E ATIVO DA QUÍMICA. Ministrantes: Guilherme Andrade Marson (USP), Alfredo Luis Martins Lameirão Mateus (UFMG) e Márlon Herbert Flora Barbosa Soares (UFG).</p>
<p>SEMICONDUTORES E APLICAÇÕES. Ministrantes: Jacobus Willibrordus Swart (UNICAMP), Roberto Ricardo Panepucci (MCTI) e Sergio Bampi (UFRGS).</p>
<p>TRÊS VISÕES DE MUNDO QUE REVOLUCIONARAM A CIÊNCIA: KEPLER, DESCARTES E NEWTON. Ministrantes: Claudemir Roque Tossato (UNIFESP), Paulo Tadeu da Silva (UFABC) e Eduardo Salles de Oliveira Barra (UFPR).</p>
<p>UMA UTOPIA PARA NOSSO TEMPO: TRANSUMANISMO E OUTRAS IDEIAS. Ministrantes: Renato Janine Ribeiro (SBPC/USP) e Alexey Dodsworth Magnavita de Carvalho (USP).</p>
<p>VIGILÂNCIA SANITÁRIA EM TEMPOS DE PANDEMIA. Ministrantes: Izabel Cristina Rodrigues da Silva (UnB) e Ruth da Conceição Costa e Silva Sacco (FIOCRUZ).</p>
<p>VOCABULÁRIO POLÍTICO: OLHARES SOBRE O POLÍTICO DA ANTIGUIDADE À CONTEMPORANEIDADE. Ministrantes: Priscilla Gontijo Leite (UFPB) e Igor Barbosa Cardoso (UFMG).</p>
<p>WALKING ETHNOGRAPHY NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA PENSAR NOVOS MUNDOS NO CAPITALOCENO. Ministrantes: Valéria Ghisloti Iared (UFPR), Sônia Mara Samsel Geraldo (UFPR) e Helen Abdom Gomes (UFPR).</p>
<p><em>SBPC</em></p>
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		<title>Matrícula nos cursos online da SBPC se encerram em 19 de fevereiro</title>
		<link>http://www.jornaldaciencia.org.br/matricula-nos-cursos-online-da-sbpc-se-encerram-em-19-de-fevereiro-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Jan 2024 15:54:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivian Costa]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[São 47 webminicursos de várias áreas do conhecimento, com direito a certificado de participação]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>São 47 webminicursos de várias áreas do conhecimento, com direito a certificado de participação</em></p>
<p><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2023/10/Posts-2023-10-16T144643.685.jpg"><img class="alignright wp-image-22293 size-medium img-responsive" src="http://www.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2023/10/Posts-2023-10-16T144643.685-300x300.jpg" alt="Posts - 2023-10-16T144643.685" width="300" height="300" /></a>Estão abertas as matrículas do 7º ciclo de webminicursos da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em sua plataforma de cursos online (<a href="https://cursos.sbpcnet.org.br/" target="_blank"><span style="color: #428bca;">https://cursos.sbpcnet.org.br/</span></a>). A cada bimestre são relançados webminicursos de várias áreas do conhecimento e temas contemporâneos, ministrados por professores de diversas instituições do País.</p>
<p>Os webminicursos têm duração de seis ou oito horas, com aulas previamente gravadas. Os inscritos podem assisti-los quantas vezes quiserem e de forma mais flexível, dentro de sua disponibilidade de tempo. O formato virtual também permite aos interessados participar de qualquer lugar do País ou até mesmo do exterior.</p>
<p>Já veiculados em Reuniões Anuais da SBPC anteriores, os webminicursos são, portanto, relançamentos. Quando houver lançamento inédito, este estará assinalado na ementa.</p>
<p>Acesse no site <a href="https://cursos.sbpcnet.org.br/" target="_blank"><span style="color: #428bca;">https://cursos.sbpcnet.org.br/</span></a> as Normas de Matrícula e consulte as informações detalhadas. As inscrições serão recebidas até 19/02/2024 e o prazo para assistir às aulas é 29/02/2024. Portanto, não deixe para a última hora e antecipe sua matrícula para aproveitar esta oportunidade e frequentar as aulas com antecedência.</p>
<p>Ao final do prazo, os inscritos que completaram a audiência das aulas poderão emitir o certificado online.</p>
<p>Sócios quites da SBPC têm desconto na taxa de matrícula e novos sócios da SBPC (no primeiro ano de filiação) ganham um webminicurso gratuito, além de desconto na taxa dos demais webminicursos que escolher.</p>
<p>A taxa de matrícula para cada webminicurso é R$ 30,00 para sócio quite da SBPC e R$ 50,00 para não sócio.</p>
<p>É permitido fazer a matrícula em vários webminicursos simultaneamente ou escolher apenas um.</p>
<p>Veja abaixo a relação dos webminicursos e os ministrantes. No site dos cursos, é possível conferir informações mais detalhadas, como a ementa e o público-alvo descritos pelos professores.</p>
<p>Acesse agora e participe! <a href="https://cursos.sbpcnet.org.br/" target="_blank"><span style="color: #428bca;">https://cursos.sbpcnet.org.br/</span></a></p>
<p><strong>Lista de webminicursos de Cursos da SBPC </strong></p>
<p>A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA COMO FERRAMENTA PARA A CONSTRUÇÃO DO PENSAMENTO CRÍTICO. Ministrantes: Talita Ferreira Marques Aguiar (Columbia Univ), Andreia Juliana Rodrigues Caldeira (UEG) e Luciana Schleder Gonçalves (UFPR).</p>
<p>A ERA DOS GRANDES OBSERVATÓRIOS E O IMPACTO NO DESENVOLVIMENTO DA CIÊNCIA. Ministrantes: Rita de Cássia dos Anjos (UFPR), Alexandre José Tuoto Silveira Mello (UTFPR) e André Fabiano Steklain Lisbôa (UTFPR).</p>
<p>ANÁLISE DE VARIANTES GENÉTICAS E TÉCNICAS EM PATOLOGIA MOLECULAR. Ministrantes: Caroline Ferreira Fratelli (UnB) e Ligia Canongia de Abreu Cardoso Duarte (UnB).</p>
<p>APLICAÇÕES DA ENERGIA NUCLEAR NA SAÚDE. Ministrante: Silvia Maria Velasques de Oliveira (CNEN).</p>
<p>APLICAÇÕES ESTÁVEIS ENTRE SUPERFÍCIES. Ministrantes: Alana Cavalcante Felippe (UFV) e Catarina Mendes de Jesus Sánchez (UFJF).</p>
<p>ASPECTOS ÉTICOS DA PESQUISA ACADÊMICA COM SERES HUMANOS NA EDUCAÇÃO. Ministrantes: Leandro Silva Costa (IFRN) e Lenina Lopes Soares Silva (IFRN).</p>
<p>BIOESTATÍSTICA: DA BANCADA À METANÁLISE. Ministrantes: Quelen Iane Garlet (UFPR), Cláudia Sirlene de Oliveira (IPPPP) e Diancarlos Pereira de Andrade (FPP).</p>
<p>COMO A EXPRESSÃO DE SEUS GENES É REGULADA? Ministrante: Ana Maria Bonetti (SBPC/UFU).</p>
<p>COMPREENDENDO O CÉREBRO. Ministrantes: Sidarta Ribeiro (UFRN), Kerstin Schmidt (UFRN), Claudio Marcos Teixeira de Queiroz (UFRN) e Sergio Neuenschwander (UFRN).</p>
<p>CONSTITUCIONALISMO FEMINISTA E A DEMOCRATIZAÇÃO DO ENSINO JURÍDICO. Ministrantes: Ana Cláudia Milani e Silva (UFPR), Emmanuella Magro Denora (UFPR) e Fábio Rezende Braga (UFPR).</p>
<p>DAS PAIXÕES ÀS EMOÇÕES: A CONTRIBUIÇÃO DAS TEORIAS DE DARWIN. Ministrantes: Wilson Antonio Frezzatti Jr. (UNIOESTE) e Frederico Ramalho Romero (UNIOESTE).</p>
<p>DESENVOLVIMENTO E SUSTENTABILIDADE: UMA VISÃO ECONÔMICO-ECOLÓGICA. Ministrantes: José Luiz de Attayde (UFRN), Daniel Caixeta Andrade (UFU) e Maria Amélia Rodrigues Enríquez (UFPA).</p>
<p>DESENVOLVIMENTO EM UM MUNDO PÓS-PANDÊMICO: INTEGRANDO AS VISÕES DA ECONOMIA E ECOLOGIA. Ministrantes: Daniel Caixeta Andrade (UFU), Lucas Ferreira Lima (UNICAMP) e Beatriz Macchione Saes (UNIFESP).</p>
<p>DESIGN DE SERVIÇO APLICADO À PRESERVAÇÃO DAS ABELHAS SEM FERRÃO. Ministrantes: Naotake Fukushima (UFPR), Aguinaldo dos Santos (UFPR) e Félix Vieira Varejão Neto (UFPR).</p>
<p>DIREITO À EDUCAÇÃO E À EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA: DIÁLOGOS COM O USO DE MATERIAIS DIDÁTICOS DIGITAIS INTERATIVOS NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR. Ministrantes: Allyson Carvalho de Araujo (UFRN), Giuliano Gomes de Assis Pimentel (UEM) e Braulio Nogueira de Oliveira (IFCE).</p>
<p>DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA: O DESAFIO DE INCLUIR DIFERENTES PÚBLICOS. Ministrantes: Diélen dos Reis Borges Almeida (UFU), Bárbara Bastos de Lima Duque (UFJF) e Sônia Miranda de Oliveira (Cefet-MG).</p>
<p>EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA E FILOSOFIA DA TECNOLOGIA: ABRIR OU NÃO ABRIR A “CAIXA-PRETA” DOS ARTEFATOS? Ministrantes: Alex Calazans (UTFPR) e Veronica Bahr Calazans (UTFPR).</p>
<p>EDUCOMUNICAÇÃO E COMUNICAÇÃO PÚBLICA DA CIÊNCIA. Ministrantes: Diogo Lopes de Oliveira (UFCG), Graciele Almeida de Oliveira (FCC) e Rafael Gué Martini (UDESC).</p>
<p>ENFRENTAMENTO DAS DESIGUALDADES E INTERSECCIONALIDADES: CONTRIBUIÇÕES DA SAÚDE COLETIVA PARA REPENSAR O BRASIL. Ministrantes: Rosana Teresa Onocko Campos (UNICAMP), Tatiana Engel Gerhardt (UFRGS) e Diana Anunciação Santos (UFRB).</p>
<p>ESTRATÉGIAS PUBLICITÁRIAS: INOVAÇÃO (E RENOVAÇÃO) NO DIGITAL. Ministrantes: Breno da Silva Carvalho (UFRN) e Rebecca Lopes Lyrio (Consultoria e Estratégia Digital).</p>
<p>ESTUDO DE PLANTAS MEDICINAIS COM AÇÃO NO SISTEMA NERVOSO CENTRAL: PASSEANDO ENTRE A QUÍMICA E A FARMACOLOGIA. Ministrantes: Silvânia Maria Mendes Vasconcelos (UFC), Jackson Roberto Guedes Almeida (UNIVASF) e Luzia Kalyne Almeida Moreira Leal (UFC).</p>
<p>FUNDAMENTOS DA CIÊNCIA ABERTA PARA UMA COMUNICAÇÃO CIDADÃ. Ministrantes: Rodrigo Arantes Reis (UFPR), Anabela Maria Gradim Alves (UBI) e Regiane Regina Ribeiro (UFPR).</p>
<p>HORMÔNIOS E COMPORTAMENTO. Ministrante: Maria Bernadete Cordeiro de Sousa (UFRN).</p>
<p>INTRODUÇÃO À PESQUISAS QUANTI-QUALITATIVA EM SAÚDE COLETIVA. Ministrantes: Waneska Alexandra Alves (UFJF), Lina Rodrigues Faria (UFSB) e Luciana Karen Calabria (UFU).</p>
<p>INTRODUÇÃO AO MANEJO DE DADOS EM SAÚDE PÚBLICA. Ministrantes: Milena de Oliveira Simões (UFJF), Eulilian Dias de Freitas (UFJF) e Waneska Alexandra Alves (UFJF).</p>
<p>INOVAÇÃO PARA CIENTISTAS: LEVANDO SUA PESQUISA DA BANCADA PARA O MERCADO. Ministrantes: Daniel Pimentel Neves (Emerge) e Lucas Silva Delgado (Emerge).</p>
<p>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E DIREITO À INFORMAÇÃO: LIMITES E TENSIONAMENTOS. Ministrantes: José Tarcísio da Silva Oliveira Filho (UFRR), Luiz Felipe Novais Falcão (UFJF) e Simone Teixeira Martins (UFJF).</p>
<p>MATEMÁTICA E REALIDADE ESPACIAL: RUPTURAS E APROXIMAÇÕES DE EUCLIDES A HILBERT. Ministrantes: Leônia Gabardo Negrelli (UTFPR) e José Carlos Cifuentes (UFPR).</p>
<p>MAPEANDO CONFLITOS AMBIENTAIS EM BUSCA DOS ODS. Ministrantes: Sandra Dalila Corbari (UEPG), Paula Turra Grechinski (Unicentro) e Patrícia Denkewicz (UNESP-Rosana).</p>
<p>METODOLOGIA E DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA. Ministrante: Débora Peres Menezes (UFSC).</p>
<p>MOVIMENTOS SOCIAIS POPULARES E EDUCAÇÃO DO CAMPO. Ministrantes: Dileno Dustan Lucas de Souza (UFJF), Guilherme Goretti Rodrigues (UFRRJ) e Simone da Silva Ribeiro (UFJF).</p>
<p>OFICINA DO SENTIR: UMA EXPERIÊNCIA POÉTICA DO MEU LUGAR CASA. Ministrantes: Sandrelena da Silva Monteiro (UFJF), Juliane Figueiredo Fonseca (UFJF) e Mônica Cristina Henriques Leite Olender (UFJF).</p>
<p>O LUGAR DA PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO FEMINISTA NA CIÊNCIA: TRANSVERSALIDADES, ASPECTOS SOCIOHISTÓRICOS E DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS. Ministrantes: Marlene Tamanini (UFPR), Henrique da Costa Valerio Quagliato (UFPR) e Fábio Augusto de Souza (UFPR).</p>
<p>O USO DOS EXPERIMENTOS MENTAIS COMO UMA POSSÍVEL METODOLOGIA DE ENSINO PARA MATEMÁTICA. Ministrante: Willian José da Cruz (UFJF).</p>
<p>PATRIMÔNIO CULTURAL E RELAÇÕES INTERNACIONAIS. Ministrante: Rodrigo Christofoletti (UFJF).</p>
<p>PLASTINAÇÃO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO. Ministrantes: Athelson Stefanon Bittencourt (UFES) e Yuri Favalessa Monteiro (UFES).</p>
<p>POR QUE DIVULGAR SUA PESQUISA? A IMPORTÂNCIA DA DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA NA PERSPECTIVA DA COMUNICAÇÃO PÚBLICA DA CIÊNCIA. Ministrantes: Juliana Marques Borghi (UFPR) e Chirlei Kohls (UFPR).</p>
<p>PRÁTICAS CORPORAIS E SAÚDE MENTAL. Ministrantes: Heitor Martins Pasquim (UNIFESP), Felipe Wachs (UNIFESP) e Sanderson Soares Silva (UFNT).</p>
<p>PRECONCEITO DE CLASSE SOCIAL: UMA COMPREENSÃO DE SUAS DIMENSÕES COGNITIVA, SOCIAL, AFETIVA E MORAL BASEADA EM EPISTEMOLOGIA GENÉTICA. Ministrante: Carlos Eduardo de Souza Gonçalves (IFPR).</p>
<p>PRODUÇÃO DE MUDAS DE ESPÉCIES AMEAÇADAS DE EXTINÇÃO. Ministrantes: André Cesar Furlaneto Sampaio (Sociedade Chauá), Pablo Melo Hoffmann (Sociedade Chauá) e Ollyver Mauricio Rech Bizarro (Sociedade Chauá).</p>
<p>RECURSOS E ESTRATÉGIAS PARA O ENSINO ONLINE E ATIVO DA QUÍMICA. Ministrantes: Guilherme Andrade Marson (USP), Alfredo Luis Martins Lameirão Mateus (UFMG) e Márlon Herbert Flora Barbosa Soares (UFG).</p>
<p>SEMICONDUTORES E APLICAÇÕES. Ministrantes: Jacobus Willibrordus Swart (UNICAMP), Roberto Ricardo Panepucci (MCTI) e Sergio Bampi (UFRGS).</p>
<p>TRÊS VISÕES DE MUNDO QUE REVOLUCIONARAM A CIÊNCIA: KEPLER, DESCARTES E NEWTON. Ministrantes: Claudemir Roque Tossato (UNIFESP), Paulo Tadeu da Silva (UFABC) e Eduardo Salles de Oliveira Barra (UFPR).</p>
<p>UMA UTOPIA PARA NOSSO TEMPO: TRANSUMANISMO E OUTRAS IDEIAS. Ministrantes: Renato Janine Ribeiro (SBPC/USP) e Alexey Dodsworth Magnavita de Carvalho (USP).</p>
<p>VIGILÂNCIA SANITÁRIA EM TEMPOS DE PANDEMIA. Ministrantes: Izabel Cristina Rodrigues da Silva (UnB) e Ruth da Conceição Costa e Silva Sacco (FIOCRUZ).</p>
<p>VOCABULÁRIO POLÍTICO: OLHARES SOBRE O POLÍTICO DA ANTIGUIDADE À CONTEMPORANEIDADE. Ministrantes: Priscilla Gontijo Leite (UFPB) e Igor Barbosa Cardoso (UFMG).</p>
<p>WALKING ETHNOGRAPHY NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA PENSAR NOVOS MUNDOS NO CAPITALOCENO. Ministrantes: Valéria Ghisloti Iared (UFPR), Sônia Mara Samsel Geraldo (UFPR) e Helen Abdom Gomes (UFPR).</p>
<p><em>SBPC</em></p>
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